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Pânico na Band é banido da CCXP indefinidamente por comportamento machista e preconceituoso

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Nesta tarde a organização do evento CCXP publicou uma nota de repúdio relativa à cobertura por parte do programa Pânico na Band. Segundo a mensagem, a reportagem realizada pelo grupo de e veiculada pela Band foi “incapaz de lidar com o diferente, trazendo para dentro da CCXP seus preconceitos de gênero e seu franco desrespeito, entrevistando cosplayers com grosseria – chegando a lamber uma visitante”.

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Hoje o maior evento do Brasil na categoria cultura pop, baniu o Pânico na Band da CCXP 2015 e de todas as atividades produzidas por eles a partir de hoje. Os responsáveis também afirmaram que o objetivo da nota não é discutir os limites do humor, mas sim evitar ações extremamente desagradáveis e desconfortáveis para participantes e organizadores, como assédios morais e sexuais, machismo escancarado, homofobia e outros tipos de preconceito dos piores possíveis. Confira a nota oficial:

Ridículo

Lucas Maciel e Aline Mineiro do Pânico, supostamente fantasiados como “nerds”, abordaram pessoas de maneira intrusiva e praticaram todo tipo de assédio moral com os entrevistados, tirando sarro de suas vestimentas e até invadindo o espaço pessoal dos indivíduos.

Em um momento, ao abordar duas cosplayers, mãe e filha, Lucas Maciel disse que “com uma mãe dessas, mamava até os 30”. Ainda com as mesmas participantes, visivelmente incomodadas, o “repórter” afirmou “tá as duas aqui e a pia de louça tá cheia lá em casa, né? (sic)”. A cosplayer Myo Tsubasa, vestida como a personagem Estelar, de Jovens Titãs, pedia apenas para que não tocassem em sua pele, completamente pintada de laranja. Maciel mesmo com o pedido lambeu o ombro da garota, que se mostrou indignada e revoltada com o abuso do apresentador.

Fonte: Tecmundo e Folha 

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