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Crítica: “A Era do Gelo – O Big Bang”

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batcaverna

Esse é o quinto filme da franquia “A Era do Gelo”, que já se mantém há 14 anos. Dessa vez uma catástrofe cósmica ameaça a vida na Terra, graças as decisões atrapalhadas de Scrat, nosso esquilo favorito. Manny, Ellie, Diego, Shira e Sid, então, deixam seus lares e encontram abrigo em uma caverna ocupada pelo excêntrico líder espiritual Shangri Lhama e seus seguidores devotos.

Sid e seus amigos já caminharam com um bebê humano, fugiram do degelo, encontraram dinossauros e enfrentaram piratas, agora com essa aventura cósmica é de se esperar que as trapalhadas do grupo estejam saturadas e previsíveis, especialmente para o público que tem acompanhado todos os filmes da franquia ao longo desses 14 anos. Scrat continua sendo o personagem mais cativante, sempre perdendo a sua adorada noz, mesmo agora no espaço sideral Scrat continua sendo engraçado. O resto do grupo não se destaca tanto dentro da trama que segue com o mesmo foco: familiar. O enredo é previsível e dessa vez perde ainda mais a graça por não fazer sentido historicamente.

O que ainda funciona na animação é a diversão gratuita, o que é perfeito para os pequenos, o filme é leve e despretensioso, apesar da trama já conhecida e pouco envolvente para os adultos, A era do gelo segue cumprindo o seu papel de entreter a plateia infantil. Um destaque interessante nesse filme são as referências, prepare-se para se deparar com Buck interpretando um famoso astro físico que é de arrancar gargalhadas, nos deparamos também com alguns conceitos físicos e matemáticos mostrados de forma lúdica, uma forma divertida de gerar o interesse matemático nas crianças.

Sendo assim “A Era do Gelo – O Big Bang” é um ótimo distrativo que funciona apenas com as crianças, divertindo pouco os adultos, mas ainda sim um ótimo programa para levar os filhos, sobrinhos e netos nessas férias.

Revisado por: Bruna Vieira.

LOJA DC 4

Estudante de jornalismo. Viciada em séries, filmes, boa comida e conversa fiada em mesa de bar. Nas horas vagas escreve, produz curtas e sonha acordada.

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