Connect with us

cinema

Resenha “Jogos Mortais: JIGSAW” I Mas ele não estava morto?

Published

on

LOJA DC 4

Após sete anos, a Lionsgate reviveu a querida franquia Jogos Mortais com o seu oitavo filme, o “Jigsaw”.

O primeiro filme foi lançado em 2004, e como não havia nada igual lançado nas telonas, foi aclamado pelo público, se tornando um clássico filme de terror. O novo filme veio para acolher os fãs que sentiam falta das mortes aterrorizantes.Jogos Mortais 8 – Jigsaw trouxe mortes ainda mais horripilantes, tornando-se únicas a cada gota de sangue e vísceras derramadas.

Além disso, trazendo novas armadilhas unicamente mortíferas e um novo cenário totalmente incrível, que nos remete ao segundo filme da franquia, trazendo uma sensação nostálgica e pavorosa ao mesmo tempo. E por falar em nostalgia, claro que temos o nosso apreciado boneco na bicicletinha, com sua risada maléfica e a terrível máscara de porco.

A mesma ideia de que as pessoas escolhidas para executar os jogos fizeram algo que de alguma forma veio prejudicar alguém no passado, continua. O jogo força o indivíduo a olhar para o passado, redimir-se de seus pecados e confessar na base do sofrimento e tortura.

Ao decorrer da trama, após uma morte brutal e uma série de assassinatos, as investigações começam e tudo leva a John Kramer, mais conhecido como Jigsaw. Mas como isso seria possível se ele está morto há mais de dez anos? Teria ele deixado um legado? Ou seria alguém passando-se por ele e continuado os jogos?

O atual protagonista é Logan Nelson (Matt Passmore), um médico legista que foi escolhido pela polícia, representado pelo detetive Halloran (Callum Keith Rennie) e Hunt (Clé Bennett), para dar início às investigações para tentar decifrar o mistério por trás das novas mortes relacionadas ao Jigsaw. Nesta trama, ele tem a ajuda de Eleanor (Hannah Anderson), sua assistente de consultório no qual é vítima de acusações da polícia por ser seguidora da filosofia de John Kramer.

Com um elenco fortíssimo, oferecendo bons personagens, os destaques são Laura Vandervoort de Supergirl e Paul Braunstein; ambos surpreenderam ao ser vítimas do jogo e como seus personagens nos convencem.

O roteiro é da dupla Josh Stolberg e Pete Goldfinger e, com menos de uma hora e meia, o longa não surpreende na questão de novidade. Não há! O padrão da franquia foi seguido tão fielmente tornando-se clichê e extremante previsível. O que incomodou bastante foi o excesso de efeitos especiais nos corpos dilacerados. Parecia que queriam nos poupar da aflição de ver os restos mortais dos participantes dos jogos, usando o desfoque da câmera.

O filme estreia na próxima quinta-feira, dia 30.11.2017. Vale a pena conferir! A continuidade da saga veio para aclamar os fãs de nostalgia.

 

PS: quem assistiu, o que acharam do cosplay de Demogongon do final? Referências…

LOJA DC 4
Comments