A Odisseia, novo filme do multipremiado diretor Christopher Nolan, está em cartaz nos cinemas, mas o cineasta já revelou que o público deverá esperar pelo menos três anos para acompanhar seu próximo projeto.
Durante uma entrevista ao programa Today, foi lembrado que Nolan tem lançado um novo longa a cada três anos. Interestelar chegou aos cinemas em 2014, seguido por Dunkirk, em 2017, Tenet, em 2020, Oppenheimer, em 2023, e A Odisseia, em 2026.

Questionado sobre a possibilidade de manter esse ritmo, o diretor afirmou que três anos seriam o período mínimo necessário. “Definitivamente atingi os limites da minha resistência e da resistência de todo mundo, eu acho”, declarou Nolan ao comentar o desgaste provocado pela produção.
O cineasta acrescentou que a dificuldade fazia parte da proposta do projeto, já que uma adaptação de A Odisseia não poderia parecer simples. O longa exigiu filmagens em diferentes países, cenas no mar e uma escala de produção destinada a representar a jornada mitológica de Odisseu.

Nolan também fez história ao transformar o filme no primeiro longa-metragem rodado integralmente com câmeras de película IMAX. Segundo o diretor, a dimensão da história tornou o projeto ideal para concretizar o antigo objetivo de filmar uma produção inteira no formato.
O esforço já apresenta resultados nas bilheterias. A Odisseia caminha para arrecadar cerca de US$ 257,8 milhões em sua estreia mundial, superando os US$ 249 milhões alcançados por Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge e estabelecendo a maior abertura global da carreira de Nolan.











