A aguardada cinebiografia do Rei do Pop, intitulada apenas como “Michael“, começou a ser exibida para grupos selecionados da crítica americana. As primeiras impressões indicam que a produção dirigida por Antoine Fuqua conseguiu capturar a essência artística e a complexidade pessoal de Michael Jackson.
O grande destaque unânime entre os críticos é a atuação de Jaafar Jackson, sobrinho do cantor na vida real. De acordo com o crítico Matt Ramos, a performance é considerada perfeita, superando as expectativas para o ano ao entregar a voz, a dança e a alma do artista de forma mágica.

Erik Davis ressaltou que Jaafar incorpora a ambição e a fisicalidade de Michael de maneira deslumbrante. O crítico elogiou a direção de Antoine Fuqua, que teria acertado na recriação de momentos icônicos, especialmente as eras de “Beat It”, “Thriller” e o início da era dos videoclipes.
Além do espetáculo musical, o filme mergulha na relação conturbada entre o astro e seu pai, Joe Jackson, interpretado por Colman Domingo. Davis descreve a obra como uma história sobre o caos entre um pai autoritário e um filho cujo talento extraordinário custou uma infância real.
Hunter Bolding reforçou a força do elenco, classificando a atuação de Domingo como “monstruosa” no papel do patriarca da família Jackson. Embora tenha notado que o final do longa pode deixar um pouco a desejar para alguns, ele definiu a jornada como fascinante e digna do legado do cantor.

Relatos das sessões indicam uma forte reação emocional do público presente, com críticos mencionando plateias que cantaram e dançaram durante a exibição. O filme é descrito por parte da imprensa especializada como a “carta de amor definitiva” para os fãs do maior artista pop de todos os tempos.
A narrativa busca equilibrar a ascensão meteórica de Michael com o preço devastador da fama e as colisões familiares. Com foco em momentos que definiram a cultura pop mundial, a produção se posiciona como um dos lançamentos mais importantes e impactantes do ano de 2026.








