A Disney acaba de alcançar um marco histórico no mundo do cinema com o lançamento de Zootopia 2. A sequência não apenas conquistou o público, mas também se consolidou como a maior bilheteria de todos os tempos para uma animação produzida em Hollywood.
Com uma arrecadação global impressionante de US$ 1,7 bilhão, o filme ultrapassou a marca anterior de Divertida Mente 2, que detinha o recorde com US$ 1,69 bilhão. O desempenho reforça o poder da franquia estrelada pela coelha Judy Hopps e pela raposa Nick Wilde. Apesar de dominar o cenário ocidental, o longa ocupa a segunda posição global no gênero. Ele fica atrás apenas do fenômeno chinês Ne Zha 2, que faturou US$ 2,25 bilhões fora do circuito tradicional de Hollywood, mantendo-se como a maior animação do planeta.

No ranking geral de todas as produções da história, Zootopia 2 agora ocupa a nona posição. O filme está logo atrás de gigantes do universo de super-heróis, como Homem-Aranha: Sem Volta para Casa e Vingadores: Guerra Infinita, consolidando sua força comercial.
A trajetória de sucesso começou logo na estreia, próxima ao Dia de Ação de Graças. Em apenas cinco dias, a produção arrecadou US$ 559,5 milhões globalmente, tornando-se a maior abertura mundial do ano e a maior estreia animada da história. O filme também quebrou recordes de velocidade. Ele se tornou a animação de Hollywood e o lançamento de classificação PG mais rápido a atingir a marca de US$ 1 bilhão. A recepção internacional foi vital, contribuindo com US$ 1,31 bilhão do montante total.

Sob a direção de Jared Bush e Byron Howard, a trama reúne Judy e Nick em uma nova missão empolgante. Desta vez, a dupla persegue um misterioso residente reptiliano, interpretado pelo vencedor do Oscar Ke Huy Quan, trazendo novos ares para a metrópole animal.
Mesmo com números tão astronômicos, a Disney ainda mantém mistério sobre o futuro. Embora o sucesso torne um Zootopia 3 inevitável para os investidores, a empresa ainda não fez um anúncio oficial sobre uma nova sequência ou possíveis derivados para o streaming.


