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cinema

Crítica do filme: “A Intrometida”

Daniele Soares

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LOJA DC 4

“A Intrometida” (The Meddler), filme que estreia hoje, traz Susan Sarandon de volta aos cinemas e em nossos corações.

Marnie (Susan Sarandon) é uma mulher que está vivendo a perda do marido. Tentando lidar com o luto, ela passa a se intrometer na vida de Lori (Rose Byrne), e acaba sufocando sua única filha. Tudo muda quando Marnie decide se mudar para Los Angeles e conhece Zipper (J.K Simmons).

“A Intrometida” não é uma comédia tradicional,  pois trata de um assunto delicado, equilibrando drama e humor, definitivamente é confortável ver Susan Saradon como Marnie, papel que lembra sua personagem em “Tudo acontece em ElizabethTown“. Marnie é uma mãe preocupada, sensível e participativa, porém tudo que a sua filha Lori precisa é de espaço. Quem nunca ficou irritado ao ver 10 ligações perdidas da mãe ou a caixa de mensagens lotada? Ou as perguntas frequentes e irritantes sobre a vida pessoal? O filme mostra justamente o outro lado, como é para a mãe lidar com tudo isso, como os filhos esquecem que ali também tem um ser precisando de cuidado, ainda mais após a perda de um ente tão querido. A película também traz um tema “tabu” que é o relacionamento entre pessoas idosas, aliás é ótimo termos para variar um filme onde a protagonista tem mais de 40 anos e o fato de não possuir nenhum humor “caricato” com relação a esse fato é ótimo.

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O filme ganha por justamente tratar do tema do luto com leveza e bom humor, em um clima que tenta se equiparar aos bons filmes “cults” europeus e cumpre bem a proposta, não é o melhor filme da Susan Sarandon e muito menos o melhor de J.K Simmons (ganhador do Oscar por Whiplash) porém, ainda assim um ótimo filme, com boas atuações, boas mensagens e um elenco que já faz valer o ingresso.

Revisado por: Bruna Vieira.

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