O que era para ser a noite mais mágica do ano para os fãs de Wicked no Brasil acabou em frustração e acusações de descaso. O evento de gala promovido pela TV Globo para celebrar Wicked Parte 2 contou com a presença do diretor Jon M. Chu e das estrelas Cynthia Erivo (Elphaba) e Jonathan Bailey (Fiyero), mas a noite foi ofuscada por polêmicas.
A principal controvérsia envolveu Myra Ruiz e Fabi Bang, as aclamadas atrizes que dão vida a Elphaba e Glinda nos palcos brasileiros desde 2016. Além de representantes da marca no país, elas são as dubladoras oficiais das personagens no novo filme da Universal Pictures.
Apesar da importância delas para a franquia, Myra e Fabi não tiveram qualquer interação no palco com os artistas americanos. Pior: segundo relatos, elas foram impedidas de tirar fotos com Cynthia Erivo e o restante da produção.

O constrangimento aumentou quando outras artistas e influenciadoras presentes, como Larissa Manoela e Jeniffer Nascimento, registraram e publicaram fotos ao lado do elenco do filme. A exclusão das vozes oficiais do longa gerou uma forte sensação de injustiça no público e nos fãs.
O clima para o evento, que ocorreu no dia 4 de novembro, já não era o melhor. Ariana Grande (Glinda) anunciou de última hora que não poderia comparecer, desapontando milhares de fãs, muitos dos quais viajaram de outros estados apenas para ver a atriz.
Em um desabafo elegante após o evento, Fabi Bang comentou a situação:
“Wicked nunca me fez triste. E apesar de hoje… nem hoje. Wicked segue me ensinando a respirar fundo, seguir em frente, levantar a cabeça e ser forte. Amanhã, eu estarei no teatro, cantando feliz e honrada demais pela minha história de uma década defendendo Wicked no Brasil.”



