A passagem recente do grupo de K-pop Aespa pelo Brasil gerou uma onda de indignação entre os fãs. O público acusou as integrantes de apresentarem uma postura fria durante a apresentação com alguns acusando as artistas de xenofobia, levantando debates sobre o tratamento prestado e gerando forte insatisfação nos bastidores.
O evento ocorreu no dia 4 de setembro de 2026, na Mercado Livre Arena Pacaembu, na cidade de São Paulo. Os ingressos convencionais começavam no valor de R$ 260, mas diversos espectadores investiram até R$ 2.689 para garantir acesso ao pacote VIP para interagir com o grupo.
A modalidade prometia um encontro próximo ao final do show. Contudo, os compradores relataram que as artistas mantiveram distância do público, rindo de forma fria e evitando qualquer contato mais caloroso, contrastando com exibições anteriores realizadas em outros países.
A conduta gerou questionamentos legais sobre o cumprimento dos serviços oferecidos no pacote. Diante do descontentamento e das falhas relatadas pela plateia, a produtora Live Nation poderá ser responsabilizada judicialmente pelas irregularidades ocorridas na organização.

Criado em 2020 pela SM Entertainment, o quarteto é formado por Karina, Winter, Giselle e Ningning. O grupo Aespa se consolidou no mercado internacional por combinar apresentações reais com avatares virtuais e lançar sucessos mundiais como as faixas Black Mamba, Next Level e Savage.
Com uma proposta inovadora no K-pop, o Aespa mistura música eletrônica e elementos de metaverso em suas produções. A comunidade de fãs aguarda um posicionamento oficial das autoridades organizadoras para solucionar as divergências registradas durante a recente turnê.












