O filme Mortal Kombat 2 encontra-se atualmente em exibição nos cinemas, apresentando um desempenho de bilheteria positivo apesar de não alcançar as projeções iniciais mais otimistas do estúdio.
Diante deste cenário comercial da adaptação, a equipe de produção já trabalha ativamente com a forte expectativa de apresentar um grande aprimoramento para o lutador Liu Kang no terceiro longa-metragem.
A revista Variety questionou o roteirista Jeremy Slater sobre o aguardado retorno do icônico monge shaolin, considerando a sua trágica morte pelas mãos de Shao Kahn durante o segundo filme. O escritor foi diretamente indagado se o herói retornaria para o próximo projeto cinematográfico assumindo o poderoso manto de Deus do Fogo, indicando que este será o caminho adotado.

O produtor respondeu afirmativamente sobre a divindade do personagem, explicando que o seu principal argumento criativo exigia a execução de duas mortes chocantes ao longo da violenta narrativa. Segundo Slater, a polêmica decisão de assassinar o protagonista Cole Young surpreenderá os espectadores casuais que compraram o ingresso esperando vê-lo atuar como o grande salvador do universo novamente.
O roteirista destacou que este evento específico não afetará o público mais dedicado, que já utilizava as redes sociais para exigir a eliminação definitiva do lutador original criado para os cinemas. Em contrapartida, a eliminação de Liu Kang não impactará severamente o público geral, mas será devastadora para os maiores conhecedores da marca, pois canonicamente ele é o responsável por derrotar Shao Kahn.

Muitos destes espectadores fervorosos foram aos cinemas com a forte expectativa de ver o clássico personagem asiático consagrar-se como o grande campeão do sangrento torneio contra as forças de Exata. No entanto, a equipe criativa justificou que o desenvolvimento do passado de Kitana limitou as opções narrativas, tornando a guerreira a única figura verdadeiramente satisfatória e com direito de vingança contra o imperador.
A gigante Warner Bros. Pictures já havia autorizado oficialmente a produção de um terceiro filme da violenta franquia no ano passado, demonstrando confiança no futuro da marca.
Até ao momento, o modesto projeto de oitenta milhões de dólares não conseguiu cobrir os seus próprios custos após estrear em meio a uma forte concorrência contra o filme biográfico de Michael Jackson e a comédia O Diabo Veste Prada 2.








