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A edição do Anime Friends 2019 está recheada de atrações

A edição do Anime Friends deste ano conta com diversas atrações internacionais e nacionais e vai até este domingo (14).

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Este final de semana está acontecendo o Anime Friends em São Paulo e este ano tem várias coisas legais no evento.

Nessa última sexta-feira (12) foi a abertura do evento onde tivemos uma mega coletiva de imprensa que contou com todos as atrações internacionais que iriam participar da edição deste ano do Anime Friends.Todos contaram um pouco de sua experiencia no Brasil e de como os fãs brasileiros são calorosos de uma forma surreal, no qual eles jamais viram antes e o que eles esperavam encontrar no povo brasileiro e claro que a resposta foi “O acolhimento do povo brasileiro com eles” e ainda completaram que no Japão as pessoas não são tão acolhedoras como nós.

Foram diversas atrações internacionais esse ano como: Ultraman Heroes, Deadlift Lolita, Takumi Tsutsui e Takumi Hashimoto mais conhecido por dar a vida aos personagens da série japonesa Jiraiya, a cantora Yumi Matsuzawa, a banda Snowkel e a atriz Ayaka Komatsu. Claro que tivemos ainda sim algumas atrações nacionais como Duda Espinoza o dublador do Capitão América, Marco Ribeiro dublador do Woody (Toy Story) e do Homem de Ferro (Vingadores), Wirley Contaifer dublador do Homem Aranha e Alfredo Rollo conhecido por dar sua voz em Dragon Ball Z.

Ainda há ingressos disponíveis para o último dia clicando aqui.

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Anime

Primeiras Impressões – Death Parade: Um “Jogos Mortais” Animado?

Lucas

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Death Parade, anime de 2015 que estava no meu radar há algum tempo e considerando a situação atual de quarentena resolvi aproveitar alguns minutos do dia para experimentá-lo.

Comentando um pouco sobre o que é Death Parade, é relevante dizer que se trata de uma produção Madhouse, conhecida pela imensa qualidade nos seus projetos, e dirigido por Yuzuru Tachikawa (Diretor também de Kill la Kill e Mob Psycho 100). Death Parade é curto, apenas 12 episódios de aproximadamente 23 minutos, inspirados no filme curta metragem “Death Billiards“, parte do Young Animator Training Project’s Anime Mirai 2013.

O anime começa de forma misteriosa: Takachi e Machiko estavam indo para sua lua de mel, e sem saber o que aconteceu, chegaram a um ambiente chamado “Quindecim“, semelhante a um bar através de dois elevadores separados.

Elevador que trás os personagens ao Quindecim.

O Quindecim é muito semelhante a um bar, e como todo bom bar temos um funcionário bartender de cabelos brancos curtos, o Decim, como se auto intitula. Takachi e Machiko se aproximam deste e, sem muitos rodeios, ele lança uma bomba: Eles terão que participar de um jogo valendo suas próprias vidas.

Após alguma discussão e tentativas de fuga, Decim explica as regras do jogo que foi escolhido. Ambos terão 7 dardos para serem lançados e quem tiver mais pontos vencerá. O que torna tudo tenebroso e misterioso são que cada pontuação é relativa a uma parte do corpo, e quanto maior a pontuação mais dor é infligida.

O mapa de pontos no jogo de dardos.

Após conhecer um pouco mais do que vemos em Death Parade, proponho uma conversa sobre alguns dos temas tratados no episódio, além de uma análise de várias situações interessantes que são apresentadas.

A animação de Death Parade chama a atenção principalmente no design de personagens. Rapidamente podemos interpretar um pouco da personalidade do Decim, Takachi e Machiko que são desenvolvidos ao longo do episodio. Enquanto Decim é objetivo com sua voz serena, Machiko está se sentindo pressionada por toda a situação e Takachi se impõe como um esposo protetor. A animação chama a atenção principalmente na transição para o jogo, quando vemos uma mudança drástica com algumas cenas em 3D e efeitos mais trabalhados principalmente no cenário, porém a produção cai um pouco na reta final principalmente nas expressões exageradas e um pouco caricatas dos personagens.

O que mais temos para conversar aqui é roteiro. Death Parade é misterioso desde o primeiro momento, e propositalmente evitei comentar o meio para o fim do episódio para evitar spoilers essenciais da trama, porém podemos perceber alguns assuntos interessantes aqui, inclusive, semelhanças com obras ocidentais. O anime se apresenta como um tipo de jogo de sobrevivência, poucas regras e estas mesmo são extremamente genéricas dando lugar a interpretação, que logo, demonstram ser plot twists ao longo dos seus 23 minutos.

De inicio o casal é extremamente próximo, porém ao ser colocado em uma situação de vida ou morte e de extrema dor, logo algumas máscaras caem. Os comportamentos mudam e várias surpresas vão sendo apresentadas enquanto descobrimos mais coisas sobre o passado deles e suas personalidade. O momento onde isso é mais chamativo, para mim, é representado por uma imagem bem ilustrativa, que traz uma sensação indireta de que o “conto de fadas” está próximo a um triste fim.

O anel de casamento manchado de sangue.

No ocidente, temos uma série blockbuster de filmes extremamente conhecida no ramo do terror criado por James Wan, antes de sua grande fama como diretor. “Jogos Mortais” começa assim, John Kramer (conhecido como Jigsaw) apresentava jogos de vida ou morte para testar a vontade de viver de seus participantes. A principal mensagem que Kramer passa em seus jogos (principalmente nos primeiros filmes, antes de seus ajudantes tomarem os jogos pra si) é que ao chegar no limite da vida, as pessoas mudam radicalmente.

Essa mensagem não é a unica que Death Parade passa, porém é algo presente principalmente no inicio e meio da trama. O amor do casal e o que viveram juntos vai dando lugar centenas de outras questões, e estas em momentos pontuais e regulares tornam a trama cada vez mais interessante. Mesmo que Decim não tenha as intenções de Kramer tinha, como telespectador, podemos ver semelhanças interessantes entre o comportamento daqueles que estão no jogo.

Decim é misterioso assim como todo o ambiente do anime, porém ao final do episódio as surpresas se acumulam de maneira positiva e estamos mais localizados no que virá a seguir. Uma primeira impressão extremamente boa, que atrai minha atenção para os próximos 11 episódios que estão por vir.

Nota 8/10

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Bleach terá seu último arco adaptado para anime junto com seu spin-off “Burn The Witch”

Mai Inoue

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Em 2012, “Bleach“, que foi um dos grandes nomes da Shonen Jump e concorria com One Piece e Naruto na televisão japonesa, nos deixou prematuramente bem antes do final do mangá. Depois do arco “Fullbring” a animação foi cancelada, deixando centenas de milhares de fãs pelo mundo todo inconsoláveis, seguindo apenas com a publicação em mangá. Os quadrinhos chegaram ao fim em 2016, com um final que não agradou muitos. O autor Tite Kubo continuou seu trabalho de mangaká, publicando uma série spin-off intitulada de “Burn The Witch“, que em breve também será adaptada para anime ainda esse ano.

Porém, 2020 foi ano do 20º aniversário da série, trazendo várias comemorações e uma notícia inesperada: a volta da série animada. Vamos poder acompanhar o último arco, “Thousand-Year Blood War“, totalmente animado com previsão para 2021. O arco vai do capítulo 480 até o último de número 686 no mangá.

Anúncios do projeto de aniversário de 20 anos de Bleach, publicados pela Weekly Shonen Jump

O anúncio desse arco animado desperta a esperança de mudanças em alguns aspectos do final do mangá que não agradou muitos fãs, além de trazer de volta o que segundo muitos, nunca deveria ter parado.

Quanto ao spin-off “Burn The Witch“, vamos contar com a adaptação de um one-shot do mesmo universo de Bleach, trazendo bruxas e dragões para essa realidade. A história de Noel Niihashi e Spangle Ninii se passa em Londres, 12 anos depois da história que a originou e vai ser animada pelo Studio Colorido, porém não temos informações qual será o estúdio que irá animar Bleach. A animação de Burn The Witch tem previsão de ser lançado no meio desse ano, no verão japonês.

Noel e Spangle, as protagonistas no mangá “Burn The Witch”

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Anime

Marvel contrata estúdio canadense para produzir What If?

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De acordo com a Variety, a Marvel Studios encomendou o estúdio de animação Squeeze, com sede em Québec City, para produzir cinco episódios de What If? para Disney +. 

Anunciado durante a Comic-Con de San Diego do ano passado, o programa está programado para explorar histórias alternativas para vários personagens, como os quadrinhos. 

Isso significa que veremos cenários como “E se Peggy Carter usasse o soro do Super Soldado em vez de Steve Rogers?” e “E se T’Challa foi sequestrado pelos Ravagers de Yondu?”

“A Marvel estava procurando um estúdio de animação de classe mundial para criar um estilo novo e único que estivesse de acordo com a essência da marca”,  diz o CEO e cofundador da Squeeze, Denis Doré. “Nós realmente clicamos, desde nossas conversas iniciais em Los Angeles no ano passado, e eles adoraram a nossa proposta. Estou emocionado que a criatividade e o talento de nossos artistas ressoassem tão fortemente em Hollywood”.

Curiosamente, analistas observam que What If? deverá estrear na Disney + no verão de 2021, com uma primeira temporada composta por dez episódios (e não um cenário “What If?” diferente para cada filme da Saga Infinity, como originalmente suspeitávamos).  

Squeeze já trabalhou com várias empresas, incluindo Disney, Marvel, Universal, Illumination, WarnerMedia e Ubisoft. 

Vocês estão animados com o lançamento do What If?

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