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Resenha

15 álbuns clássicos de indie 90’s/00’s que você tem que ouvir!

Olívia Hublet

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LOJA DC 4

Sonic Youth – Goo (1990)

Goo é o sexto álbum da banda estadunidense Sonic Youth, que foi lançado no fervilhante início da década de 90, marcada pelo rock alternativo, pelo grunge e pelo final do punk. O álbum teve uma versão lançada em VHS em 91. A icônica capa é uma ilustração de Raymond Pettibon, que embora pareça retirada de um “film-noir”, é baseada numa foto tirada por um paparazzi e acompanhada por um pequeno texto que nada tem a ver com nenhuma faixa do álbum “I stole my sister’s boyfriend/ It was all whirlwind/ heat and flash/ Within a week we killed my parents and hit the road”.

No álbum temos um forte sentimento de “teenage riot”, herdado do álbum anterior, porém vem com muito mais experimentalismo, aonde as melodias não seguem uma linha harmoniosa. Ideal para uma viagem num carro anos 90!

 

 

Jeff Buckley – Grace (1994)

Filho do músico Tim Buckley, Jeff foi marcado por sua incrível capacidade vocal e pela semelhança com o pai. Grace é o primeiro e único álbum de estúdio de Buckley. O disco teve grande repercussão no meio artístico e na mídia especializada, porém teve um número de venda muito abaixo da expectativa. É considerado por muitos críticos e artistas um dos melhores CD da década, e até da dupla Robert Plant e Jimmy Page o CD recebeu elogios exaltados.  Influenciou grandes nomes da década de 90 e da atualidade, como Radiohead, Muse, Coldplay, Travis, Jamie Cullum, entre outros. Na minha opinião, uma obra prima.

 

 

Oasis – What’s The Story, Morning Glory (1995)

Segundo álbum da banda britânica, 124º álbum da lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. Sucesso de vendagens com 23 milhões de cópias e dono dos hits “Wonderwall”, “Don’t Look Back in Anger” e “Champagne Supernova”.  Na Inglaterra é até hoje o terceiro álbum mais vendido da história, com 4,8 milhões de cópias, atrás somente do Greatests Hits do Queen e Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band dos Beatles. Definitivamente um marco no BritPop.

 

 

 

The Strokes – This is It (2001/2002)

Considerado o álbum mais importante dos anos 2000, This Is It é o primeiro álbum da banda americana The Strokes. Produzido por Gordon Raphael, o álbum entrou na lista da UK Albums Chart em segundo lugar e atingiu o 33º lugar nos EUA pela Billboard 200, chegando a conseguir o disco de platina em vários mercados. As músicas “Hard to Explain”, “Last Nite”, e “Someday” foram lançadas como singles.

This Is It ganhou a aclamação da crítica e atenção comercial por seu carisma e ritmo, tendo referência das bandas de garagem dos anos 70, porém promovido pela imprensa musical como um som claramente influenciado pela música pop aonde todas as faixas foram compostas por Julian Casablancas (vocal).

 

 

 

Jet – Get Born (2003)

O primeiro álbum da banda australiana Jet foi gravado em Hollywood é descrito como uma “mistura entre a despreocupação blueseira dos White Stripes e a irreverência do AC/DC” e “um lembrete do rock em sua forma mais primitiva, vibrante e honesta”.

Get Born recebeu várias críticas por ter uma sonoridade que lembra bandas clássicas do rock, atingiu a 26ª posição da Billboard e recebeu uma certificação de platina óctupla pelas suas vendas na Austrália, três certificações de platina por suas vendas no Reino Unido, no Canadá e nos Estados Unidos.

Para o vocalista Nic Cester, Get Born “É mais cru do que o demo que nós lançamos [Dirty Sweet], nos timbres e tal, e na medida em que a base do álbum segue, só há duas guitarras ligadas, para mantê-lo fiel as demos (…) elas foram feitas com Pro Tools e… merda! Nosso antigo baixista não era tão bom!”

 

 

Kings os Leon – Aha Shake Heartbreak (2004)

Kings Of Leon é uma banda americana e este é seu segundo álbum que traz uma avalanche de singles que agradou muito a crítica, a seus fãs e fez com que a banda explodisse na Austrália. Os KOL tiveram todos os seus 4 álbuns de estúdio entre o Top 50 australiano, no qual Aha Shake Heartbreak ficou na melhor posição como o n° 25 e foi certificado Platina nas vendas. O álbum também recebeu a certificação 2x Platina só na Austrália!

 

 

 

 

The Libertines – The Libertines (2004)

The Libertines é o segundo e último álbum de estúdio da banda The Libertines é o segundo e último álbum de estúdio da banda The Libertines, composta pelo polêmico Pete Doherty (vocal), Carl Barat (guitarra), John Hassall (baixo) e Gary Powell (bateria).

O seu álbum homônimo, foi votado como o segundo melhor álbum do ano pela revista britânica NME. Produzidos por Mick Jones, ex-The Clash, a banda traz uma sonoridade única e nova, o que rendeu ao grupo participação no movimento post-punk revival, levando o título de pioneiro no Reino Unido.

 

 

 

Copeland – In Motion (2005)

Segundo álbum da banda norte americana fundada por Aaron Marsh, na Flórida. Copeland é tão singular e majestoso por suas letras lúgubres e melodias serenas.

A banda teve seu fim em 2010, porém devo confessar pra vocês que foi difícil escolher apenas um álbum deles para colocar nessa lista, pois são todos incríveis!

Em In Motion eles trazem um amadurecimento, uma estreia em 115º no Billboard’s Top 200 Albums Chart e uma sonoridade totalmente diferente de seu primeiro álbum (Beneath Medicine Tree, 2003), aonde temos ao invés de guitarras trabalhadas e músicas pesadas, Marsh afirmou que: “com o Beneath Medicine Tree, quis fazer uma gravação que mexesse com as pessoas, enquanto que com o In Motion, quis fazer uma gravação que fizesse as pessoas se mexerem.”

 

 

 

Lily Allen – Alright, Still (2006)

Estreia da cantora britânica após ser rejeitada por várias gravadoras, trabalho de Allen ganhou notoriedade quando ela publicou demos em sua conta do Myspace, que mais tarde viajou para os Estados Unidos para trabalhar com Greg Kurstin e Mark Ronson, para completar o álbum.

Alright, Still é predominantemente um álbum de Pop, com influências de ska jamaicano, reggae, hip hop com letras sobre relacionamentos passados e um grande senso de humor negro, o que fez com que o álbum fosse lançado com um selo de “Parental Advisory”. Álbum incrivelmente original que foi elogiado pela crítica e foi bem sucedido comercialmente no Reino Unido, onde se estreou no número dois no UK Albums Chart e mais tarde foi disco de platina triplo. Vendeu mais de 2,5 milhões de cópias em todo o mundo. O álbum ganhou uma indicação para Melhor Álbum de Música Alternativa no 50º Grammy Awards. O álbum foi promovido por quatro singles, incluindo os hits “Smile” e “LDN”.

 

 

 

Arctic Monkeys – Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not (2006)

Marcando a estreia da banda inglesa, Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not foi gravado em Lincolnshire e tornou-se o álbum de estreia vendido mais rapidamente no Reino Unido, com 360.000 cópias somente na primeira semana. É disco de platina quádruplo e ganhador do Mercury Prize de 2006 no Reino Unido.

O título do álbum foi tirado de uma fala do filme Saturday Night and Sunday Morning, estrelado por Albert Finney. O título foi escolhido após Alex Turner (vocal) reconhecer similaridades entre as duas obras e a apropriação do nome. Ele disse que “é bom porque o livro é chamado Saturday Night and Sunday Morning e é tipo o que o álbum é, então há uma conexão aí. E também, há muitas pessoas dizendo várias coisas sobre nós e não temos controle sobre isso.”

 

 

 

Kate Nash – Made Of Bricks (2007)

Made of Bricks é o álbum de estreia da cantora e compositora britânica de indie pop Kate Nash e foi lançado cinco semanas mais cedo do que o previsto inicialmente, devido à popularidade do single “Foundations”.

Nos E.U.A., Made of Bricks estreou no número 36 da Billboard 200 com a venda de 16.000 exemplares. Vendeu nos E.U.A mais de 168.000 cópias e no Reino Unido mais de 544.00 cópias, vendendo no total ao redor de mundo mais de 1.000.000 de cópias.

 

 

 

The White Stripes – Icky Thump (2007)

Último álbum da banda, Icky Thump entrou no ranking de álbuns mais vendidos do Reino Unido em primeiro lugar e em segundo no Billboard 200 com 223 000 cópias vendidas. Ganhou também certificado de ouro nos Estados Unidos e recebeu o Prêmio Grammy de Melhor Álbum de Música Alternativa de 2008.

O título é derivado da expressão inglesa “ecky-thump”, comum na região de Lancashire como uma reação de surpresa.

O álbum foi gravado em Nashville e levou quase três semanas para ser gravado – o maior tempo de qualquer álbum da banda até então. Várias faixas de Icky Thump vazaram, e em 30 de maio de 2007, a estação de rádio Q101 de Chicago levou ao ar o álbum inteiro sem a permissão da banda. Há especulação que a gravadora forneceu o álbum para a estação para promover seu lançamento. Além de ser lançado em CD e vinil 180 gramas, a banda lançou o álbum em uma edição limitada num pen drive de 512 MB. Há duas versões: uma retratando artisticamente Jack, e a outra retratando Meg.

 

 

 

Interpol – Our Love to Admire (2007)

Terceiro álbum de estúdio lançado pela banda e o primeiro pela Capitol, antiga editora dos Beatles.

Álbum recebido bem pela crítica e pelos fãs, aonde seu principal single foi “No I in Threesome”.

Foi considerado pela Obscure Sound como o 44º melhor álbum de 2007, e pela NME foi considerado o 49º na lista “Os 50 melhores álbuns de 2007”.

 

 

 

 

Cat Power – Jukebox (2008)

Chan Marshall, ou Cat Power lançou seu oitavo álbum em 2008, pela Matador Records e conta com a versão pacote deluxe que contém um disco bônus com 5 músicas extra. Composto quase inteiro por covers, para salvar temos as faixas “Song to Bobby” e “Metal Heart” (“Metal Heart” foi previamente gravado e lançada em 1998).

Jukebox traz uma sonoridade completamente diferente dos outros álbuns de Cat Power, carregado de influêcia de divas do Jazz, blues e muita influência americana Jukebox com certeza teve tudo pra ser um álbum luxuoso!

 

 

 

Dinossaur Jr – I Bet on Sky (2012)

O álbum traz a receita original do trio que ainda vive e que ainda assim se adapta muito bem a atualidade. Distorções de guitarras melódicas e agradáveis seguidas por batidas roqueiras com aquela pitadinha de skatista dos anos 90 que só a Dinossaur Jr. sabe fazer trazem lembrança da época mais punk da banda, o que pode não agradar os ouvintes mais recentes e não desaponta de maneira alguma os fãs mais antigos.

 

 

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