Taylor Swift The Life of a Showgirl

Taylor Swift é processada por dançarina de cabaré

Taylor Swift é processada por ex-dançarina que alega que o nome do álbum The Life of a Showgirl viola sua marca registrada desde 2015.

Ed Rezende
Por
Ed Rezende
Produtor, escritor nas horas vagas, administrador, editor e fundador do site CDL.

Taylor Swift enfrenta um processo judicial inusitado envolvendo seu 12º álbum de estúdio, The Life of a Showgirl, lançado em outubro de 2025.

A ação foi aberta em 30 de março de 2026 em tribunal federal na Califórnia por Maren Flagg, artista de Las Vegas conhecida profissionalmente como Maren Wade, que atua como cantora, comediante e escritora.

Cabana do Leitor Google Discover

Google Discover é do Google. Os cabaneiros podem nos seguir por lá.

Seguir

Segundo ela, o título e a identidade visual do álbum de Swift violam sua marca registrada Confessions of a Showgirl, que ela criou em 2014 como coluna no Las Vegas Weekly e transformou em um show que percorreu os Estados Unidos.

Taylor Swift The Life of a Showgirl fwer

No processo, Flagg argumenta que os dois títulos compartilham a mesma estrutura, a mesma frase dominante e a mesma impressão comercial — e que ambas as marcas atuam em mercados sobrepostos com o mesmo público.

Um ponto central da disputa é que o Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos recusou o pedido de registro de The Life of a Showgirl feito pela equipe de Swift em novembro de 2025, justamente por considerá-lo parecido demais com a marca já existente de Flagg.

A defesa de Swift não poupou palavras. Seus advogados afirmaram que o processo nunca deveria ter sido aberto e que se trata de uma tentativa de usar o nome da cantora para promover a marca da autora. Segundo eles, é praticamente impossível confundir a turnê bilionária de Swift em grandes estádios com as apresentações de Flagg em espaços intimistas, como resorts de golfe e cabarés com menos de 100 lugares.

Crítica | Taylor Swift destaca os bastidores de sua vida no The Life of a Showgirl

A equipe de Swift também apontou uma contradição relevante: Flagg esperou oito meses após o lançamento do álbum para pedir uma liminar de urgência — e durante parte desse período, a própria autora teria usado hashtags ligadas ao lançamento de Swift nas redes sociais.

O processo inclui também a Universal Music Group e a Bravado, empresa de merchandising de Swift, que comercializou produtos com a marca do álbum como velas, drinkware e acessórios.

A defesa ainda argumenta que o título do álbum é protegido pela Primeira Emenda da Constituição americana, o que tornaria qualquer restrição ao seu uso inconstitucional.

The Life of a Showgirl de Taylor Swift foi gravado na Suécia durante a Eras Tour, com produção de Max Martin e Shellback, e vendeu cerca de 4 milhões de cópias em sua primeira semana.

Compartilhe este artigo