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Animações que merecem um Live-Action da Disney

Quais filmes merecem um live-action Disney? Mayara Baunilha escreveu este super texto, confira!

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Com a onda de remakes e live-actions da Disney, que somente neste ano emplacou “Dumbo“, “Aladdin”, “O Rei Leão“ e ainda antecipou a estreia de “Malévola 2”, muitos se perguntam, quais serão os próximos títulos?

Em 2020 teremos a estreia de “Mulan”. Porém há mais obras, ainda em produção, já confirmadas. Dentre elas “Cruella”, estrelado por Emma Stone e com direção de Craig Gillespie. Sem contar com um dos projetos em live-action mais adiados pela Disney, “A Pequena Sereia”, que agora terá à frente da direção Rob Marshall, com o papel da sereia Ariel assumido pela cantora e atriz Halle Bailey.

Além destes, também já estão confirmados “A Dama e o Vagabundo”, com direção de Charlie Bean, e uma nova adaptação de “Peter Pan”, cujo cineasta encarregado pela direção do projeto, ao menos até o momento, será David Lowery.

Não há demais obras confirmadas a princípio, porém existem aquelas obras que não há como não pensar que ficariam maravilhosas se adaptadas para uma versão remake, ou live-action, visando agora uma proposta mais realista. É exatamente por esta razão que fizemos essa seleção com animações que deveriam e mereciam ser adaptadas pela Disney.

O Corcunda de Notre-Dame (1996)

O romance “Notre-Dame de Paris” de Victor Hugo já possui algumas adaptações cinematográficas, além da versão animada da Disney, de 96. Porém, algo que destaca a animação das demais versões é a sua trilha sonora impecável. Com canções escritas por Alan Menken, o álbum contendo a trilha do longa, lançado no mesmo ano do filme pela Walt Disney Records, chegou a alcançar o pico número 11, na Billboard 200.

A obra também possui uma versão teatral produzida pelo Disney Theatrical Productions, que realça a musicalidade da orquestra e do coral que tiveram tanta importância na animação clássica. Com 10 canções inéditas, essa versão foi um sucesso de bilheteria e de crítica, podendo assim ser perfeita para inspirar uma adaptação em live-action, que poderia vir a atingir tanto prestígio quanto.

Pocahontas (1995)

Com a onda de representatividade e de personagens femininas que não se limitam mais a meros troféus e pares românticos dos heróis, o quão incrível poderia ser uma versão live-action de uma obra cuja a protagonista é uma independente, corajosa e sábia jovem mulher indígena?

O dramático e emocionante romance animado de 95 certamente seria incrível de ser visto em uma versão repaginada. Além de poder trazer com mais precisão histórica e semelhança a realidade as vestimentas, costumes e cultura da tribo nativo-americana Powhatan, que ocupava a região da atual Virgínia.

Hércules (1997)

A versão da Disney das aventuras do herói grego certamente marcou a infância de muita gente. Mesclando a dosagem perfeita de humor, fantasia, romance, além de possuir uma trilha sonora (Também comandada pelo já citado Alan Menken.) totalmente envolvente, que mescla orquestra com gospel, a obra, se adaptada para uma versão em live-action, seria sucesso garantido.

Há diversos fancastings (Elencos formados por fãs.) de Hércules na internet, evidenciando nomes como Chris Pratt para viver o protagonista, Danny DeVito para reprisar o papel do sátiro Phill, além de atrizes como Anna Kendrick e Elizabeth Gillies para o papel da audaciosa Meg. Tal empolgação por parte dos internautas só prova o quão “Hércules” é uma obra querida pelo público. Ou seja, se a Disney um dia decidir adaptar a mesma, certamente será recebida com o mesmo entusiasmo que suas demais adaptações.

Atlantis: O Reino Perdido (2001)

A lenda sobre uma misteriosa ilha ou continente cuja primeira menção conhecida remonta a Platão em suas obras “Timeu ou a Natureza” e “Crítias ou a Atlântida” possui algumas adaptações e uma série de versões documentais. A versão em animação 2D dos estúdios Disney, embora merecesse, por conter todos os elementos que uma boa fantasia de aventura precisa ter, não atingiu o êxito necessário.

Apesar de não ter sido um grande sucesso comercial, surgiram boatos de que uma versão em live-action estaria sendo planejada pelos estúdios de Mickey Mouse, e que a mesma possuiria Guillermo Del Toro a frente da produção. Porém, o cineasta desmentiu o burburinho.

Apesar do súbito banho de água fria, os mais esperançosos ainda podem torcer para ver uma nova versão da obra nos cinemas. Afinal, quem sabe com novos ares e algumas mudanças, “Atlantis: O Reino Perdido” consiga redimir o que não foi conquistado pela sua versão inicial, que injustamente ocupa lugar dentre os filmes subestimados tanto pelo público, quanto também pela própria Disney.

O que acharam da lista? Podemos ter mais filmes da Disney? Comente abaixo.

Bacharel em cinema, atualmente morando em Niterói. O cinema é uma dimensão da vida, não necessariamente uma dimensão paralela mas sim, um complemento.

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As curtas histórias tocantes de Otsuichi com a arte impecável de “Another”

Mai Inoue

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Uma oportunidade perfeita para explorar contos com temas sobrenaturais são as obras adaptadas de Otsuichi pelo artista de “Another”, Hiro Kiyohara, que marcou ao ilustrar a obra de Yukito Ayatsuji na revista japonesa Young Ace que deu a base para o lançamento do anime em 2012.

Kiyohara e Oitsuichi se mantém em uma incrível sincronia nos dois dramas Só você pode ouvir (Kimi ni shika kikoenai) e Feridas (Kizu). Apesar de serem contos do início da carreira de escritor de Otsuichi, conseguem realmente conquistar e comover com sua arte expressiva e detalhada.

Em Só você pode ouvir, acompanhamos a vida bem monótoma de Ryo Aihara, uma das, se não a única de sua escola que não possúi um telefone celular. Tímida e sem amigos, ela quase não é notada pelas colegas, já que não tem um meio de se comunicar e interagir com outros estudantes e não leva jeito pessoalmente.

Ryo passa a imaginar como seria ter seu próprio celular e o mantém em sua mente sempre, até que um dia ela recebe uma chamada misteriosa em seu celular imaginário, conhecendo uma jovem adulta e um rapaz de sua idade chamado Shinya com o mesmo telefone imaginário, podendo se comunicar com eles, se desenrolando em uma bela amizade. Segundo o autor, ele mesmo tem um pouco de vergonha dessa história por ser uma das primeiras que escreveu, porém a arte de Hiro Kiyohara o deixou apaixonado pelos próprios personagens. Mudando um pouco de realidade, em Feridas conhecemos o problemático Keigo, que devido a brigas com outras crianças que zombam de suas cicatrizes, acaba parando na turma de alunos especiais, onde se reúnem crianças de diversas idades com problemas semelhantes de socalização e/ou aprendizado.

Quando ele se familiariza com a classe e se mostra um menino cuidadoso com os menores, um novo aluno chamado Asato é apresentado a turma. Apesar de ser um garoto bonito, Asato era estranhamente mais quieto que os outros e, vendo que isso estava começando a incomodar os adultos, Keigo simpatiza com o novato. No final de uma aula, Keigo acaba se machucando na presença apenas de Asato, que se aproxima pela primeira vez de alguém, tocando o braço ferido de Keigo, passando a ter uma ferida menor, porém com Asato desenvolvendo o mesmo machucado. Logo, ele nota o porque de Asato ser um garoto especial: ele pode tomar para si, a ferida de outras pessoas com apenas contato físico.

Os dois passam a ser mais próximos e ajudar os colegas menores com pequenos machucados, enquanto ainda lidam com seus respectivos lares abusivos, a evolução do poder de Asato e como ele passa a usá-lo mantendo segredo de Keigo. Otsuichi comenta que a ideia surgiu ao ler sem compromisso um livro de uma psicóloga infantil americana e se apaixonar com a forma que ela tratava e contava a história de crianças especiais e devorar todos os livros da autora.

Não são as únicas obras adaptadas de Otsuichi, que inclusive, foram publicadas no Brasil pela JBC dando a oportunidade de adicioná-las a sua estante com 4 páginas iniciais coloridas.

Hiro Kiyohara é uma grande inspiração pra mim e foi ótimo escrever um pouco dessas obras pra vocês.

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Coringa faz historia e Marvel fica apagada no Oscar 2020

A DC Comics abriu um patamar importante… Bilheteria não quer dizer Oscar e muito menos cinema.

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O que falar de Coringa… O filme que alguns criticos tentaram marginalizar, dizendo que poderia gerar brigas e morte em salas de cinema, o filme que os fãs da DC no inicio diziam ser “desnecessário”, o filme do gênero que muitos diziam estar acabando com o cinema.

Coringa, um sucesso de público classificado como R, liderou a lista de indicações ao Oscar, tornando-se o raro filme de quadrinhos a ser um sucesso entre os eleitores do prêmio, e o maior filme de quadrinhos da historia do Oscar. O candidato a melhor filme ganhou 11 indicações.

Vingadores: Ultimato foi o filme de maior sucesso da Marvel Estúdios, e a maior bilheteria da historia do cinema e teve apenas uma indicação. Apesar das bilheterias entre os dois filmes terem um abismo de diferença, Coringa se tornou o filme mais lucrativo de todos os tempos e isso com uma classificação elevada, 16 anos no Brasil, 18 nos EUA.

Parece que a formula Marvel já não é mais suficiente para manter os bons números do estúdio daqui pra frente, o sucesso de Coringa deixa claro que cinema pode ser muito bem casado com um filme de quadrinhos (LOGAN FOI UM BOM EXEMPLO). Porém a DC abriu um patamar importante… Bilheteria não quer dizer Oscar e muito menos cinema.

Apesar de toda a pompa para o encerramento de um série de filmes iguais durante 10 anos, a Marvel mostrou um roteiro raso para Vingadores: Ultimato.

Mesmo com as enormes diferenças entre concepção de produto, podemos determinar que a DC e a Warner Bros. foram muito corajosas de permitir que o diretor Todd Phillips usasse um dos personagens mais importantes dos quadrinhos e fizessem um filme independente, isso não apaga os erros do passado, mas mostra que estão no caminho certo.

Do outro lado, temos um estúdio que recentemente demitiu o diretor de Doutor Estranho 2 por diferenças criativas. Estúdio com diferenças criativas com o diretor do filme, Marvel.

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Coringa | Sites chamam The Hollywood Reporter de “mentiroso”

A jornalista Tatiana Siegel, do THR, disse no Twitter que não vai voltar atrás sobre a informação publicada por ela.

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As notícias sobre a sequencia do filme Coringa vieram inicialmente do site The Hollywood Reporter, porém dois grandes sites de cinema dos EUA chamaram o site de promover click baits “noticias falsas baseadas em fatos que aconteceram” para promover o conteúdo.

O Deadline alega que o THR – que uma semana após a abertura do Coringa, Phillips se encontrou com Toby Emmerich, chefe da Warner Bros para apresentar um portfólio de histórias de origem de personagens da DC, o Deadline afirma que a historia é tão falsa quanto as histórias anteriores de Martin Scorsese sobre a direção do primeiro filme Coringa.

Scorsese originalmente seria um produtor, mas desistiu por causa de sua agenda lotada. Várias fontes disseram que não houve uma reunião entre Phillips e Emmerich no dia 7 de outubro, e que Phillips não quer supervisionar outros filmes de personagens da DC. O que ele falou em entrevistas é que, quando Coringa estava no início, houve discussões sobre uma iniciativa da DC Black. 

Em vez disso, ele se concentrou no Coringa. Isso foi há muito tempo atrás. Phillips tem um histórico de ser seletivo: depois que The Hangover começou a bater recordes em filmes classificados como R, ele não procurou transformar sua empresa em uma fábrica de comédia.

O site The Wrap afirma que ouvindo outra fonte, confirma a informação do Deadline, que não houve reunião e que Phillips não apresentou planos para outras histórias de origem de vilões da DC. Outro indivíduo diz que qualquer conversa é preliminar, na melhor das hipóteses, sem nada concreto.

A jornalista Tatiana Siegel, do THR disse no Twitter que não vai voltar atrás nas suas informações publicadas por ela no site.

Segundo estes sites o site The Hollywood Reporter inventou a noticia como bait clique, termo para pescar pessoas, mas com conteúdo geralmente falso.

Coringa segue sem sequencia definida e Phillips não sera o arquiteto de filmes da DC Comics.

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