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Daiane de Mário

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Os fãs ainda podem estar esperando pelo primeiro trailer de  ‘Aves de Rapina (e a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina)’, mas a campanha de marketing do filme já está a todo vapor. No início da semana, um novo banner para o filme surgiu na São Paulo Licensing Expo e ele mostra Arlequina, de Margot Robbie, em um de seus novos figurinos. Desde então, novas fotos desse banner surgiram on-line, dando uma visão melhor da nova roupa de Harley e do logotipo exclusivo do filme.

Depois de fazer sua estreia no Esquadrão Suicida de 2016, Aves de Rapina seguirá Harley em uma situação totalmente nova, como ele começa a tocar a nova vida após romper com o Coringa (Jared Leto).

Aves de Rapina terá em seu elenco Harley Quinn, Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell), Renée Montoya (Rosie Pérez) e Caçadora (Winstead) se juntando em Gotham City, enquanto tentam resgatar Cassandra Cain (Ella Jay Bosco) de um dos os senhores do crime mais cruéis da cidade, Máscara Negra (Ewan McGregor).

Aves de Rapina estreia em 07 de Fevereiro de 2020.

professora de História, mãe em tempo integral e amante de tudo que envolve super heróis, desde chaveiros até filosofia! Fã incondicional da Mulher Maravilha e Sandman, mesmo sendo DcNauta criou um filho Marvete.

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cinema

The Prom | Novo musical de Ryan Murphy pela Netflix ganha trailer

Após o lançamento de The Boys In The Band a próxima novidade é o musical The Prom, adaptação que ganhou trailer nesta quinta-feira (22).

Davi Alencar

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O visionário produtor Ryan Murphy (Glee, Hollywood, Ratched) tem uma parceria bem frutífera com a Netflix. Depois de entregar diversas séries de sucesso na plataforma, chegou a vez de se aventurar pelo cinema. Após o lançamento de The Boys In The Band a próxima novidade é o musical The Prom, adaptação que ganhou trailer nesta quinta-feira (22).

O filme contará a história de Emma, uma jovem que, ao ser impedida de ir ao baile com sua namorada, atrai a atenção de um grupo de artistas fracassados da Broadway. Em busca de se promover e ajudar a garota, eles partem em uma odisséia para ajudá-la.

No trailer já dá para ver o show de cores, músicas e danças esperado para um musical de Murphy. O filme promete ser um dos grandes lançamentos de final de ano e quer chamar a atenção do público jovem com um enredo tão divertido. Expectativas lá em cima! O elenco estelar tem nomes como Meryl Streep, James Corden, Nicole Kidman, Kerry Washington e Keegan-Michael Key, mas o filme também marca a estreia de Jo Ellen Pellman nas telonas.

The Prom chega 11 de dezembro na Netflix.

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cinema

Crítica | Rebecca – A Mulher Inesquecível “erra até onde imita”

Por mais que a função crítica não seja comparar, em um filme que evoca tanto de uma outra obra sem querer deixar isso explícito é difícil se eximir da sobreposição.

Davi Alencar

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Alfred Hitchcock é um gênio da sétima arte. Seu trabalho é grandioso e diversas de suas obras são consideradas clássicos do cinema. Fora a constante referencia, vez ou outra algum cineasta ousa recontar alguma de suas histórias. Em 1998 Gus Van Sant tentou a sorte com Psicose (1960) e, mais recentemente, Ben Wheatley trouxe Rebecca, A Mulher Inesquecível (1940) de volta para os holofotes.

A questão é que, diferente da proposta de Gus Van Sant de recriar quadro por quadro, a nova versão do ganhador do Oscar de Melhor Filme de 1941 só se apropria de um amontoado de momentos da obra original para distorcer a narrativa e suprimir temas importantes. O resultado não poderia ser diferente, um filme tão recortado que não consegue nem se estabelecer como homenagem nem como uma visão diferente ou releitura do livro fonte.

O mais revoltante é que Wheatley parece tentar se esquivar do “plágio” quando interliga de uma maneira completamente diferente as cenas que rouba de Hitchcock. Ele ignora o fato desse material ter sido pensado para cumprir um determinado propósito na narrativa. Um exemplo disso é a relação com a arquitetura que, em 1940, foi filmada de cima para baixo resultando na impressão de grandeza, solidão e opressão. Em contrapartida, a filmagem de 2020 transporta a câmera ao nível do olhar e transforma o suspense social e físico em algo macabro e sobrenatural.

Esse é o problema, tentar contar o mesmo roteiro sem se ater aos significados que Alfred interligou a ele através da linguagem. E, como se isso já não fosse o suficiente, piora quando imagina que o espectador carregará consigo algumas das percepções que o filme de 40 traz. Por exemplo, o Maxim De Winter de Armie Hammer não transborda a mesma ausência só por ter menos tempo de tela no meio do filme. Ele deixa vazio o constante senso de partida que o Maxim De Winter de Laurence Olivier levava consigo. Em suma, erra até onde imita.

A criação e adoração de um mito cotidiano é mais um aspecto extraordinário que acaba perdendo relevância aqui. Rebecca é um ídolo cultuado por todos que a cercam, essa noção é amplificada quando ela é distanciada tanto das personagens quanto do espectador sem ter nenhuma característica estética visível atrelada ao seu ser. A partir do momento que ela ganha uma trajetória mundana, vide quando Sra. Danvers cita sua adolescência, ela perde impacto. A cena em que é possível visualizar partes de seu cadáver ser retirado do mar prega de vez o caixão do significado que sustenta o filme e deixa para trás apenas uma história de vingança, romance e enganação.

Inclusive, a Sra. Danvers, que é uma das personagens mais fascinantes do original, acaba sendo ofuscada. O antagonismo cego e louco advindo da obsessão que guiava seus atos foi substituído por uma certa vilania com uma percepção racional dos seus arredores. Isso é evidenciado nas suas diferentes mortes: enquanto a original morre no fogo do quarto em que preservava a última presença de Rebecca, a atual se sacrifica no mar em uma tentativa de se igualar ao ídolo, a adoração cede lugar ao companheirismo.

De fato, o filme acaba focando no que tem de menos interessante. A personagem de Lily James, a “nova” Sra De Winter, ganha uma capa mais sorrateira (para não dizer malandra) no terceiro ato. A fatídica frase “Você envelheceu tanto em poucas horas” deixa de ser um retrato do peso que a realidade implica na percepção de mundo do indivíduo para se tornar uma mera transformação do olhar em algo “malicioso”. A encarada possessiva que ela entrega no último quadro do filme distorce não só o romance, que é bem mais desenvolvido nesse filme, como também acaba com a inocência da personagem que foi jogada em um ambiente nocivo.

Por mais que a função crítica não seja comparar, em um filme que evoca tanto de uma outra obra sem querer deixar isso explícito é difícil se eximir da sobreposição. Talvez essa seja a prova de que Hollywood precisa deixar o trabalho de grandes diretores envelhecer como vinho ao invés de suprimi-los com releituras medianas.

Rebecca – A Mulher Inesquecível esta disponível na Netflix.

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Zack Snyder’s Justice League | Jared Leto vai voltar a interpretar o Coringa

O novo corte de Zack Snyder na Liga da Justiça está recebendo algumas risadas matadoras.

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O novo corte de Zack Snyder na Liga da Justiça está recebendo algumas risadas matadoras.

Jared Leto, que interpretou o vilão clássico da DC, Coringa, em Esquadrão Suicida de 2016  juntou-se às refilmagens de “Snyder Cut”, é o que informa o THR.

O projeto, oficialmente intitulado Zack Snyder’s Justice League está sendo supervisionado pela HBO Max, que está financiando a nova rodada de filmagens e a conclusão de muitas cenas inacabadas, e irá ao ar como uma série de eventos de quatro episódios no próximo ano.

As filmagens estão em andamento com Ben Affleck, Ray Fisher e Amber Heard, entre os envolvidos em cima como Leto. Não está claro quais outros atores estão envolvidos.

Enquanto as filmagens avançam, dois produtores que estavam envolvidos com o filme nos cinemas estão afastados. Jon Berg e Geoff Johns, então executivos do estúdio que supervisionaram o filme e a refilmagem de Joss Whedon, não receberão créditos de produtor no Corte de Snyder, dizem as fontes.

Zack Snyder’s Justice League estreia em 2021.

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