O lançamento de “Pillion” vai comprovar que um bom ator não é medido por pequenos ou grandes papéis em sua história. Isso porque, o longa fetichista produzido em 2025, traz em seu elenco Harry Melling, que ganhou destaque na carreira depois de viver Dudley Dursley na saga Harry Potter. Sem dúvida, o ator está escrevendo um novo capítulo em sua biografia. Já que a nova produção representa uma notável transformação artística que parte de um universo de fantasia e drama para um cenário altamente explícito de BDSM em uma comédia queer. O lançamento no Brasil está previsto para 2 de abril.

(Image: London Film Festival)
Pillion: um roteiro além do óbvio
O longa dirigido por Harry Lighton, foi muito elogiado pela crítica, desde a primeira vez que foi exibido em Cannes em 2025. Mesmo não estando disponível para todo o mundo, o filme já acumula prêmios importantes. Como por exemplo, o British Independent Film Awards. A trama, apresenta Melling e Alexander Skarsgård em um roteiro diferenciado e bem estruturado que une humor e sensualidade.
Colin, interpretado por Melling, é um jovem tímido que vê sua vida mudar completamente depois que conhece Ray, personagem de Skarsgård, líder de um grupo de motociclistas. Os dois começam então um relacionamento que possui regras bem definidas onde Colin é absolutamente submisso a Ray. As cenas são bem elaboradas, intensas onde a dinâmica dom-sub, levanta a discussão sobre pertencimento. As cenas são tão intensas e emocionantes quanto receber 25 rodadas grátis no cadastro sem depósito em um cassino online.
Química e coragem em cena
Depois de viver o primo irritante de Harry Potter, Melling teve participação em diversas produções dramáticas. Um dos grandes destaques foi em 2022 com “O Pálido Olho Azul”.
Essa atuação, que foi aclamada pela crítica, foi uma das responsáveis por solidificar a qualidade do trabalho do ator em produções dramáticas.
Quando Melling falou sobre seu trabalho e também sobre a atuação em Pillion, ele afirmou que aceitou o papel principalmente pela oportunidade de se desafiar. E não há como negar que quem ficou feliz com a decisão dele de aceitar o papel, foi o público. Já que as cenas são carregadas de química com Skarsgård, que também teve uma atuação brilhante. É possível afirmar que essa relação e afinidade em cena é um dos motivos do sucesso da produção.
Reinvenção artística
A trajetória de Melling é realmente de tirar o fôlego, as escolhas do ator são realmente interessantes. Todos os papéis vividos por ele são elogiados. Ele esteve presente em séries com reputação excelente, além de dramas cinematográficos que o levaram ao topo. A facilidade com que ele transita entre os cenários e papéis é realmente interessante e, claro, curioso. O filme, além de abrir portas para a reinvenção artística de Melling, ainda abre o diálogo sobre auto descoberta, limites e relacionamentos.
Harry afirma que as suas escolhas sempre são baseadas na busca por algo novo. “Eu simplesmente busco temas que me deixaram empolgado de assistir, tipo, ‘Será que consigo entender isso?’”
A consolidação do ator
A carreira de Melling é marcada por vários papéis de peso. O ator, que é natural de Londres, deu os primeiros passos na carreira em 2001 em Harry Potter e a Pedra Filosofal. Depois disso ele ainda apareceu na saga nos anos de: 2002, 2004, 2007 e 2010. Vale destacar que por conta da perda de peso, o ator precisou usar preenchimento para manter a aparência e a essência do personagem.
A produção anterior a de Pillion com a presença de Melling, foi “A Colheita”, onde ele protagonizou o Charles Kent. No lançamento o filme competiu pelo Leão de Ouro, maior premiação do prestigiado Festival de Cinema de Veneza. Ao todo, o ator já participou de mais de 15 grandes produções. Por isso, essa nova fase do ator merece muito destaque e atenção. Esperamos que Pillion seja somente mais o início de uma fase de sucesso para o ator.



