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cinema

Crítica – A Luz Entre os Oceanos

Nesta quarta (02) chega aos cinemas brasileiros o filme ‘A Luz Entre os Oceanos’ de Derek Cianfrance, de ‘Namorados Para Sempre’ (2010) e ‘O Lugar Onde Tudo Termina’ (2013). Um romance dramático, baseado no best-seller homônimo da escritora australiana M.L. Stedman, que foge de quaisquer clichês do gênero. Uma história de como o amor, as mentiras e a raiva caminham nas relações humanas e onde vemos o perdão como o melhor remédio para a continuidade do sentimento.
O elenco é afinado e enxergamos todas as situações e dúvidas junto com os personagens.

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Michael Fassbender (O Magneto jovem dos últimos filmes dos X-Men) interpreta Tom, um ex-soldado que não acreditava mais no amor e vai trabalhar em um farol numa ilha isolada no mar australiano. Até que ele conhece Isabel, vivida aqui por Alicia Vikander (ganhadora do Oscar por ‘A Garota Dinamarquesa’). Os dois se apaixonam, se casam e vivem felizes até que perdas trágicas e escolhas difíceis aparecem em suas vidas. 
 
Em minha opinião, o mais interessante do filme se dá nos questionamentos entre o certo e o errado, aprofundando os limites do amor. Porque no decorrer da trama vemos situações que nos põe contra a parede justamente neste ponto: será que depois de tantas tragédias pessoais sem resposta, podemos nos considerar culpados por algo que achamos estar fazendo de forma correta justamente para sermos felizes? Mas, e se isso ferir outras pessoas? Onde a mentira e a verdade se encontram?
Perguntas que A Luz Entre Oceanos aborda sem ser pedante ou informal, mas com muito sentimento humano, pois afinal, não é isso que somos? Humanos? 
 
Recomendo para quem queira conhecer os seus limites de amor, ódio e principalmente, perdão.
Revisado por: Bruna Vieira.

Jornalista, boêmio, fanático por futebol, música, Netflix, Homem-Aranha, quadrinhos, cinema nerd e não vejo a hora ou da Khaleesi tacar fogo em Kings Landing ou do Rick arrancar a cabeça do Negan.

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