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BGS 2018

BGS 2018 – HyperX domina o evento

Thalita Heiderich

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Essa semana está marcada pela BGS (Brasil Game Show), evento de games para gamers, realizada em São Paulo. Estive presente em alguns dias e tive o prazer de ver de perto as novidades da HyperX.

Pra quem não conhece, a HyperX é uma grande empresa de produtos de alta performance. É uma divisão da Kingstaon Technology. Há 7 anos está presente na BGS, apresentando seus produtos variados para os gamers de plantão. É a maior fabricante independente de memórias do mundo. É patrocinadora de mais de 20 equipes de e-sports no mundo, além de patrocinar DJs e outros profissionais que precisam de equipamentos de qualidade e rapidez.

Nesse ano, a HyperX montou um estande gigante na BGS, no andar de baixo existem 2 áreas para que os gamers joguem com os produtos HyperX e uma área para venda dos mesmos. Existe ainda um segundo andar que falarei mais a frente e uma área externa com campeonatos e participação de youtubers gamers e da cena nerd. Estiveram lá: Cid do Não Salvo, Leon e Nilce (Canal Coisa de Nerd), Damiani e Patriota, entre outros.

Consegui conversar com o Fábio Bottallo, gerente de marketing da empresa e ele contou as novidades pra gente.

A HyperX começou com um stand pequenininho na BGS e se orgulha muito do caminho que vem trilhando desde então. Apesar da economia nacional não estar lá grandes coisas, a HyperX tem se mantido forte e crescente no mercado, chegando a vender 5 milhões anuais e fornecendo produtos de qualidade com o mesmo portfólio da Europa!

Mesmo o gamer iniciante já tem na linha da 1ª família produtos superiores aos do mercado.

O Fábio contou pra gente que está animado com os planos da HyperX e pretende expandir as vendas online pra lojas físicas também. Já começou com parceria com a Kalunga e tem parceria online com a Kaboom.

Quem estiver na BGS tem acesso à loja com até 40% de desconto nos produtos e de primeira mão tem 2 lançamentos! Confira abaixo:

Headset HYPERX Cloud Earbuds

Otimizado para modo portátil, se acomoda ao seu ouvido . Áudio de imersão no jogo. Microfone no fio do chat. Case incluída e 2 anos de garantia com suporte técnico local!

Teclado ALLOYS FPS RGB

Teclas backlit RGB, com efeitos de iluminação dinâmicos. Personalização avançada, com Software HyperX NGenuity. Switches mecânicos Kailh Silver Speed. Modo-Jogo. 100% anti-ghosting.

Além desas belezuras, a loja online está com dois SSDs em lançamento! O SSD RGB e o SSD EXO. Você pode carregar seus jogos direto do SSD, eles têm muita capacidade, não causam delay e tem melhor resolução. Confira no Site!

Agora sobre o segundo andar do stand na BGS, tive o privilégio de ter uma experiência VR com os produtos Hyperx. Imersão completa, até me empolguei demais! Em parceria com a IM Designs, foi criado um jogo de aproximadamente 5 min, que se passa no stand da HyperX ali mesmo na BGS. Você é atacado por robôs e tem que atirar neles com armas disponíveis nas suas costas e na sua cintura. são 3 “fases” em diferentes partes do stand, você é teletransportado assim que mata a quantidade necessária de robôs.

O game é apenas pára teste do equipamento HyperX e foi uma experiência incrível! A Qualidade e o isolamento sonoro aumentaram minha imersão e os 5 minutos de jogo se passaram voando. Queria mais!

“Queremos que as pessoas experimentem nossos produtos, garantimos a qualidade e temos orgulho do que produzimos” – Fábio Bottallo.

A HyperX tem suporte técnico local, produtos lindos e com extrema qualidade. Se ainda não conhece, confira na BGS, pelo site deles ou pelos parceiros!

A Brasil Game Show acontece em São Paulo, na Expo Center Norte, de 10 a 14 de outubro de 2018.

Carioca viciada em séries, filmes do drama ao terror gore. Rabiscadora de livros, nerd, míope e ouvinte de podcast com a cabeça na janela do ônibus.

BGS 2018

BGS 2018 – Os melhores jogos Indie do evento

Thalita Heiderich

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A Brasil Game Show é um evento de games que acontece em São Paulo, esse Ano na Expo Center Norte. A maioria dos games lá já foram apresentados anteriormente da E3 pra imprensa, mas esse evento é mais pro público, pra nós, compradores dos games.

Um destaque do evento é a Área Indie, que está menor que nos últimos anos, mas ainda tem presença de games interessantes e que precisam dessa visão do público, crowdfunding e publicidade pra conseguirem ser lançados.

Fiquem de olho no que achamos interessante por lá:

TRY. DIE. REPEAT.

Esse jogo é bem divertido e te faz passar raiva em alguns momentos. A premissa é básica: chegue ao fim da missão. Mas a proposta é que você morra várias vezes pra chegar ao final. Você comanda um  grupo de personagens, um de cada vez, com tamanhos diferentes e esses detalhes são importantes para o cumprimento da tarefa. Assim que você morre, o corpo continua no jogo e você pode usá-lo como plataforma pra passar de fase.

Esse jogo é da Mad Viking, já foi jogado por youtubers como Markiplier e Pewdiepie já jogou um fangame deles também que é bem tosco e divertido.

A versão apresentada na BGS tem previsão de estréia em março do ano que vem e vai contar com dublagens (narração) e 2h de gameplay. Será lançado para mobile e na steam, com planos futuros para lançamento do switch.

Confiram a versão antiga do jogo no GameJolt AQUI ou espere pelo novo por AQUI!

INSANIA

Fãs de terror psicológico vão curtir esse aqui.  Produzido pela ALECFU, INSANIA é um game para PC que consiste em encontrar a mãe desaparecida do personagem principal num hotel macabro.

O game aposta no terror psicológico, mais suspense, mais história, sem esquecer os jumpscares, mas também sem abusar deles.

É uma boa proposta pros amantes de terror e o pessoal no stand é super simpático e apaixonado pela categoria.

Ao todo são 7 fases e a duração do gameplay vai depender bastante de como o jogador encarar o game.

Confira o trailer abaixo:

O REI DO CANGAÇO

Não se assuste com o nome, é isso mesmo. Nesse jogo você é um Cangaceiro badass que após sua morte, volta pra terra pra caçar demônios.

O visual do jogo é lindo e as cores são bem importantes pro avanço. O que começa como um jogo de tiro simples, vira um game de concentração  e raciocínio, com habilidades motoras. O Game é pra PC, jogado em VR, uma experiência incrível e uma ótima surpresa na área indie.

A BGS acontece esse  de 10 a 14 de outubro, em São Paulo, na Expo Center Norte.

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BGS 2018

BGS 2018 – As novidades da realidade virtual

Edi

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Para quem conhece meu trabalho, tenho atuado em pesquisas em realidade virtual, realidade aumentada e realidade misturada a alguns anos. É uma das minhas linhas de pesquisa por uma serie de razões. Acredito que a primeira delas é que a expansão da realidade me fascina de alguma forma porque tem a ver com ficção cientifica, coisa futurista e parece que esse futurista fica cada vez mais presente.

Das possibilidades de tecnologias de realidades que mencionei acima, a realidade virtual é a das mais imersivas porque ela quer te “sequestrar dessa realidade”. E é exatamente isso que ela faz. Quem nunca viu aqueles vídeos de pessoas em shopping que ao usar um óculos de RV, com um leve empurrão caem rolando no chão? Isso acontece porque a mente acha que o corpo esta em outro lugar. E isso, é muito divertido.

Enquanto a aumentada apenas adiciona elementos informacionais a partir de uma tela, como por exemplo, o Google Glass fazia, e a Misturada mistura elementos dos dois modelos, a realidade virtual é o que mais se aproxima dos contos de ficção mais famosos, como Avatar (Surrogates, 2009) ou filmes mais clássicos como Matrix (1999), Passageiro do Futuro (1992) entre outros,  e por isso, brincam um pouco com nossa imaginação.

Idealizada por Morton Heilig em 1962 por uma maquina chamada Sensorama e depois em 1968 por Ivan Sutherland com a espada de Democles, a idéia de estar em outro lugar enganando o cérebro vem desde então evoluindo em diversos aspectos. A primeira tentativa de cinema 3D não foi bem aceita. Também, quem ficava confortável com aqueles óculos de lentes vermelhas e azuis? Não era uma coisa legal no final das contas. E apesar dos incríveis avanços no cinema, é no mundo dos games que aparentemente essa tecnologia caminha muito mais rápido. Já experimentei vários dispositivos de RV, incluindo as primeiras versões de óculos Rift, Samsung Gear Vr, entre outros, testei aqui na BGS, a segunda versão do PS VR, com o jogo Saber Beat.

Primeiras impressões e Saber Beat!

A versão mais recente do hardware, é mais confortável que sua versão anterior. O problema do cabo curto foi resolvido e os controles estão bem mais precisos. Minha maior preocupação com esse tipo de hardware é o ajuste no rosto, uma vez que eu uso óculos. Tanto na versão anterior quanto em outros dispositivos do gênero como o Rift, sempre vaza um pouco de iluminação externa, o que atrapalha muito a experiência de imersão. Mas nessa nova versão, não tive esse problema. Isso não significa que tenha sido resolvido, mas o ajuste de distância ainda pode ter alguma interferência dependendo da armação dos seus óculos (se vc usa um).

O jogo em questão, viralizou na internet e mostrava algo bem parecido a um jogo estilo Jedi/Sith Star Wars usando sabre de luz destruindo objetos. Bem, não se trata de um jogo de Star Wars (apesar de ser lol), e ele se baseia em elementos que devem ser eliminados no melhor estilo Ninja fruit, desviando de ocasionais obstáculos a medida que a batida da música rola de fundo. Sim, isso fez TODA a diferença. O corpo praticamente mexe sozinho. Não senti o peso do visor, tão pouco enjoo do movimento (Motion sickness). A experiência com esse jogo pode ser resumida em uma palavra apenas: PRECISO.

2 anos de Playstation VR

Nem parece muito tempo assim, mas esse ano a PSVR completou dois anos, e já conta com mais de 160 jogos exclusivos para VR, sem mencionar que o jogador pode usar o óculos para jogar outros jogos não VR. Mas com Borderlands anunciada em versão VR, bem, a única complicação é o preço do brinquedo. Na feira, sai pela bagatela de 2.799 dinheiros. A vantagem frente as versões anteriores é o bundle (câmera + controles + jogos). Colocando na ponta do lápis, a compra separada dos mesmos elementos sai mais caro.

Mas apesar de tantos títulos e jogos na PSN a partir de um canal exclusivo de VR, o preço ainda é a maior barreira para a adoção, apesar da Sony ter anunciada que já foram vendidas mais de 3 milhões de unidades. Comparando com uma das versões mais baratas do console, o PSVR custa quase dois consoles, uma vez que é possível encontrar PS4 a partir de 1500 reais.

Vantagem frente aos concorrentes.

Considerando os demais competidores do PS VR como o Samsung Gear VR, a posição do console japonês tem vantagem de braçada. Além dos 160 títulos e da melhor avaliação de hardware, o console ainda conta com a PSN, que disponibiliza mensalmente jogos para quem assina a Playstation Network Plus, enquanto a HTC e a Samsung apenas oferecem os dispositivos. Nesse sentido, o console na minha avaliação tem muito mais chances de oferecer um grau ainda maior de imersão do que um dispositivo celular.

Não que os demais competidores não estejam a altura do desafio, muito pelo contrario. Como mencionei antes, essa indústria está em franco desenvolvimento e a cada nova geração de dispositivos se resolvem detalhes que impactam a experiência do usuário. Nesse sentido, pensando na próxima geração de consoles, as surpresas podem ser ainda melhores.

Vale lembrar que apesar de Phil Spencer ter anunciando na E2016 que a Microsoft desejava perseguir essa modalidade, na E2018 a Microsoft disse que o Xbox One não teria suporte a RV e que a plataforma mais adequada para isso, seria mesmo o PC, legando a Hololens apenas o universo dos PCs.

Vale a pena ou não comprar?

SIM, vale. Isso quero dizer, se você tiver como comprar. No limite, é um hardware acessório que custa mais caro que o próprio console, mas a experiência vale muito a pena. Existem diversas perguntas no ar, de como: se eu ficar jogando isso o dia todo vou passar mal? Bem, provavelmente sim, mas isso não significa que não é um bom deal. O preço dificilmente vai cair, uma vez que a Sony está praticamente sozinha nesse segmento. Os grandes studios de games tem acenado com boa vontade para a produção de jogos cada vez mais envolventes e dinâmicos para essa modalidade, e ainda tem um fator importantíssimo a ser considerado. Acredito que o PSVR é mais um equipamento para a próxima geração de console do que a atual.

Bem, esse ano, o stande de VR da Sony também foi bem maior do que da BGS do ano passado. Então da para acreditar que ainda vem muita coisa boa por ai (menos o preço mais acessível).

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BGS 2018

BGS 2018 – Magic The Gathering Arena Review

Fabio Palamedi

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Alguns jogos já nascem digitais e criam toda uma indústria em torno deles, como o caso dos jogos que fazem parte dos e-Sports ou mesmo as famosas franquias de jogos como Mario, Call of Duty e Battlefield.

Mas e os jogos que quando foram criados, não existia digital? Ou consoles? Ou ainda computadores potentes com placas de vídeos e modos multiplayers? Esse é o caso de Magic, jogo do estilo de cartas que tem nada menos que 25 anos de trajetória. Assim como jogos de tabuleiros mais tradicionais ou ainda os jogos de RPG, Magic criou um universo próprio, com comunidades de fãns e jogadores profissionais antes mesmo dos e-Sports surgirem. Algumas cartas raras, já chegaram a valer alguns milhares de dólares.

A alguns anos, tenho acompanhado algumas iniciativas de Magic com aplicativos e acredito que uma versão de Magic the Gathering digital, é um processo ate que muito natural. Especificamente em jogos de tabuleiros mais tradicionais, não é incomum por exemplo, encontrar um aplicativo que acompanha o jogador na hora de jogar. Esses companion servem para dinamizar a diversão, além de introduzir novos elementos inesperados aos jogadores.

Como fã da marca que sou, não podia não cobrir a primeira participação deles na BGS desse ano, que conta com o lançamento Beta do jogo Magic The Gathering Arena. Eu passei algumas horas jogando e além disso, entrevistei a Carolina Moraes, Coordenadora de Comunidade Wizards of the Coast no Brasil, que deu detalhes bem interessantes sobre a aproximação da marca Magic, dos e-Sports.

Digital como nova opção de jogo, ou extensão do seu deck.

Minha primeira pergunta foi sobre esse flerte de Magic com o Digital, tentando entender a relação do físico para o digital. Como Magic está caminhando dessa forma, é uma oportunidade única estar em dois lugares ao mesmo tempo. O jogador que gosta de jogar com seu deck físico, pode a qualquer momento importar o mesmo deck a partir do código nos decks a partir da versão de Guildas de Ravnica.

Além disso, o jogador pode a qualquer momento, enfrentar um adversário, cumprir missões diárias e mensais, alem de desafios para conquistar moedas que podem ser trocadas por packs de novas cartas (chamadas de boosters), garantindo ao jogar sempre novas cartas, em um sistema ranqueado. Da mesma forma que no físico o jogador pode comprar seus decks, o mesmo pode ser feito no digital.

A recepção do jogo pela comunidade tem sido das melhores. “A gente percebe que a comunidade, os novos jogadores preferem jogos digitais e sabíamos que era natural e que em algum momento deveríamos investir nessa plataforma…além de ser uma forma divertida para as pessoas jogarem a qualquer momento, e é também uma grande aposta para o e-Sports.” – Afirma Carolina Moraes.

e-Sport de estratégia de time versus individual

Magic, que foi o primeiro Trade Card game (colecionáveis), é por natureza um jogo altamente competitivo e essencialmente estratégico. Em um jogo de Magic, uma carta e uma boa estratégia, podem levar um jogador morimbundo a vencedor em apenas uma rodada. Essa dinâmica, permitiu que ao longo dos 25 anos de existência, surgissem eventos e  campeonatos desde jogador versus jogador quanto times que competem entre si. Apesar da versão beta disponível para download não ter a opção de jogar contra times ainda, a versão final ainda guarda boas surpresas para os jogadores. “O jogo ainda tem um tempo para evoluir porque ainda estamos nessa versão Beta, mas o jogo na ocasião do lançamento não vai deixar nada a desejar”.

Sobre o jogo

Passei algumas horas jogando e a experiência ainda nessa versão é muito envolvente. A interface de jogo é bem simples e ela replica a experiência da mesa. Você vê o seu adversário do outro lado, as animações e movimentações de cartas tornam as regras muito mais claras, algo que toma algum tempo no deck físico. A dinâmica de uma partida online lembra muito a dinâmica do jogo físico com a diferença de que, em função dos apoios da interface ajudarem muito o que acontece com uma carta ou os pontos de vida que mudam automaticamente a partir da ação de um jogador, o tempo tentando entender as regras ou mesmo entender o que fazer com os pontos de ataque e defesa sejam aproveitados. Por exemplo, se uma carta sofre redução de pontos ou ainda fica impossibilitada de ser usada, a interface não permite que a mesma seja utilizada em uma jogada.

Quando perguntei sobre os planos para outras plataformas, Carolina afirmou que os planos são de estar em todos os lugares, mas que isso ainda vai levar um tempo.

Curtiu? Você pode baixar o jogo neste LINK, com o código PlayRavnica você ganha 3 booster da coleção Guildas de Ravnica com 8 cartas cada.

Vale lembrar ainda que o jogo ainda esta em desenvolvimento, e que na minha percepção, vejo claramente uma partida de Magic entre dois times, não muito diferente dos times de e-Sports tradicionais. Tenho certeza que 2019 ainda nos aguardam muitas surpresas boas sobre esse jogo. Fique ligado.

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