Unir fãs de filmes de terror e fãs de Resident Evil tem tudo para ser uma combinação certeira, desde que a produção não economize nas cenas grotescas e construa uma narrativa consistente. Felizmente, o diretor Zach Cregger afirmou que está tendo total liberdade criativa para conduzir o novo longa-metragem.
Zumbis saltando de paraquedas e se chocando contra carros, mutações gigantescas e um cenário macabro são alguns dos elementos que o cineasta trouxe para a adaptação. Em entrevista à revista Empire, ele contou com entusiasmo que a versão final do filme é inteiramente sua, sem qualquer interferência dos estúdios.

Apesar da satisfação com o resultado e da autonomia na criação, Cregger não escondeu que a responsabilidade de comandar uma marca tão gigante e adorada traz uma pressão imensa.
“É um trabalho incrivelmente exigente e sinto que posso entrar em colapso. Todos os dias no set, você precisa ser a fonte de energia da qual 150 pessoas se alimentam, e não sei se vou conseguir manter esse ritmo. No mínimo, terei que tirar alguns anos de folga.”

Mesmo com o desgaste, o diretor promete manter a atmosfera perturbadora vista em Noites Brutais e A Hora do Mal. Segundo ele, esta é a produção mais violenta que já realizou, com sequências pesadas, brutais e muito sangrentas, algo que a comunidade aguarda ansiosamente por se tratar de um universo tão icônico.
A trama de Resident Evil se inspira no segundo jogo da série, mas foge do caminho óbvio. O protagonista é Bryan, um entregador comum vivido por Austin Abrams, que se vê no meio do surto zumbi em Raccoon City sem nenhum treinamento de combate para sobreviver ao caos.
Nascida em 1996, a franquia da Capcom é uma das mais influentes do horror e da cultura pop, adaptada para diversas mídias ao longo de quase três décadas, com um histórico de filmes que sempre dividiu os fãs.












