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Ano Um do O Justiceiro – Lições aprendidas

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Há quadrinhos que servem como mero entretenimento de algumas horas. Nada fora do comum e não há nenhum problema nisso. Nenhum quadrinho precisa ser um Watchmen da vida. Entretanto, há histórias em que você sente algo diferente quando termina a última página. Essas são as mais impressionantes porque você começa a leitura como uma pessoa, mas termina transformado em outra coisa.

Justiceiro – Ano Um não é apenas a melhor história do personagem, na minha modesta opinião, mas também é uma história que me impactou profundamente quando a li, pois ela me produziu um efeito que eu não esperava no modo de enxergar a vida. Muito abstrato ou profundo? Eu explico.

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A história de Ano Um começa exatamente após o assassinato da família Castle e mostra como Frank tentou, pelos meios legais, fazer com que os mafiosos da família Costa pagassem pelo crime que cometeram. Como todos sabem, isso não ocorre e, depois de algumas reviravoltas, surge a figura do Justiceiro. Até aí, a trama pode parecer algo bem simples para uma história de origem – algo que existe aos montes na indústria. Mas é aí que vem o X da questão:

Por ser a origem do Justiceiro, podemos ver o nascimento de alguns elementos que fazem parte da mitologia do personagem: A caveira, a primeira “anotação” do Diário de Guerra, o pensamento estratégico de Frank e etc. Mas um lema persiste durante a última edição da história:

Sic Vis Pacem, Para Bellum.

É provável que você já tenha escutado isso no filme O Justiceiro, de 2004. Aliás, boa parte do que ocorre no final do filme é baseada na edição nº 4 de Justiceiro – Ano Um.

Ocorre que a interpretação que retirei dessa história e, principalmente, dessa frase, foi extremamente positiva e não chega perto de algo violento, necessariamente. É engraçado como é possível encontrar lições positivas em histórias cuja premissa seja cruel, triste e violenta.

Esse lema martelou na minha mente como uma ferramenta para encarar as “guerras” que eu presenciava todos os dias. E quando digo “guerra” me refiro aos conflitos internos e externos que existem. Tristezas, desilusões, eventuais brigas e obstáculos que surgiram na minha trajetória e que podem surgir também na trajetória de todos.

É óbvio que não estou me referindo a meios agressivos. A interpretação que tirei foi o conceito de que boa parte dos seus problemas terão que ser encarados de frente e apenas por você, pois nem sempre outros poderão ou terão disposição para ajudar, assim como ocorreu com Castle – guardadas as devidas proporções.

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Compreendi que diante dessa “guerra”, que é essa luta diária que vivemos ao sair de casa para trabalhar, estudar e nos relacionar, cabe a cada um de nós encarar e nos armar com a nossa inteligência e coragem, sempre buscando o melhor de nós em cada tarefa feita. Esse mundo é munido de uma potência impressionante para nos entristecer.

Desse modo, precisamos criar uma potência contrária e maior para superá-lo.

Portanto, considerem o lema: Sic Vis Pacem, Para Belum. Se você quer paz, prepare-se para a guerra.

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A Warner vai comprar a Disney? Saída de Bob Iger pode significar a venda da Disney

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Se você clicou nesta matéria deve ter achado o titulo, ou sensacionalista ou uma grande fake news, mas acredito que você acertou no sentido de que ele deveria classificado como uma fake news. Afinal como a Warner Bros. poderia comprar a Disney, a mãe de todas as franquias de sucesso do ano passado?

Este é um possível titulo de matéria do We Got This Covered, já falamos sobre este site e sobre como ele funciona como um grande agregador de noticias falsas na internet. Porém alguns sites como a Rolling Stone Brasil ignoram este fato e continuam lucrando grana encima das fake news deste site em prol de acessos em seus veículos.

Recentemente a Rolling Stone Brasil publicou que a Marvel poderia comprar a DC Comics, tudo porque segundo eles, um executivo da DC, Dan Didio, deixou a editora e isso significaria que o grupo Time Warner estaria disposto a vender sua divisão de quadrinhos… Você consegue pensar em como uma empresa bilionária e uma das maiores do mundo se desfaria de um dos seus ativos mais valiosos? Segundo eles, o grupo Fox fez o mesmo, se desfazendo do seu estúdio. Porém a Fox na verdade apenas queria ser uma empresa de mídia de informação e não mais de entretenimento. Coisa bem diferente da Warner que é muito mais uma empresa de entretenimento do que informação.

O Grupo Time Warner controlado pela AT&T é um dos maiores grupos de entretenimento do mundo, dono da Cartoon Network, Turner, Esporte Interativo, TNT, CNN, EW, People e etc… Imagine que a Warner que lucra bilhões com seus personagens de quadrinhos todo o ano, decide se desfazer de tudo isso… que gostaria de dar isso a sua empresa rival de mão beijada?

Imagine que a Warner Bros. estudios venda a DC, faria sentido a Warner vender uma divisão de filmes dela e dar a sua maior rival justamente no cinema que e a Disney? Porque dar mais poder de fogo a sua concorrência? Faz sentido isso pra vocês? Para a revista Rolling Stone Brasil, isso faz.

Então por favor, se a saída de um executivo da DC significa a venda da empresa para a Marvel então a saída de Bob Iger da Disney pode significar a venda da Disney para a Warner Bros.?

Pensem nisso antes de clicarem em determinados conteúdos.

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Nenhum fã da DC vai boicotar Aquaman 2 por causa de Amber Heard

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Foi dito pelo site de noticias e opinião Observatório do Cinema que fãs da DC (dando a entender que muitos deles, milhares…) estão ameaçando com boicote Aquaman 2 enquanto a DC não demitir a atriz Amber Heard que faz a Mera no filme.

Além de inexistir um único Tweet sobre qualquer suposto fã pedindo o boicote do filme, a matéria é completamente sensacionalista. Participo de vários grupos da DC e todos eles viram qualquer um, membro de grupos no facebook ou twitter alegando boicote.

Alias este site em sí ja havia dito uma vez que Liga da Justiça seria um filme ruim, antes mesmo do filme sair como uma espécie de vidente… Ora ser jornalista de cultura pop não é a mesma coisa que ser uma cartomante e publicar noticias falsas também deve ser uma coisa ruim para quem lida com essa atividade do jornalismo.

Depois ao longo desta matéria, o site ainda fala que “A DC Comics ainda não se pronunciou sobre o assunto” dando um tom sério a coisa que não foi provada por nenhuma manifestação de qualquer fã. O que não duvido existir, mas por outro lado duvido que passe de 10 pessoas.

É verdade que existe uma petição com mais de 300 mil assinaturas pedindo que Amber Heard seja demitida de Aquaman 2 por conta de supostas agressões cometidas contra seu marido Johnny Depp. Porém a petição pede que a DC remova ela e não ameaça o filme de boicote. Alias a petição foi feita por fãs do seu ex marido não necessariamente por fãs da DC Comics.

Aquaman 2 segue sem boicote para sua estreia em 2021.

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Veremos um Liga da Justiça 2 algum dia?

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É tudo o que os fãs da DC se perguntam há mais de 1 ano, desde que a data fixada por Zack Snyder – então grande chefão do universo dos quadrinhos da Warner – chegou e nem mesmo um trailer do filme foi divulgado. Até mesmo o polêmico diretor não conseguiu resistir no cargo e segue afastado dos filmes de herói.

Com o fracasso de bilheteria de diversos filmes do então Universo DC – principalmente comparado com as expectativas criadas por causada comparação com os longas da Marvel e com o dinheiro investido na confecção das obras – muita coisa mudou no estúdio e as incertezas são maiores que as novidades.

Patty Jenkins, toda poderosa na DC desde o sucesso de sua adaptação de Mulher Maravilha, já afirmou em várias oportunidades que não quer nenhum filme da franquia, por enquanto. Ela vê maior importância nos filmes solo dos super heróis, que estão indo muito bem de bilheteria, como Aquaman e Shazam, além da esperada estréia de The Flash.

“Eu acho os filmes como Liga da Justiça extremamente desafiadores. Eles são fantásticos e muito bem feitos. Eu torço para que não aconteça outro filme da Liga da Justiça por um tempo porque eu estou animada para ver todos os filmes solo”, afirmou, fazendo questão de dizer que não é um nunca, na verdade.

Com orçamento de cerca de 300 milhões de dólares, ficando entre os maiores de todos os tempos, o primeiro longa da franquia só conseguiu arrecadar 657 milhões nas bilheterias, o que até pode parecer muito, mas se os custos de divulgação e publicidade forem inclusos, é possível dizer que o filme deu prejuízo aos seus produtores.

Cálculos matemáticos de gente da indústria costumam assegurar que, para um filme começar a render grana aos produtores e ao estúdio que investiu em sua produção, ele precisa arrecadar – somente na bilheteria – quase o triplo do valor investido. Abaixo disso, é prejuízo na certa.

Seria esse o motivo do adiamento infinito da continuação da produção? Muitas coisas já mudaram no Universo da DC Comics. Além da saída do próprio Snyder, Ben Affleck não encarna mais o Homem Morcego, papel que foi incorporado por Robert Pattinson – cujos primeiros passos foram vistos como animadores, em suas primeiras imagens.

Outra novidade, o novo Coringa faria parte desta nova saga? Estaria o Oscarizado Joaquin Phoenix disposto a reviver o papel do Palhaço do Crime em uma nova aventura? Chamariam Jaret Leto novamente? Ou teria que escolher outro ator para reviver o icônico vilão? São muitas as perguntas e absolutamente nenhuma resposta até agora.

Aves de Rapina, que congregou – mais uma vez – personagens de diversos núcleos da DC estreou e, apesar das inúmeras críticas positivas, elogios vindos tanto da imprensa especializada quanto de público amante dos quadrinhos, não apresentou a bilheteria sonhada pela empresa, para espanto de todos.

Até o título da obra foi alterado, estando o filme em cartaz, com o acréscimo do nome da personagem principal, se tornando “Arlequina em Aves de Rapina”, opção criticada por quase todo mundo. Um “não-sucesso” como esse (já que não se pode falar em fracasso) deve frear ainda mais a intenção de iniciar a produção da Liga.

O público, que ama os quadrinhos, anseia em ver a produção, mas realmente não há ainda nenhum indício de que ele venha a ser produzido, pelo menos nos próximos anos. O sucesso de Shazam e Aquaman ajudou a diminuir a saudade dos DC Lovers. Resta aguardar a estréia do novo Mulher Maravilha, o 1984, em junho deste ano.

O que vocês acham?

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