O diretor e roteirista James Gray declarou que a versão do filme “Ad Astra” lançada nos cinemas não representa o seu corte original. A revelação dos bastidores foi feita durante uma recente entrevista concedida à revista Brut.
Segundo o cineasta, o longa-metragem espacial passou por uma série de refilmagens após testes de exibição fracassados. O material final acabou sendo estendido e significativamente alterado por exigências da 20th Century Fox.
Gray explicou que o processo criativo foi fortemente prejudicado pela transição da venda do antigo estúdio para a Disney. Ele afirmou de forma categórica que o controle da produção lhe foi tirado durante essa conturbada fase. O diretor destacou que o seu corte original seria diferente, contando com exatos 12 minutos a menos de duração. Ele expressou um grande desejo de conseguir lançar essa versão mais curta e autêntica no futuro.

A trama de ficção científica acompanha um corajoso astronauta que viaja para além das estrelas em uma perigosa missão. O seu objetivo é investigar o misterioso desaparecimento de seu pai na tentativa de encontrar vida inteligente em Netuno.
A superprodução de 80 milhões de dólares é encabeçada pelo astro Brad Pitt assumindo o complexo papel principal. O elenco principal conta ainda com a presença de peso do veterano Tommy Lee Jones interpretando o pai desaparecido.
Atualmente, o cineasta promove “Paper Tiger”, um novo drama policial ambientado na cidade de Nova York dos anos 80. Diferente da sua experiência anterior, ele garantiu ter controle criativo total sobre este projeto orçado em 15 milhões de dólares.
A nova obra reúne um forte elenco principal liderado por grandes estrelas de Hollywood. A produção traz interpretações de Adam Driver, Scarlett Johansson e Miles Teller.








