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cinema

12 Heróis faz uma leitura simplista sobre momentos muito complexos

Ygor Marques

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Chris Hemsworth interpreta um coronel de forças anti-terroristas em um filme que poderia ser tudo, menos o que é.

Em meio a diversas polêmicas e ao crescente interesse popular em relação à guerra na Síria, Chris Hemsworth estrela uma produção que busca tratar da guerra ao terror. Apesar de se passar em um cenário global completamente diferente do que vivemos hoje (já que os acontecimentos se passam imediatamente após o 11 de setembro), não há como excluir o peso que há, ainda hoje, em se tratar do assunto. O filme chamado “12 Heróis”, também se dá o título de contar a história de um grupo de soldados que obtiveram a primeira vitória nessa guerra contra o terrorismo, algo curioso, já que ela ainda não terminou – e, obviamente, não existem vencedores.

O enredo do filme traz uma força tarefa composta por 12 homens, que tem como objetivo tomar de volta do Talibã o controle de uma cidade chamada Mazar-i-Sharif, uma missão que tem claramente uma grande chance de falhar, mas que os personagens tentarão concluir de qualquer maneira. Em todos os momentos de ação do filme é possível se ver que diversos locais morrem, mas o foco nunca está neles, já que eles nunca possuem identidades dignas de nota durante todo o filme. O que acontece, entretanto, é algo muito corriqueiro em filmes hollywoodianos: não só os personagens, como também a mensagem da obra é extremamente patriótica, com um comandante que tem a total confiança de seus homens, que irão até o fim com ele.

O maior problema do longa é justamente sua colocação no tempo, já que estamos em um ponto já distante da famigerada data que causou o estopim dos eventos tratados no filme – o 11 de setembro já ocorreu há mais de 16 anos – o que torna difícil uma ligação natural ser feita entre a sensação que os personagens tentam passar e aquilo o que vivenciamos no nosso dia-a-dia. A questão principal é o fato de sabermos que, independentemente do resultado da missão que está sendo apresentada, nada estará resolvido, pois já sabemos as condições históricas posteriores, e pior, estamos vivendo-as. Esse tipo de narrativa consegue ser bem-sucedida quando falamos de objetos atemporais com os quais não temos contato próximo, o que se torna muito mais difícil de ser executado com a história ainda em curso

O filme falha em não explorar potenciais pontos positivos, como uma relação entre personagens que poderia ser melhor, e situações de xeque-mate que poderiam dar uma alma e levantar questionamentos que seria muitíssimo interessantes de se ver interpretados em um objeto cultural, já que são questões absolutamente vivas. Isso ocorre, por exemplo, quando o personagem Dostum (Navid Negahban), um general Afegão que busca uma aliança com os americanos para destituir o poder na cidade em questão, diz ao seus aliados: “Vocês serão covardes se forem embora, e serão inimigos se ficarem”. Esse tipo de dualismo é justamente o que pode criar uma empatia nesse tipo de filme, mas, aparentemente, a necessidade de se criar uma justificativa e um discurso patriótico são maiores.

O filme termina deixando um sinal de missão cumprida no ar, apesar de sabermos que vencer uma batalha e vencer a guerra são coisas completamente diferentes e, em termos de obra audiovisual, claramente temos uma batalha perdida, onde não conseguimos encontrar o sentido daquilo que foi proposto e onde diversas vezes nos perguntamos o porquê de certas frases serem jogadas pelos personagens sem nenhuma lógica narrativa ser aplicada a elas, parecendo apenas frases de efeito. No fim, de todas as vezes que Chris Hemsworth diz aos seus soldados que “eles podem não voltar para casa”, a única certeza que fica é que “12 Heróis” não voltará à memória quando alguém se perguntar qual é o melhor filme sobre guerra que já foi feito.

12 Herois

5.7

Fotografia

7.0/10

Direção

5.0/10

Roteiro

5.0/10
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cinema

Ghostbusters: Mais Além confira o trailer de Caça-Fantasmas

Divulgado o primeiro trailer de Caça-Fantasmas

Rebeca Pinho

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Ghostbusters: Mais Além o novo filme da franquia Caça-Fantasmas ganhou seu primeiro trailer nesta segunda-feira (9)

Ghostbusters: Mais Além será uma continuação dos filmes originais da saga, diferente do título lançado em 2016. O longa conta com o retorno da atriz Sigourney Weaver no papel de Dana Barrett, além disso tem a direção de Jason Reitman.

O primeiro filme da saga Caça-Fantasmas, foi lançado em 1984 e desde de seu lançamento, a franquia foi se consolidando de fato, um dos grandes nomes da cultura pop.

Ghostbusters: Mais Além tem lançamento previsto para 10 de julho de 2020

12 Herois

5.7

Fotografia

7.0/10

Direção

5.0/10

Roteiro

5.0/10
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CCXP 2019

CCXP | Artists Alley o coração da CCXP

A Artists Alley é o local onde quadrinistas do mundo todo, encontram seu espaço para compartilharem suas artes.

Rebeca Pinho

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A Artists Alley é o local onde quadrinistas do mundo todo, encontrão seu espaço para compartilharem suas artes. Nomes renomados e também novos talentos tem seus espaço garantido, na maior feira geek do mundo.

A atração é uma experiência única para os amantes dos quadrinhos, hqs e afins. A oportunidade perfeita para conseguir um autógrafo, bater um papo com seus artistas favoritos, ou ainda conhecer novos nomes da indústria.

Esse ano a CCXP conta com mais de quinhentos artistas presentes na feira, com certeza um deles vai te agradar. Além disso, no espaço é comercializado posteres, bottons, e é claro muitos livros!

Entre um dos grandes destaques desse ano, temos a quadrinista Ju Loyola. Ju nasceu em São Paulo. Aos 3 anos, perdeu sua audição decorrente de uma infecção na infância.

Essa é a primeira participação de Ju Loyla na CCXP. A artista traz ”narrativas silenciosas” pois seus quadrinhos não tem textos, apenas imagens. Inclusive um deles foi usado em uma das questões da prova do Enem em 2019, chegando aparecer entre os assuntos mais comentados do twitter.

A CCXP acontece entre 5 e 8 de dezembro e todos os ingressos foram vendidos.

12 Herois

5.7

Fotografia

7.0/10

Direção

5.0/10

Roteiro

5.0/10
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CCXP 2019

CCXP | Trailer de Mulher Maravilha 1984 é revelado

Primeiro trailer foi divulgado na CCXP19 e está incrível de lindo!

Daiane de Mário

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No domingo (08) ocorreu na CCXP19 um dos painéis mais aguardados pelo público que estava presente no Auditório Cinemark – o painel da Warner com Mulher Maravilha.

Os fãs puderam ouvir as palavras de Gal Gadot, que dá vida a Amazona nos cinemas, e de Patty Jenkins, a diretora de ambos os longas inspirados na icônica heroína da DC Comics.

O painel foi transmitido ao vivo em escala global com ambas respondendo a questionamentos dos fãs de toda parte do mundo, para fechar com chave de ouro o público conferiu em primeira mão o trailer de Mulher-Maravilha 1984. Confira:

Como o título sugere, Mulher-Maravilha 1984 seguirá a protagonista em uma nova aventura nos anos 80. O elenco também inclui Chris Pine, como Steve Trevor, Kristen Wiig, que interpretará Barbara Ann Minerva/Cheetah, e Pedro Pascal como Maxwell Lord.

Mulher-Maravilha 1984 chega aos cinemas em 5 de junho de 2020.

12 Herois

5.7

Fotografia

7.0/10

Direção

5.0/10

Roteiro

5.0/10
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