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Best Women 2016 – As cinco mulheres mais fortes da ficção em 2016

Beatriz Barros

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O Cabana do Leitor, está lançado uma série de especiais e agora vamos falar das mulheres mais fortes de 2016 na ficção. A força do poder feminino foi marcante neste ano com personagens cruéis, raivosas, independentes e únicas. Com certeza inspirou uma série de mulheres ao redor do mundo por sua força e determinação. Aqui vem a nossa lista de mulheres mais fortes e determinadas na ficção neste ano.

Jessica Pearson – Série Suits

Só posso resumir Jessica Pearson como “que mulher!” A atuação de Gina Torres como uma advogada corporativista implacável, diferente de Annalise Keating que é muito sentimental, Jessica não se deixa abater por coisas pessoais, colocando sempre o trabalho na frente da parte sentimental, e isso lhe causa alguns problemas, mas o que é interessante é que ela sempre está preparada para o que vem depois. Este ano enfrentou um turbilhão, sua firma quase foi para o espaço, se não fosse sua determinação ninguém teria mais um emprego.

Quando ela tinha 16 anos, seus pais se separaram, devido ao seu pai Alan, que era um cirurgião, priorizando salvar as vidas dos pacientes e não dando atenção devida a família. Seu pai desaprovava sua decisão de se tornar uma advogada. Cursou Direito em Harvard por três anos, antes de se tornar a primeira negra a trabalhar como secretária judicial no Tribunal de Apelações do Terceiro Circuito.

Suits está atualmente na metade da sexta temporada que retorna em janeiro no canal USA.

Annalise Keating – Série How to Get Away with Murder

Annalise Keating, é uma mulher inteligente, decidida, culta, de pensamento rápido, bad ass, fodona e tantos outros adjetivos. Tanto em sua vida profissional quando na pessoal, ela é uma mulher guerreira que mostra que você pode ser o que quiser se tiver como arcar as consequências. Empoderada, Viola Davis é uma atriz excepcional que interpreta de forma brilhante o mais simples papel.

Annalise Keating, é um dos personagens principais de How to Get Away with Murder. Ela é tudo o que você esperaria de seu professor de Direito Penal – brilhante, apaixonada, criativa e carismática. Ela também é tudo o que você não espera – sexy, glamorosa, imprevisível e perigosa. Destemida na sala de audiências como na sala de aula, Annalise é uma advogada de defesa que representa os criminosos mais endurecidos – as pessoas que cometeram de tudo, fraude a incêndio criminoso até mesmo assassinatos.

How to Get Away with Murder é uma série exibida no canal ABC.

Cersei Lannister – Série Game of Thrones

Cersei Lannister, apesar de ser uma mulher com desvios de caráter, não há como negar sua força. Ela é decidida e não mede as consequências para chegar ao trono de ferro. Além de priorizar seus filhos. Inteligente, ardilosa e uma estrategista, está sempre disposta a tudo para alcançar seus objetivos.

Este ano foi protagonista de um dos golpes de estado que nem Temer poderia ter pensado, fria, calculista e simplesmente perfeita, além de ter passado por problemas, ela vem com todo o seu esplendor e vingança como nunca visto antes. Que venham mais cabeças rolando pelas mãos dessa mulher perfeita.

Game of Thrones é uma série exibida pelo canal a cabo HBO.

Porpentina Goldstein – Filme Animais Fantásticos e Onde Habitam

Porpentina Goldstein é uma das personagens mais cativantes de 2016, mesmo quando é rebaixada no emprego e desacreditada na frente de todos ela não desiste até provar a verdade. É uma personagem corajosa, persistente e humilde, pois admite seus erros. Ela definitivamente segue o que diz Dumbledore: “É preciso muita audácia para enfrentarmos os nossos inimigos, mas igual audácia para defendermos os nossos amigos.”

Porpentina Goldstei é uma bruxa e uma Auror do Congresso Mágico dos Estados Unidos da América. Ela é esposa do Magizoologista Newton Scamander. Ela tem um neto chamado Rolf Scamander, e dois bisnetos gêmeos, Lysander e Lorcan Scamander, ambos filhos de seu neto com Luna Lovegood.

Jyn Erso – Filme Rogue One: Uma História Star Wars

A força feminina presente no papel da atriz Felicity Jones, como Jyn Erso foi essencial para o sucesso de Rogue One: Uma história Star Wars.  Ela liderou todo o grupo de rebeldes que invadiu a base a fim de roubar os planos de destruição da Estrela da Morte e por causa da decisão dela de ajudar os rebeldes, os planos foram concluídos. Se não fosse ela, adeus episódios 4, 5, 6 e 7.

Jyn Erso foi um soldado e outrora criminosa que lutou pela Aliança para Restauração da República durante a Guerra Civil Galáctica. Ela foi designada por Mon Mothma, uma líder da Aliança Rebelde, para uma missão que se tornou o roubo dos planos da Estrela da Morte no Canon.

E vocês, concordam com a lista? Quais são as suas TOP 5? Diga nos comentários.

 Revisado por: Bruna Vieira

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cinema

Warner, confie na DC como a Disney confia na Marvel

A Warner Bros. poderia comemorar muito mais a bilheteria do Coringa (atualmente de US $ 934M) se confiasse mais nos seus próprios diretores e personagens.

Edi

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Estamos vendo um fato incrível, Coringa deve ser um filme muito mais lucrativo do que Ultimato em toda a sua glória de mais de US 2B de dólares em bilheteria.

Um enorme feito desse deveria ser muito comemorado pela principal empresa envolvida na produção do filme, afinal, o personagem pertence a DC Comics, cuja a dona titular é a Warner Bros. mas tem um detalhe. A Warner Bros. poderia comemorar muito mais a bilheteria do Coringa (atualmente de US $ 934M) se confiasse nos seus próprios diretores e personagens.

Como bem colocado por Felipe Fasanella do canal Triplo F, a Warner Bros. não vai arrecadar este dinheiro sozinha, como a Disney com seus filmes da Marvel e a Fox com seu Deadpool. Como não acreditava muito na bilheteria do filme a Warner decidiu dividir o pequeno investimento do Coringa.

O filme custou US 60 milhões, e foi divido com duas outras produtoras que deram 50% do valor, o que significa que na bilheteria a Warner deve somente ficar com 50% do que foi arrecadado

Claro que a Warner vai explorar outras formas de ganhar dinheiro com o filme cuja estas produtoras não vão poder participar, porém essa informação nos mostra o quanto a Warner ainda não confia tanto assim na DC Comics como uma das fontes da sua renda. Mesmo com o enorme sucesso que foi Mulher-Maravilha.

Outra coisa também são os constantes intromissões do estúdio na era do ex CEO Kevin Tsujihara, que chegou a dizer que “determinou” que o filme Liga da Justiça tivesse apenas 2 horas de duração, que Batman vs Superman fosse cortado em 30 minutos, que Esquadrão Suicida depois de pronto fosse totalmente refilmado. Decisões que desmantelaram todo o Universo DC nos cinemas. Hoje vemos uma série de retalhos, tudo porque os executivos deram voz aos críticos e não aos fãs da DC.

A intromissão do estúdio foi tanta que fez James Wan, diretor das franquias Invocação do Mal, chegou a dizer que só faria Aquaman se o filme fosse totalmente dele. O que mais espanta é que os filmes como Mulher-Maravilha, Aquaman e Coringa são filmes com 0 intromissão do estúdio e foram justamente as 3 maiores bilheterias do Universo DC nos cinemas.

Basta a Warner confiar nos seus artistas contratados e produtores que os filmes vão sair, o sucesso vai vir e no final poderá arrecadar com a vida total da bilheteria de filmes como Coringa, sem precisar dividir isso com mais ninguém.

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cinema

Nós – Um ótimo filme para se conferir no Halloween

Nós” é um ótimo filme para o Halloween e ainda passar os próximos dias pensando sobre a obra. Um suspense com diversos conceitos interessantes e reflexivos

Ígor Howtelaire

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ESSE ARTIGO CONTEM SPOILER. LEIA POR SUA CONTA E RISCO 😉

“Portanto assim diz o Senhor: Eis que trarei mal sobre eles, de que não poderão escapar; e clamarão a mim, mas eu não os ouvirei.” – Jeremias 11:11, essa é a passagem bíblica presente no longa do diretor Jordan Peele, Nós, um filme que se trata da vingança contra a
humanidade; um mal cuja as pessoas jamais conseguirão fugir, e quando implorarem por misericórdia, essas trevas vingativas não os atenderam.

“Nós” tem Lupita Nyong’o como Adelaide e Red protagonizando uma estoria que fala sobre como ela e seu marido, Gabe (Winston Duke) levaram seus filhos, Zora (Shahadi Wright Joseph) e Jason (Evan Alex), para passar o fim de semana na praia e descansar. Eles
começam a aproveitar o ensolarado local, mas a chegada de um grupo misterioso muda tudo e a família se torna refém de seres com aparências iguais às suas.

Assim como “Corra!”, que é a anterior obra do cineasta Jordan Peele, “Nós” também está recheado de simbolismo e uma dura crítica social. Mas vamos pelo começo…

Na minha percepção, “Nós” tem dois inícios. O primeiro é quando vemos a jovem Adelaide assistindo a um comercial na TV (que será de extrema importância no final do filme); e depois, no momento em que ela e seus pais estão no parque, mas a Adelaide se distancia
deles e termina encontrando sua cópia na casa de espelhos. O segundo é com os créditos iniciais e um close no olho de um coelho, à medida que a câmera se distancia, vários coelhos enjaulados são revelados – nesse momento já temos o nosso primeiro simbolismo.

Os coelhos, na cultura popular, representam o recomeço, ressureição, redenção; isso porque eles têm uma famosa capacidade de reprodução. No filme os coelhos retratam as sombras, as cópias dos verdadeiros – sendo assim na primeira cena, de todos aqueles coelhos que vemos, apenas três são negros. Eu acredito que os coelhos brancos representam as duplicatas e os negros, os originais. Por isso existe apenas três animais escuros no plano, porque apesar da família protagonista ser formada por quatro membros, só o pai, o filho e a filha são os originais.

Como eu disse, este é um longa cheio de signos e interpretações, então vamos destrincha-los em tópicos.

Vermelho
“O que vocês são?”
“Somos Americanos” – essa é a resposta de Red para pergunta feita por Gabe. Os EUA é uma figura relembrada durante todo o filme, e não só nas cores de vários objetos e cenários, mas também nas roupas dos doppelgangers (duplicatas), nesse caso, é especificamente o vermelho, que não só denota a violência e a cor do sangue, mas também uma das três cores da América.

O trecho seguinte foi retirado de um dos sites que foram minha fonte de pesquisa, o site “plano aberto”. O que é levantado é muito interessante para o debate sobre a obra, então achei bom trazer para vocês.

O nome original do filme (“Us”) é um acrônimo de United States. O próprio Jordan Peele brincou com o tema em seu Twitter. Isso permite interpretar o filme como uma metáfora sobre os Estados Unidos e sua histórica luta de classes, com um grupo “superior” e outro “inferior”.

Quando os pais de Adelaide a levam à psicóloga, perguntam como fazer a filha voltar a falar. A profissional responde que eles devem estimular a filha a desenhar, dançar, “qualquer coisa que nos ajude a saber a história dela” (“anything that help us to know her story”). Admitindo que “us” é “U.S.”, Peele diz nas entrelinhas que a arte para uma criança negra, independente da forma, é uma ferramenta identitária. “Qualquer coisa que ajude os Estados Unidos a saber
a história dela”.

Embaixo de Nós

Uma das primeiras informações levantadas no filme é sobre onde os doppelgangers vivem. Os tuneis embaixo de nós, além disso ser uma clara referência histórica porque faz alusão a corrida do ouro que aconteceu no século XIX, quando as pessoas cavavam túneis em busca de ouro; também é um signo para a famosa frase “uma luz no fim do túnel”, que nesse caso é a luz (esperança) para libertação e para um novo mundo.

A Arma

A arma usada pelas sombras é uma tesoura, o símbolo aqui é exatamente que uma tesoura é como duas facas ligadas, duas partes de um todo, assim como nós e nossas sombras, mas ao se juntarem, cortam. Isso pode ser visto como uma batalha sangrenta entre as duas metades, ou como “cortar a povo da superfície para que os do subterrâneo dominem”. Muitas interpretações para um simples objeto, mas essa é a graça de uma boa obra cinematográfica.

Plot Twist

A reviravolta do longa surpreende a todos. Durante vários seguimentos vemos a Adelaide atingir um lado mais selvagem e agressivo, como se estivesse se tornando uma das sombras, mas então descobrimos que ela sempre foi a duplicata, porém não se lembrava, isso porque ela era muito pequena e conforme fosse crescendo e aprendendo novas coisas, como falar e se comportar como alguém da sociedade, ela esquecia sua verdadeira origem e ficou apenas com uma vaga lembrança de ter visto ela mesma na casa de espelhos, de resto seu cérebro construiu uma nova memória para que assim se tornasse mais fácil a adaptação.

Tanto a Adelaide quanto a Red se esqueceram de quem realmente eram. Dessa vez o significado nas entrelinhas é tão obvio que se torna um parágrafo inteiro. As duas partes de um todo sofreram um tipo de lavagem cerebral da sociedade, aprendendo novos costumes, se adaptando a um novo estilo de vida, e deixando de ser quem realmente era para se tornar o que a sociedade espera que ela fosse, pondo uma máscara em seu rosto e a colocando em uma peça de teatro, onde ela finge ser quem não é até se acostumar com a ideia e adotar essa nova identidade.

“Nós” é um ótimo filme para o Halloween e ainda passar os próximos dias pensando sobre a obra. Um suspense com diversos conceitos interessantes e reflexivos, apesar de ter seus problemas, como um humor fora de hora, ainda é um filmaço para se assistir e pensar sobre
como “nós somos os nossos maiores inimigos”.

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Fallout 1st é o novo sistema de assinatura para Falllout 76.

Fallout 1st é o mais novo serviço de assinatura para o “grandioso” Fallout 76.

Lucas Soares

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Fallout 76 vem sendo tópico de discussão na comunidade gamer desde o seu lançamento no ano passado, no entanto, não por bons motivos.

Bugs, promessas quebradas (talvez algumas mentiras mesmo) e a falta de história, não bastaram para a Bethesda e eles sentiram que o jogo precisava de um serviço de assinatura.

Chamado de Fallout 1st o serviço traz algumas coisas que os fãs tanto pediram a este “maravilhoso” jogo por um preço é claro.

Mundos privados para você e seus amigos, para até 7 players.

Uma Scrapbox com espaço ilimitado de materiais de crafting.

Uma tenda de sobrevivencia que age como ponto de Viagem-Rápida

1650 Atoms para voce gastar na loja do jogo

Um visual exclusivo de Ranger.

Ícones e emotes únicos

A polêmica parece não ter fim, depois do lançamento desastroso de um jogo que claramente não estava pronto, o que nos resta é a tentativa de lucrar ao máximo.

Enfim chegamos no mais baixo que poderia chegar e a Bethesda sabe disso, mas como Anthem a fanbase enorme e devota ainda dará uns trocados a companhia.

A princípio as coisas que a comunidade talvez esteja pedindo (visto que quem escreve essa matéria custa a acreditar que o jogo não está morto) estão chegando, no entanto com uma restrição monetária a mais além do preço cobrado.

Fallout 76 é aquele jogo que talvez seja melhor só esquecer que existe e se você é fâ, ótimo boa sorte e ótimas jogatinas.

Mas eu como jogador não consigo aceitar que uma empresa lance jogos no estado que ele estava e depois monetize conteúdo que os jogadores ainda pedem.

Fallout 76 para mim, é um exemplo de como não se lançar um jogo de Live Service, esperemos que a liçao tenha sido aprendida.

Á principio vocês ainda têm minha confiança, mas ela não é eterna e já está bem no fim.

Em síntese, os jogadores já não confiam como confiavam, cuidado não brinquem conosco.

No entanto tem um trailer legal que não representa o produto final.

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