Connect with us

cinema

Alguém Como Eu – “Comédia luso brasileira não passa de novelão de uma hora e meia”

Avatar

Published

on

Alguém Como Eu é uma comédia romântica feita numa parceira entre Brasil e Portugal que conta com protagonistas do dois países. Paola Oliveira interpreta a publicitária Helena e o português Ricardo Pereira vive o advogado Alex. Eles formam o par romântico do novo filme do diretor Leonel Vieira (Zona J, O Pátio das Catingas).

Antes deles se encontrarem, porém, o filme mostra uma Helena desiludida com o amor. Mesmo sendo uma bem sucedida profissional, a personagem vivida por Paolla Oliveira sofre com relacionamentos que não correspondem as suas expectativas. Mais uma vez, um típico clichê de personagem feminino no cinema.

E o filme não foge muito disso. Até pelos atores principais, conhecidos por terem inúmeras novelas no currículo, o longa não passa de um novelão de uma hora e meia.

Depois de receber uma proposta irrecusável para trabalhar em Portugal, Helena decide se mudar para o país europeu em busca de novos rumos e novos desafios para sua vida. Lá, o amor literalmente bate a sua porta e ela e Alex começam a viver um romance perfeito até a página dois.

Depois de alguns meses de relacionamento, o desgaste natural de uma relação começa a aparecer. E para tentar acabar com isso, Helena decide pedir a Deus por um parceiro que seja mais parecido com o jeito dela, daí o titulo do filme.

Depois de ter seu pedido atendido de forma mágica, a protagonista passa a ter visões onde só ela vê seu namorado como uma mulher. Em diversos momentos, Alex aparece como uma figura feminina interpretada pela atriz portuguesa Sara Prata. Há momentos de estranheza entre as duas e até uma cena de sexo lésbico entre as personagens.

Depois de um tempo, Helena se arrepende do pedido e acaba se separando de Alex por não conseguir viver mais ao lado de uma mulher. O filme aborda um tema que não é nem um pouco inédito no cinema nacional, sendo visto em longas como “Se Eu Fosse Você” (Daniel Filho).

A narração em off da personagem de Paolla Oliveira chega a ser muito cansativa, já que ela explica tudo que está acontecendo ao longo do filme. Porém, em alguns momentos, especialmente depois do pedido que transforma seu companheiro em mulher, o longa carece de alguns explicações básicas e parte para um modo quase que autoexplicativo.

Fora as belas paisagens de Lisboa e do Rio de Janeiro, gravadas em grandes sequências com drones que exploram bem os cenários, e de alguns poucas piadas, o filme não tem muitas novidades a serem mostradas.

Em coletiva para jornalistas após a pré-estreia do longa, o diretor português Leonel Vieira disse que a ideia é fazer uma continuação, ou até mesmo uma série baseada na história de Alguém Como Eu, dependendo da aceitação do público. Se fizer dinheiro sim, caso contrário a declaração do diretor não passa de uma ótima piada.

Alguém Como Eu já está em exibição nos cinemas de todo país.

Alguém Como Eu

6.1

Roteiro

5.0/10

Direção

6.0/10

Fotografia

7.5/10

Atuação

6.0/10

Pros

  • Belas imagens

Cons

  • Personagem feminino clichê
  • Narração em off
  • Roteiro batido

Formando em Jornalismo, cinéfilo fanático pelas franquias Star Wars e Batman. Eclético e buscando atualizar o gosto pelo cinema constantemente. Na TV, fã das séries The Walking Dead, Mr Robot, Westworld Rick and Morty.

Advertisement
Comments

cinema

Kevin Smith apoia Ray Fisher e diz que Joss Whedon descartou versão de Snyder

Segundo Kevin Smith Joss Whedon estava determinado a mudar toda a versão de Snyder.

Avatar

Published

on

By

Kevin Smith, um dos diretores mais influentes da DC Comics, acaba de dizer que apoia Ray Fisher sobre as alegações de abuso que atores e a equipe criativa sofreram do diretor Joss Whedon durante as gravações da Liga da Justiça.

No episódio mais recente do podcast Fatman Beyond, de Kevin Smith, ele confirma os comentários Fisher falando de conversas que teve com membros da equipe de The Rise of Skywalker, que também trabalhou nas duas versões da Liga da Justiça.

Kevin Smith e o escritor Marc Bernardin estavam discutindo a situação quando Smith abriu uma conversa que ele teve com uma equipe de efeitos especiais da Liga da Justiça , que lhe disse que Joss Whedon estava totalmente contra a versão de Zack Snyder para o filme, negando até mesmo informações anteriores de que Zack Snyder teria escolhido Whedon para a cadeira de diretor e também que ele iria apenas finalizar algumas coisas para o filme. O diretor ressalta que ele não ficou sabendo de tudo antes, mas definitivamente o que ele sabe se alinha às recentes acusações de Ray Fisher.

“Reduziu, descartou e foi negativo sobre a versão de Zack que ele viu que toda a equipe de efeitos especiais [essas pessoas] fizeram juntos”.

 Um rumor antigo dava conta que a diretora de Mulher-Maravilha, Patty Jenkins, não queria mais que Gal Gadot trabalhasse com a personagem nos filmes que o diretor poderia se envolver no futuro da DC, Joss Whedon também foi muito criticado quando o seu roteiro de Mulher-Maravilha vazou, ao qual foi classificado como e machista.

Afastado do filme por conta do suicídio da sua filha, Zack e sua esposa Deborah Snyder – que também produziu o longa – não chegaram a finalizar totalmente o projeto.  Joss Wheldon, diretor de Vingadores e Vingadores: Era de Ultron, foi chamado pela Warner para refilmar boa parte da produção, mudando assim acontecimentos previstos no roteiro original do filme, assim como refazer cenas importantes da trama. Snyder revelou recentemente que jamais viu a versão que saiu para o cinema, sempre dando a entender que gostaria de exibir ao público a sua visão dos heróis.

Liga da Justiça recebeu críticas mistas da mídia especializada na época de seu lançamento, com destaque positivo às atuações de Gadot (Mulher-Maravilha) e Ezra Miller (Flash), as sequências de ação e os efeitos visuais, enquanto que o enredo, a narrativa, o ritmo, o vilão e o excessivo uso de efeitos especiais foram recebidos de forma negativa. 

Arrecadando mais de US$ 657 milhões mundialmente, sendo assim o décimo quarto longa-metragem de maior bilheteria daquele ano, ficou abaixo das expectativas do estúdio (com perdas estimadas entre US$ 50 e US$ 100 milhões) e é o título de menor receita do então universo estendido da DC Comics no cinema.

Liga da Justiça: Snyder Cut estreia em 2021 na HBO Max.

Alguém Como Eu

6.1

Roteiro

5.0/10

Direção

6.0/10

Fotografia

7.5/10

Atuação

6.0/10

Pros

  • Belas imagens

Cons

  • Personagem feminino clichê
  • Narração em off
  • Roteiro batido
Continue Reading

cinema

Produtor da Liga da Justiça nega que acobertou abusos de Joss Whedon

O fotografo Jason Laboy também confirmou que Gal Gadot se recusou a gravar cena que Flash cai sobre ela.

Avatar

Published

on

By

Mais cedo o ator Ray Fisher acusou no Twitter o diretor de Vingadores de comportamento abusivo no set da Liga da Justiça, e que os produtores Geoff JohnsJon Berg, permitiram os abusos do cineasta.

A revista Variety, Jon Berg, se defendeu da acusação de Fisher em um curto comunicado, afirmando que as palavras do ator são “Mentiras categóricas” ele também disse que Fisher ficou bravo com um dos pedidos feito a ele:

“Eu lembro que ele ficou bravo porque queríamos que ele dissesse ‘booyah’, um bordão conhecido do Cyborg nas animações”

Liga da Justiça também foi amplamente criticado por cenas controversas incluindo Gal Gadot, a interprete de Mulher-Maravilha aparece em uma cena mostrando suas nádegas, em uma delas, Ezra Miller (Flash) cai sobre ela, a cena foi gravada com uma duble, pois Gal se recusou a gravar, Joss para obrigar a dublê a filmar o momento teria fechado a porta do seu camarim. A informação foi confirmada pelo fotógrafo Jason Laboy.

Até agora apenas Fisher se manifestou sobre estes abusos supostamente cometidos, um rumor antigo dava conta que a diretora de Mulher-Maravilha, Patty Jenkins, não queria mais que Gal Gadot trabalhasse com a personagem nos filmes que o diretor poderia se envolver no futuro da DC, Joss Whedon também foi muito criticado quando o seu roteiro de Mulher-Maravilha vazou, ao qual foi classificado como e machista.

Afastado do filme por conta do suicídio da sua filha, Zack e sua esposa Deborah Snyder – que também produziu o longa – não chegaram a finalizar totalmente o projeto.  Joss Wheldon, diretor de Vingadores e Vingadores: Era de Ultron, foi chamado pela Warner para refilmar boa parte da produção, mudando assim acontecimentos previstos no roteiro original do filme, assim como refazer cenas importantes da trama. Snyder revelou recentemente que jamais viu a versão que saiu para o cinema, sempre dando a entender que gostaria de exibir ao público a sua visão dos heróis.

Liga da Justiça recebeu críticas mistas da mídia especializada na época de seu lançamento, com destaque positivo às atuações de Gadot (Mulher-Maravilha) e Ezra Miller (Flash), as sequências de ação e os efeitos visuais, enquanto que o enredo, a narrativa, o ritmo, o vilão e o excessivo uso de efeitos especiais foram recebidos de forma negativa. 

Arrecadando mais de US$ 657 milhões mundialmente, sendo assim o décimo quarto longa-metragem de maior bilheteria daquele ano, ficou abaixo das expectativas do estúdio (com perdas estimadas entre US$ 50 e US$ 100 milhões) e é o título de menor receita do então universo estendido da DC Comics no cinema.

Liga da Justiça: Snyder Cut estreia em 2021 na HBO Max.

Alguém Como Eu

6.1

Roteiro

5.0/10

Direção

6.0/10

Fotografia

7.5/10

Atuação

6.0/10

Pros

  • Belas imagens

Cons

  • Personagem feminino clichê
  • Narração em off
  • Roteiro batido
Continue Reading

cinema

Ray Fisher denuncia comportamento “abusivo” de Joss Whedon

O ator disse que o diretor recebeu apoio dos produtores Geoff Johns e Jon Berg.

Avatar

Published

on

By

O ator Ray Fisher da Liga da Justiça, que interpretou Cyborg, denuncia comportamento longe do profissional do diretor que finalizou o longa Liga da Justiça.

Sem entrar em detalhes o ator escreveu um tweet em que alega que o direto Joss Whedon dos Vingadores e Vingadores: Era de Ultron tratou com desrespeito o elenco e profissionais ligados ao filme.

O tratamento que Joss Wheadon deu ao elenco e a equipe da Liga da Justiça foi grosseiro, abusivo, pouco profissional e completamente inaceitável. Ele foi habilitado, de várias maneiras, por Geoff Johns e Jon Berg. Responsabilidade > Entretenimento

Até agora apenas Fisher se manifestou sobre estes abusos supostamente cometidos, um rumor antigo dava conta que a diretora de Mulher-Maravilha, Patty Jenkins, não queria mais que Gal Gadot trabalhasse com a personagem nos filmes que o diretor poderia se envolver no futuro da DC, Joss Whedon também foi muito criticado quando o seu roteiro de Mulher-Maravilha vazou, ao qual foi classificado como e machista.

Afastado do filme por conta do suicídio da sua filha, Zack e sua esposa Deborah Snyder – que também produziu o longa – não chegaram a finalizar totalmente o projeto.  Joss Wheldon, diretor de Vingadores e Vingadores: Era de Ultron, foi chamado pela Warner para refilmar boa parte da produção, mudando assim acontecimentos previstos no roteiro original do filme, assim como refazer cenas importantes da trama. Snyder revelou recentemente que jamais viu a versão que saiu para o cinema, sempre dando a entender que gostaria de exibir ao público a sua visão dos heróis.

Liga da Justiça recebeu críticas mistas da mídia especializada na época de seu lançamento, com destaque positivo às atuações de Gadot (Mulher-Maravilha) e Ezra Miller (Flash), as sequências de ação e os efeitos visuais, enquanto que o enredo, a narrativa, o ritmo, o vilão e o excessivo uso de efeitos especiais foram recebidos de forma negativa. 

Arrecadando mais de US$ 657 milhões mundialmente, sendo assim o décimo quarto longa-metragem de maior bilheteria daquele ano, ficou abaixo das expectativas do estúdio (com perdas estimadas entre US$ 50 e US$ 100 milhões) e é o título de menor receita do então universo estendido da DC Comics no cinema.

Liga da Justiça: Snyder Cut estreia em 2021 na HBO Max.

Alguém Como Eu

6.1

Roteiro

5.0/10

Direção

6.0/10

Fotografia

7.5/10

Atuação

6.0/10

Pros

  • Belas imagens

Cons

  • Personagem feminino clichê
  • Narração em off
  • Roteiro batido
Continue Reading

Parceiros Editorias