O empresário Elon Musk tornou-se um dos principais críticos do filme A Odisseia, vindouro projeto cinematográfico do diretor Christopher Nolan, expressando forte descontentamento com as escolhas de elenco para o papel de Helena de Troia.
O bilionário criticou publicamente as recentes escalações dos atores Lupita Nyong’o e Elliot Page, que já havia colaborado com o cineasta no aclamado sucesso A Origem. Musk já vinha se manifestando de forma contrária à produção desde o mês de fevereiro, quando surgiram os primeiros rumores sobre o envolvimento de Nyong’o no longa.

Um recente perfil sobre Nolan, publicado pela revista Time no dia 12 de maio, confirmou as especulações e revelou novos detalhes do projeto. A reportagem oficializou que Nyong’o não apenas interpretará Helena de Troia, reconhecida na mitologia grega como a mulher mais bela do mundo, mas também assumirá o papel surpresa de Clitemnestra, irmã da figura mitológica e esposa de Agamenon.
O comentarista conservador Matt Walsh utilizou a rede social X para criticar as decisões do estúdio em relação ao perfil da personagem.

Segundo Walsh, Nolan teria evitado escalar uma atriz branca por receio de enfrentar acusações de racismo, afirmando em sua postagem que o diretor seria “tecnicamente talentoso, mas um covarde”.
Elon Musk endossou a opinião do comentarista, respondendo de forma direta à publicação com uma mensagem de concordância. O proprietário da plataforma também declarou que o cineasta estaria alterando as etnias dos personagens clássicos com o objetivo principal de conquistar grandes premiações da indústria.

A interação de Musk ocorreu em resposta a um debate sobre os atuais padrões de representação e inclusão do Oscar para a principal categoria de Melhor Filme. Estabelecidas formalmente em 2020, as regras da premiação exigem o cumprimento de critérios de diversidade que envolvem desde o elenco principal até a equipe técnica e o desenvolvimento de público.
Em outras publicações veiculadas na plataforma, Musk compartilhou conteúdos adicionais com críticas às escolhas criativas. As postagens alegavam que Nolan estaria desrespeitando o legado histórico do poeta Homero em A Odisseia e teciam comentários em tom de ridicularização direcionados ao ator Elliot Page.








