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Netflix pode impedir compartilhamento de senhas no Brasil é o que decide a justiça

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais considerou lícita a cobrança da Netflix sobre o compartilhamento de senha no país.

Ed Rezende
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Ed Rezende
Produtor, escritor nas horas vagas, administrador, editor e fundador do site CDL.

A Netflix e outras plataformas de streaming foram respaldadas por uma recente decisão judicial no Brasil. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) determinou formalmente que a cobrança de taxas adicionais para evitar o compartilhamento de senhas é uma prática legalmente autorizada.

A 12ª Câmara Cível do tribunal analisou a situação e considerou lícita a cobrança financeira específica pela funcionalidade de assinante extra nos serviços digitais. Embora o caso concreto julgado tenha sido direcionado à Netflix, plataformas concorrentes como o Disney+ e a HBO Max já adotam sistemas semelhantes de restrição.

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O órgão judiciário concluiu oficialmente que a ferramenta de bloqueio implementada não configura uma violação aos direitos básicos estabelecidos para o consumidor. A corte entende que a medida tecnológica serve estritamente para impedir que pessoas não pagantes utilizem a infraestrutura do serviço de entretenimento.

Conforme o entendimento dos magistrados, a política adotada pelas companhias busca evitar o cenário jurídico classificado como enriquecimento sem causa.

Este conceito legal do judiciário brasileiro também atua de forma a impedir que as empresas de tecnologia sejam obrigadas a pagar grandes indenizações nestas situações civis.

A polêmica cobrança por assinante extra foi implementada oficialmente pela Netflix no mercado brasileiro durante o ano de 2023.

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