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Livros

Resenha: Laranja Mecânica

“Nada me agrada mais neste mundo do que um livro bom e decente, irmão.”

Acho que de todos os livros já lidos por mim, esse é o mais conhecido. Pelo menos no meio onde eu vivo, sim, é o mais conhecido. E não precisa se preocupar, porque não darei e não farei SPOLIER. Sei que muitos de vocês consideram o Spoiler como falta de respeito, eu sei. Por isso, não o farei.

Existe uma mídia muito grande voltada para Laranja Mecânica e acho que o livro só é lido por quem deve ser e na hora certa. Como se o livro falasse “Agora é o nosso momento”, e você mergulhasse de cabeça no mais escuro e profundo sonho. Um sonho muito louco e que apesar de não entender basicamente nada, não deseja sair dali nem tão cedo.

Antes de ler o livro, eu assisti o filme, e antes de assistir o filme, senti preguiça. Confesso que essa preguiça estava acompanhada do medo do “Caos super realista psicótico que o filme terá sobre mim”. É esse o nome que eu dou para filmes que mexem comigo, tipo… Precisamos Falar Sobre o Kevin, Medianeiras, Garota, Interrompida, A Pele Que Habito…

Assisti o filme e me contorcia por dentro, foi aí que tomei coragem para ler o livro. Em mim, pelo menos em mim, o livro tem muito mais efeito sobre minha mente do que o filme. Nossa imaginação, quando quer, é muito mais que fértil. É perigosa.

É aquele livro que apesar de ler com o dicionário, marcador de textos, lápis e borracha na mão, é bom de ler. No começo, você não entende absolutamente nada, porém, após a passagem do capítulo 2, você passa a se situar. Isso graças ao glossário no final do livro.

O que eu mais curti no livro foi o dialeto falado por Alex, o narrador e protagonista da história. Apesar da capa desse livro ser diferente, eu curti. Ela NÃO é laranja e não é de capa dura, mas existe outro exemplar que é laranja e é de capa dura. Talvez seja até mais fácil de encontrar esse do que o que eu tenho.

No prefácio, conta como nasceu a história. Sua origem. Sua raiz. Não é um livro rápido de ler, confesso, mas te prende da “pior” maneira possível. E sim! Você levará um susto. Levará um choque. Levará um toltchok.
Por ser um livro conhecido e “conhecido”, passo à diante pra vocês.

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2 Comments
  • Graziela Ferreira

    é um dos livros que está na minha lista de leituras futuras, como você disse, cada um tem a hora certa pra ler, ainda estou fascinada pelo Hannibal Lecter!

    • HAHAHAHA Real. Graziela, leia e me conte o que achou 😉

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