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Batman vs Superman: A Origem da Justiça – Faz outros filmes de heróis parecerem uma Sessão da Tarde

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O que o diretor junto com o roteirista quis passar para nós com este trabalho? Fugindo um pouco do estigma de heróis (da falsa ideia de que este gênero é somente para divertir), Batman vs Superman: A Origem da Justiça é uma produção arrebatadora em todos os sentidos que se propõe. Mas será que temos problemas? Temos, mas o que este filme quer afinal? ESTA CRÍTICA É SEM SPOILERS.

Batman vs Superman: A Origem da Justiça não é um filme pipoca como os filmes de heróis da Marvel, na verdade não é o filtro mais escuro ou simplesmente o fato do filme se passar mais a noite, mas sim por ter um roteiro completamente diferente de filmes de super-heróis populares (logo Watchmen, também dirigido por Zack Snyder, não estraria aqui). O clima é pesado, afinal Superman matou milhares de pessoas na sua luta contra Zod, e agora ele paga por suas ações. Ao longo do filme vemos ele tentando se redimir por seus atos, até que mais um incidente deixa o governo ainda mais contra ele. Logo de cara vemos um Bruce Wayne atormentado por sua quase insignificância perto de um deus, que mesmo assim matou milhares de pessoas na sua tentativa quase frustrada de salvar a humanidade. O mesmo Ben Affleck tão aguardado e esperado, cumpre e se consagra como o melhor Batman de todos os tempos.

O desenvolvimento do Batman ao longo do filme quase torna insignificante o desenviolamento do Supeman do Henry Cavil. Não que o Super esteja mal desenvolvido, mas sim o Batman de Ben Aflleck brilha muito mais do que o Super do Henry.

Relacionado: Primeira crítica escrita de Batman vs Superman: A Origem da Justiça

Justamente o roteiro peca por não insultar a inteligência das pessoas, ora isso é um pecado? Hoje em dia com filmes de heróis quase beirando a Sessão da Tarde, lógico que fazer um filme do gênero com uma temática mais profunda iria deixar algumas pessoas perplexas. O filme não é épico demais, ele só está no ponto exato que deveria estar, existem alguns pontos que deveriam ser diferentes em minha opinião, mas nada que tire o brilho desta obra.

prestem atenção nesta cena

Prestem atenção nesta cena

Lex Luthor está tão brilhante quanto podemos esperar, sem dó e sem piedade, ele faz de tudo para simplesmente destruir seu inimigo: manipula e usa pessoas, deixando praticamente o Superman de joelhos perante ele. Sua super capacidade de manipular, por vezes, consegue administrar a raiva e a dor dos personagens com ética e moralidade, aquele velho Lex manipulador e egoísta de sempre, prestem bem atenção quando ele adentra em determinado local, seu conhecimento se expande de tal maneira, que somente vimos em animações até agora.

As participações dos outros heróis da Liga da Justiça como Flash e Aquaman são memoráveis, fica evidente em uma cena que Crises nas Infinitas Terras pode ser possível em um futuro não tão distante, somente achei fraca a participação do Cyborg no filme.

A DC Comics sempre teve suas obras de cinema ou em séries diferentes da Marvel, enquanto a DC optou por uma coisa menos séria na TV, a Marvel por sua vez optou por entendimentos mais obscuros, já no cinema vemos o contrário: vemos que a DC ditou um tom completamente diferente para o seu universo e quis sim, se distanciar de tudo o que a Marvel já tinha feito até hoje em matéria de cinema.

Relacionado: Crítica em vídeo do filme Batman vs Superman: A Origem da Justiça

Se desconstrói a história do herói, todos os personagens possíveis de um mundo aonde um super ser de outro planeta aparece estão no filme. Bruce Wayne tem medo, Lex pensa em somente destruí-lo, o mundo dividido e gente querendo se aproveitar da situação em todos os sentidos.

A Mulher Maravilha de Gal esta perfeita, em um tom certo e coerente, toda a vez que a personagem aparece percebemos o quanto ela esta a vontade no papel, ela simplesmente nasceu para ser a Mulher Maravilha.

 Batman vs Superman: A Origem da Justiça, simplesmente é uma obra prima do diretor Zack Snyder, tendo uma trilha sonora perfeita de Hans Zimmer. Vá sem medo de assistir esse filme, que vai além de um longa pipoca de super-heróis como já estamos acostumados a ver. Simplesmente é tão épico quanto se prometia ser.

Revisado por: Bruna Vieira.

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Guilherme Briggs é “atacado” por querer proteger sua família do COVID-19

O artista lembrou que se proteger do coronavírus é um exercício de empatia.

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Uma das maiores vozes da dublagem do Brasil, Guilherme Briggs, esta sendo atacado por algumas pessoas que criticaram a postura do artista de querer fazer dublagem em casa para os estúdios por conta do Coronavírus.

Tudo começou quando Biriggs foi perguntando se ele dublaria Henry Cavill na versão da HBO Max do filme Liga da Justiça, que terá a edição e corte final do diretor original Zack Snyder, ele respondeu dizendo que se a HBO não permitisse a dublagem via home-office, ele provavelmente não dublaria na versão.

Isso foi o suficiente para que Briggs fosse chamado até de frouxo por algumas pessoas no Twitter, o artista então explicou que se proteger é um exercício de empatia pelo próximo:

O artista recebeu em suma maioria palavras de apoio por sua decisão de se manter seguro em casa.

Atualmente temos no Brasil cerca de mil óbitos diários por conta do coronavírus, totalizando até o dia de hoje 93.616 mortes, 2.708.876 de infectados somente no Brasil e no mundo 685.179 mortes totais.

Afastado do filme por conta do suicídio da sua filha, Zack e sua esposa Deborah Snyder – que também produziu o longa – não chegaram a finalizar totalmente o projeto.  Joss Wheldon, diretor de Vingadores e Vingadores: Era de Ultron, foi chamado pela Warner para refilmar boa parte da produção, mudando assim acontecimentos previstos no roteiro original do filme, assim como refazer cenas importantes da trama. Snyder revelou recentemente que jamais viu a versão que saiu para o cinema, sempre dando a entender que gostaria de exibir ao público a sua visão dos heróis.

Liga da Justiça recebeu críticas mistas da mídia especializada na época de seu lançamento, com destaque positivo às atuações de Gadot (Mulher-Maravilha) e Ezra Miller (Flash), as sequências de ação e os efeitos visuais, enquanto que o enredo, a narrativa, o ritmo, o vilão e o excessivo uso de efeitos especiais foram recebidos de forma negativa. 

Arrecadando mais de US$ 657 milhões mundialmente, sendo assim o décimo quarto longa-metragem de maior bilheteria daquele ano, ficou abaixo das expectativas do estúdio (com perdas estimadas entre US$ 50 e US$ 100 milhões) e é o título de menor receita do então universo estendido da DC Comics no cinema.

Liga da Justiça: Snyder Cut estreia em 2021 na HBO Max.

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Beyond Good & Evil ganhará filme na Netflix

Diretor de Detetive Pikachu adaptará game para as telas.

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Depois do THR noticiar que a Netflix está desenvolvendo um longa baseado em Beyond Good & Evil, game da Ubisoft lançado em 2003, a plataforma confirmou a produção do filme nas redes sociais.

E mais: foi revelado que Rob Letterman, diretor de Detetive Pikachu, está à frente do projeto, que envolverá atores reais interagindo com personagens de computação gráfica. Jason Altman e Margaret Boykin, executivos da divisão de filmes e séries da Ubisoft, serão os produtores do longa, que está no momento a procura de um roteirista. Não há informações sobre a trama ou mesmo elenco.

Criado por Michael Ancel (Rayman), Beyond Good & Evil foi lançado para diversos consoles em 2003 e contava a história de uma repórter investigativa que se juntava a um grupo de resistência para juntar informações sobre uma conspiração interplanetária. Um segundo jogo atualmente está em desenvolvimento, porém sem previsão de lançamento.

Beyond Good & Evil não tem data de estreia prevista.

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Elenco anuncia terceiro filme de A Barraca do Beijo

O terceiro filme foi gravado, as escondidas, simultaneamente com o segundo.

Nataly Souza

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Barraca do Beijo

O segundo filme de A Barraca do Beijo mal chegou na Netflix e já foi confirmado o terceiro filme que trará a continuação da história de Elle, protagonizada pela atriz Joey King, Noah e Lee .

Além disso, a parte 3 contará com a participação dos dois novos personagens inseridos no segundo filme; Marco (Taylor Zakhar Perez) e Chloe (Maisie Richardson-Sellers). A Barraca do Beijo 3 foi filmada junto com a parte 2 e está toda finalizada, por conta disso a atual situação de pandemia não irá atrapalhar a sua estreia.

A continuação promete mostrar a decisão de Elle entre ir estudar em Havard com seu namorado Noah ou ir para Berkeley com o melhor amigo Lee.

Barraca do Beijo 3 ainda segue sem data, mas deve chegar em 2021.

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