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Avengers: Endgame – Uma aula de confecção cinematográfica

Nada, nem o horror de Han Solo congelado em carbonita, nem o choque da esposa de James Bond assassinada, poderia preparar os fãs para “o estalar”.

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O acumulo de dez anos e mais do que o dobro de filmes no Universo Cinematográfico Marvel, “Avengers: Endgame” promete o encerramento, onde seu antecessor “Avengers: Infinity War”, semeou o caos. Um filme que revelou que todos os filmes da MCU tinham sido parte de um plano de mestre sem precedentes: um estalo, um gesto que, quando realizado por um supervilão armado com as Joias do Infinito, era capaz de exterminar metade de toda a vida no Universo.

Um dos elementos que tornaram os dois últimos filmes dos Vingadores distintos de outros filmes de super-heróis foi o fato do vilão Thanos não ser motivado pela habitual agenda de “dominar o mundo”. Como explicou à sua filha adotiva, Gamora: “É um cálculo simples. Este universo é finito, seus recursos são finitos. Se for deixada sem controle, a vida deixará de existir. Ela precisa ser corrigida”. Quando Gamora protestou que ele não poderia saber disso com certeza, Thanos respondeu: “Eu sou o único que sabe disso. Pelo menos eu sou o único com vontade de agir”.

Essa lógica pode parecer familiar. Em seu livro de 1798, “Um Ensaio sobre o Princípio da População”, Thomas Robert Malthus argumentou que a população do mundo crescia em progressão geométrica enquanto a produção de comida crescia em progressão aritmética. Ou seja, a população cresceria muito mais do que os alimentos, o que levaria o mundo a uma miséria permanente. A natureza interviria nos momentos em que o desequilíbrio atingisse determinado limite, por meio da fome e de pestes. As ideias de Malthus permanecem fortemente contestadas até hoje, mas são bastante simples – e, talvez o mais importante, fáceis de interpretar em nome de uma agenda tirânica de assassinatos em massa – que é lógico que uma variação delas apareça em uma ficção na filosofia do supervilão. 

Uma das melhores coisas sobre “Avengers: Endgame“, é como ele usa essa filosofia para olhar para a alma de Thanos , e como o Vingador que acaba matando o vilão era a personificação viva da visão de mundo oposta.

Tivemos um ano para lamentar a perda do Homem-Aranha, Senhor das Estrelas e Pantera Negra, e ainda nutrir teorias sobre onde os irmãos Anthony e Joe Russo poderiam orientar as coisas dali em diante. Talvez todos esses personagens não estivessem realmente mortos. Talvez os restantes dos Vingadores só precisassem viajar dentro da Pedra da Alma para recuperá-los. Ou talvez “Avengers: Endgame” teria que recorrer ao mais desesperado dos truques da narrativa, a viagem no tempo, para desfazer as perdas causadas por Thanos.

Quando vemos Thanos novamente pela primeira vez em “Avengers: Endgame“, o titã louco recuou para um “planeta jardim” para se aposentar. Notavelmente, uma das primeiras coisas que Thanos fez foi destruir as Joias do Infinito para que seu trabalho não pudesse ser revertido e para que ele não sucumbisse à tentação de usar as pedras para se tornar um Deus. Considerando-se que muitos fãs de quadrinhos acreditam que Thanos é a figura mais poderosa em todo Universo Marvel, essa decisão é bem feita. Aparentemente, estabelece que Thanos, não importa o quão mal suas ações possam ter sido, foi genuinamente motivado por um desejo de tornar o universo um lugar melhor do que por egoísmo ou luxúria de poder. É como observa o Capitão América à Viúva Negra: “Um bando de baleias foi avistado no rio Hudson, perto de Nova York”. A estratégia de redução populacional, embora maléfica, não foi isenta de benefícios.

Vale dizer que “Avengers: Endgame é o filme mais expansivo até agora, e sim, ele se esforça para fornecer catarse emocional para vários dos nossos personagens favoritos. É até seguro dizer que Endgame muda o foco das exibições extravagantes – embora elas estejam ali – para o mais humano do heroísmo, que vem em grande sacrifício pessoal.

Uma vez que Thanos começa a ver sua agenda como uma “inevitabilidade” , e é confrontado com a possibilidade de que este destino possa ser frustrado pelos Vingadores, um lado diferente dele emerge. Em vez de ver que as consequências morais de seu icônico estalar de dedos seria demais para o mundo suportar – que o universo preferiria lidar com seus problemas de alocação de recursos de uma forma humana do que simplesmente matar metade da população – Thanos argumenta que a vida está teimosamente disposta a aceitar a sabedoria de sua abordagem e, portanto, é indigno de viver. Até que ele é impedido pelo Homem de Ferro no último segundo. Seu novo plano era destruir toda a vida no universo e substituí-la por um novo universo criado por ele mesmo. É aqui que o suposto idealismo que motivou Thanos se revela uma ilusão, e Thanos é identificado como um verdadeiro monstro sem a fachada de uma nobre causa para se redimir.

Isso nos leva ao arco do personagem de Stark – especificamente como era apropriado para ele ser o Vingador que faz o sacrifício final ao derrubar Thanos.

Embora tanto Thanos quanto Homem de Ferro equilibre o egoísmo com o idealismo no começo, a qualidade redentora do Homem de Ferro foi sua disposição de aprender com seus erros. O fútil playboy bilionário do começo de “Homem de Ferro” e ganancioso capitalista em “Homem de Ferro 2” acabou se tornando o defensor da razoável regulamentação governamental em “Capitão América: Guerra Civil” e, finalmente, a figura de Cristo disposta a morrer para que o Universo possa viver no final de “Avengers: Endgame”. Isso não significa que o Homem de Ferro perca sua tendência individualista; é apropriado que, embora a habilidade de Thanos de manejar as pedras do infinito dependa de uma manopla que ele meramente adquiriu, a habilidade do Homem de Ferro de usar essas mesmas pedras para impedir Thanos depende da tecnologia que ele mesmo inventou. É o cérebro de Stark, assim como seu caráter moral superior, que salva o dia.

E é por isso que continua sendo tão poderoso considerar a troca de diálogo final entre esses dois personagens, quando Thanos diz que ele é inevitável e Stark simplesmente responde: “E eu sou o Homem de Ferro“. 

Nada, nem o horror de Han Solo congelado em carbonita, nem o choque da esposa de James Bond assassinada, poderia preparar os fãs para “o estalar” e a dor de ver metade dos heróis transformados em pó no final de “Avengers: Infinity War.”

A cena de abertura do Endgame revisita esse momento insuportável do ponto de vista de Clint Barton, também conhecido como “Gavião Arqueiro”, que ficou de fora da batalha anterior para passar um tempo com sua esposa e filhos, de tal forma que a sua dor, virá a representar o que todo ser humano deve experimentar ao testemunhar seus amigos e familiares desaparecerem ao redor do mundo – e por todo o universo.

Os irmãos Russo dedicam uma boa quantidade de tempo para convencer os heróis que a missão vale a pena tentar, mas nos pede para aceitar isso, depois de empurrarmos dois ou três desses filmes da Marvel por ano. De alguma forma, todos ficaram parados por meia década, esmagados pela depressão e pela derrota. Ainda assim, o flash forward de cinco anos permite mudanças significativas e, em alguns casos, divertidas para Iron Man, Hulk e Thor.

Mas aqui está a questão de usar a viagem no tempo para resolver seus problemas: assim que os roteiristas abrem a porta para esse dispositivo, qualquer sequência pode desfazer o que veio antes.

Aqui, alguém faz a sugestão de que eles voltem e estrangulem Thanos no berço, o que o filme trata como uma brincadeira, por que a ideia que é de fato aceita por todos é projetada para produzir o número máximo de reviravoltas surpreendentes, confrontos divertidos e momentos de união entre parceiros incompatíveis, como Thor e o guaxinim espacial Rock-Cooper. O plano também permite que os Vingadores sobreviventes revisitem cenas dos filmes anteriores, observando suas versões mais jovens – assim como companheiros mortos por Thanos – de um ângulo diferente, e em dois casos muito diferentes, enfrentando seu eu anterior.

Se a “Infinity War” construiu, inexoravelmente, uma conclusão “inevitável”, isso foi possível pela ousada escolha dos cineastas de posicionar seu vilão como um protagonista profundamente não convencional: foi Thanos quem empreendeu a “jornada do herói” daquele filme, superado em desvantagem pelos Vingadores em sua busca para acumular as pedras do infinito. Aqui, a equação é invertida, com um excesso de heróis se dividindo para repetir mais ou menos a mesma missão, com apenas um adversário para se opor a eles.

Se esses filmes são como sinfonias maciças, então os maestros tiveram o cuidado de dar a quase todo mundo um solo de destaque, ainda que breve – um momento no filme em que um grupo reúne todas as Vingadoras femininas, e prova que se o ataque de Thanos tivesse acabado com os homens, as mulheres restantes ainda seriam terrivelmente formidáveis ​​por conta própria. Por mais satisfatórias, e necessárias que essas vinhetas podem ser ainda é arte quando um filme parece tão claramente submetido à engenharia reversa de acordo com o apetite do público, ou isso faz de “Endgame” a melhor confecção de cultura pop?

Depois de mais de duas horas e meia de entretenimento, “Endgame” encerra todo esse cenário absurdo com uma série de cenas emocionais poderosas. O filme dá ênfase na importância da família, quer isso signifique laços biológicos ou aqueles vinculados pelo dever.

A conclusão final desta jornada de uma década é que o heroísmo não é definido pela bravura ou super habilidades, mas pelo que se renuncia pelo bem maior. .

Vingadores: Ultimato esta em exibição nos cinemas

Roteirista, produtora e fotografa na empresa SE7E MOVIE, fotografa da Phóton Fotografia, Youtuber no canal "Moça Você é Cinéfila?" diretora e roteirista do documentário " Pé da Branca" e do curta "A Obra de Marcus Duchen". Colaboradora do Cabana do Leitor.

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Nenhum fã da DC vai boicotar Aquaman 2 por causa de Amber Heard

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Foi dito pelo site de noticias e opinião Observatório do Cinema que fãs da DC (dando a entender que muitos deles, milhares…) estão ameaçando com boicote Aquaman 2 enquanto a DC não demitir a atriz Amber Heard que faz a Mera no filme.

Além de inexistir um único Tweet sobre qualquer suposto fã pedindo o boicote do filme, a matéria é completamente sensacionalista. Participo de vários grupos da DC e todos eles viram qualquer um, membro de grupos no facebook ou twitter alegando boicote.

Alias este site em sí ja havia dito uma vez que Liga da Justiça seria um filme ruim, antes mesmo do filme sair como uma espécie de vidente… Ora ser jornalista de cultura pop não é a mesma coisa que ser uma cartomante e publicar noticias falsas também deve ser uma coisa ruim para quem lida com essa atividade do jornalismo.

Depois ao longo desta matéria, o site ainda fala que “A DC Comics ainda não se pronunciou sobre o assunto” dando um tom sério a coisa que não foi provada por nenhuma manifestação de qualquer fã. O que não duvido existir, mas por outro lado duvido que passe de 10 pessoas.

É verdade que existe uma petição com mais de 300 mil assinaturas pedindo que Amber Heard seja demitida de Aquaman 2 por conta de supostas agressões cometidas contra seu marido Johnny Depp. Porém a petição pede que a DC remova ela e não ameaça o filme de boicote. Alias a petição foi feita por fãs do seu ex marido não necessariamente por fãs da DC Comics.

Aquaman 2 segue sem boicote para sua estreia em 2021.

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Veremos um Liga da Justiça 2 algum dia?

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É tudo o que os fãs da DC se perguntam há mais de 1 ano, desde que a data fixada por Zack Snyder – então grande chefão do universo dos quadrinhos da Warner – chegou e nem mesmo um trailer do filme foi divulgado. Até mesmo o polêmico diretor não conseguiu resistir no cargo e segue afastado dos filmes de herói.

Com o fracasso de bilheteria de diversos filmes do então Universo DC – principalmente comparado com as expectativas criadas por causada comparação com os longas da Marvel e com o dinheiro investido na confecção das obras – muita coisa mudou no estúdio e as incertezas são maiores que as novidades.

Patty Jenkins, toda poderosa na DC desde o sucesso de sua adaptação de Mulher Maravilha, já afirmou em várias oportunidades que não quer nenhum filme da franquia, por enquanto. Ela vê maior importância nos filmes solo dos super heróis, que estão indo muito bem de bilheteria, como Aquaman e Shazam, além da esperada estréia de The Flash.

“Eu acho os filmes como Liga da Justiça extremamente desafiadores. Eles são fantásticos e muito bem feitos. Eu torço para que não aconteça outro filme da Liga da Justiça por um tempo porque eu estou animada para ver todos os filmes solo”, afirmou, fazendo questão de dizer que não é um nunca, na verdade.

Com orçamento de cerca de 300 milhões de dólares, ficando entre os maiores de todos os tempos, o primeiro longa da franquia só conseguiu arrecadar 657 milhões nas bilheterias, o que até pode parecer muito, mas se os custos de divulgação e publicidade forem inclusos, é possível dizer que o filme deu prejuízo aos seus produtores.

Cálculos matemáticos de gente da indústria costumam assegurar que, para um filme começar a render grana aos produtores e ao estúdio que investiu em sua produção, ele precisa arrecadar – somente na bilheteria – quase o triplo do valor investido. Abaixo disso, é prejuízo na certa.

Seria esse o motivo do adiamento infinito da continuação da produção? Muitas coisas já mudaram no Universo da DC Comics. Além da saída do próprio Snyder, Ben Affleck não encarna mais o Homem Morcego, papel que foi incorporado por Robert Pattinson – cujos primeiros passos foram vistos como animadores, em suas primeiras imagens.

Outra novidade, o novo Coringa faria parte desta nova saga? Estaria o Oscarizado Joaquin Phoenix disposto a reviver o papel do Palhaço do Crime em uma nova aventura? Chamariam Jaret Leto novamente? Ou teria que escolher outro ator para reviver o icônico vilão? São muitas as perguntas e absolutamente nenhuma resposta até agora.

Aves de Rapina, que congregou – mais uma vez – personagens de diversos núcleos da DC estreou e, apesar das inúmeras críticas positivas, elogios vindos tanto da imprensa especializada quanto de público amante dos quadrinhos, não apresentou a bilheteria sonhada pela empresa, para espanto de todos.

Até o título da obra foi alterado, estando o filme em cartaz, com o acréscimo do nome da personagem principal, se tornando “Arlequina em Aves de Rapina”, opção criticada por quase todo mundo. Um “não-sucesso” como esse (já que não se pode falar em fracasso) deve frear ainda mais a intenção de iniciar a produção da Liga.

O público, que ama os quadrinhos, anseia em ver a produção, mas realmente não há ainda nenhum indício de que ele venha a ser produzido, pelo menos nos próximos anos. O sucesso de Shazam e Aquaman ajudou a diminuir a saudade dos DC Lovers. Resta aguardar a estréia do novo Mulher Maravilha, o 1984, em junho deste ano.

O que vocês acham?

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Confira 8 sites e redes sociais que deixaram de existir em 2019

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Diversos aplicativos e redes sociais foram encerradas em 2019, aumentando o cemitério digital de serviços online. A empresa líder em cancelamentos foi a Google, tendo finalizado quatro dos seus serviços. Microsoft, Facebook e Apple também contribuem com a lista com, pelo menos, um produto encerrado cada.

Naturalmente, são diversas as razões que levam ao fim de uma rede social, site ou aplicativo. Como o tempo, é comum que estes serviços se tornem obsoletos e percam seu público, existindo também casos em que eles sequer conseguem engajar uma base expressiva de usuários.

Além disso, o fortalecimento de novos sites e redes sociais acaba resultando em um aumento de concorrência e, não raramente, na perda de influência de alguns desses aplicativos. Aqui, é possível citar o TikTok, aplicativo de mídia para criar e compartilhar vídeos curtos, e os melhores sites de apostas para quem joga no Brasil como exemplos de serviços que cresceram expressivamente nos últimos anos.

Mas como o assunto aqui são os serviços que chegaram ao fim, é possível conferir abaixo a lista com os 8 principais sites ou aplicativos que deixaram de existir em 2019.

iTunes

Após revolucionar a indústria da música, o iTunes chegou ao fim. O app de mídia foi substituído por aplicativos dedicados para TV, Música e Podcasts no sistema operacional de computadores da Apple. A proposta faz parte da estratégia da Apple em investir cada vez mais na criação de conteúdos, o que inclui séries e filmes para o seu canal de streaming, o Apple TV+, lançado no segundo semestre de 2019.

Google+

Outro aplicativo que chegou ao fim em 2019 foi o Google+. A decisão foi tomada com base nas sucessivas polêmicas envolvendo a exposição de dados de seus usuários. Criada em 2011, a rede social nunca conseguiu atrair um grande engajamento, mesmo possuindo uma base expressiva de membros. Dados da própria empresa mostram que 90% dos logins na plataforma não costumavam ultrapassar a marca de cinco segundos online.

Google Allo

O Google Allo foi anunciado em 2016 para competir com aplicativos como o WhatsApp, Facebook Messenger e Telegram. A aposta consistia em um app de chat com o Google Assistente embutido, mas nunca se popularizou entre os usuários, encontrando seu fim em 2019.

Google Inbox

A Google Inbox foi, talvez, a maior perda da gigante em tecnologia e comunicação em 2019. O aplicativo funcionava como uma espécie de laboratório de experimentos para funções de e-mail, com opções avançadas e visual mais minimalista que o Gmail. Após o fim do Inbox, inclusive, o principal serviço de webmail da Google recebeu uma atualização contendo diversas funções vindas do aplicativo cancelado, como as opções de adiar e fixar mensagens (estrela).

Google Trips

Sem dar muitas explicações sobre as razões que a levaram a isso, a Google encerrou o Trips, seu aplicativo voltado para facilitar viagens. Com ele, era possível que os usuários organizassem suas passagens, hotéis e ainda os ajudava a montar seus roteiros, com dicas de restaurantes e pontos turísticos. Algumas das funções do Google Trips ainda estão disponíveis no endereço google.com/travel.

Facebook Moments

O Facebook Moments, aplicativo de armazenamento de fotos similar ao Google Fotos, foi mais um dos serviços encerrados em 2019. Não foram dados maiores esclarecimentos sobre as razões que levaram ao cancelamento, mas especula-se que um dos motivos tenha sido as dificuldades encontradas pelos usuários em utilizar a plataforma.

Microsoft Health e Band Companion

A Microsoft Band, primeira pulseira inteligente lançado pela empresa, foi descontinuada em 2017. Em maio de 2019, foi a vez dos serviços relacionados à pulseira chegarem ao fim: o aplicativo Band Companion e a plataforma de saúde Microsoft Health. O produto não foi comercializado no Brasil.

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