O novo filme do diretor Steven Spielberg, intitulado Dia D, não contou com um aliado especial para algumas tarefas específicas da sua aguardada produção. O cineasta decidiu deixar de fora a famosa tecnologia de inteligência artificial.
Emily Blunt, protagonista do filme Dia D, que estreia em 12 de junho, atua como a meteorologista Margaret Fairchild. Ela ficou “um pouco assustada” com a ideia de usar IA para criar a voz alienígena no longa, preferindo produzir os sons no estúdio.

Durante a sua entrevista, a atriz detalhou o processo criativo das cenas. “Até meio que antes daquele momento em que ela começa a falar nessa língua não humana”, explicou a artista sobre a sua decisão de gravar as reações vocais para a produção.
Blunt continuou detalhando as opções. “Você poderia seguir o caminho da IA, o que me assusta um pouco. Achei que poderia fazer sons de verdade. Eu disse: ‘Talvez eu possa entrar e a gente faça sons estranhos’. Eu fazia sons de respiração”, revelou.

A atriz relatou que o designer de som posicionou um microfone próximo à sua boca e outro na garganta. Blunt explicou que o equipamento “captura isso de um jeito muito estranho. Depois, o designer de som foi embora e produziu aquele som esquisito”.
Steven Spielberg já havia deixado claro o seu forte posicionamento sobre o uso de IA generativa no cinema. “Não estou disposto a substituir, porque não acredito muito em consciência. Não acredito que exista substituto para a alma”, afirmou o diretor.








