AA comunidade digital está em estado de choque após um incidente perturbador ocorrido durante uma transmissão ao vivo na Twitch nesta última quarta-feira, 28 de janeiro de 2026. A streamer e rapper norte-americana AspenKartier foi banida da plataforma da Amazon após evidências sonoras de uma agressão contra seu próprio animal de estimação terem vazado para milhares de espectadores.
Durante a live, o cachorro teria saído de seu espaço designado, o que provocou uma reação agressiva da criadora de conteúdo. Embora a câmera não tenha capturado o momento exato do contato físico, o áudio registrou AspenKartier questionando o animal de forma ríspida antes de sons de impacto e gritos de dor do filhote serem ouvidos nitidamente por quem acompanhava.
Clipes do momento viralizaram rapidamente em fóruns como o Reddit, onde usuários identificaram o som de algo semelhante a uma fita sendo lançada contra o animal por pelo menos três vezes. A repercussão foi imediata e devastadora para a carreira da rapper, que possui mais de 70 mil seguidores na Twitch e uma base consolidada de 100 mil inscritos no YouTube.
Até o presente momento, AspenKartier não se manifestou publicamente sobre o ocorrido e o vídeo original da transmissão foi removido pela plataforma. A Twitch, seguindo sua política rigorosa contra maus-tratos animais, suspendeu a conta por tempo indeterminado, embora não costume detalhar a duração de punições por violações das diretrizes de segurança.
Paralelamente, aqui no Brasil, o debate sobre justiça para os animais ganha força com os desdobramentos do caso do cão comunitário Orelha. O grupo de adolescentes envolvido na tortura e morte do animal pode enfrentar condenações severas, servindo como um marco na aplicação da legislação nacional contra crimes ambientais e crueldade animal.

Esses eventos isolados, mas conectados pelo tema da violência, reforçam a importância da vigilância constante e da denúncia por parte dos espectadores. A indignação coletiva nas redes sociais tem sido o principal motor para garantir que agressores sejam responsabilizados e que os animais envolvidos recebam uma segunda chance em lares seguros e amorosos.


