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BGS 2019 – Conhecemos um pouco mais sobre o projeto MimooD

Conversamos com os criadores da Mi Mood Vitor e Bia sobre um pouco de acessibilidade para os gamers e grandes eventos.

Hueber Silva

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Entrevistamos os criadores do site MimooD que falam sobre acessibilidade para os games de uma forma geral e querem integrar as pessoas com algum tipo de deficiência no mundo dos games em geral.

Gostaria que vocês explicassem um pouco sobre o projeto que vocês, como surgiu a MimooD e como foi levar esse projeto pra frente? Acreditamos ser um projeto muito bacana.

A MimooD surgiu a partir de vermos a necessidade das feiras referente a acessibilidade. Conseguimos enxergar nas feiras a questão da falta de acessibilidade e também a questão  de ter que explicar a acessibilidade para as pessoas que estão na feira, então quando começamos com a ideia do “ MimooD” a nossa intenção era transpassar a acessibilidade, o grau da acessibilidade e a acessibilidade para as pessoas que precisavam dela, esse foi o início da MimooD na questão funcional. Já que minha esposa tem necessidades especiais, nós vimos a importância de ter essa informação. 

Em relação ao trabalho que fazemos hoje, além de visitarmos os locais para ver a acessibilidade, nós produzimos materiais acessíveis também, como: games, culinária e etc, mas a intenção é produzir outros conteúdos para que a pessoa possa pensar “Ah eu gosto de “CS” ela vai lá, ela tem uma deficiência auditiva, ela consegue ver a audiodescrição das novidades de “CS” sobre isso, ou se ela é surda, ela consegue ver nossos vídeos que são todos transcritos em libras, então hoje nosso foco é produzir material acessível pra que todo mundo tenha acesso a tudo que todo mundo tem hoje, e aquilo que a internet proporciona pra gente.  

Além de produzir o material acessível, queremos transformar a vida da pessoa que tem necessidade especial numa questão dela numa questão dela ser auto suficiente, fazer tudo sozinha e não depender de ninguém, por exemplo, hoje uma pessoa com deficiência visual, ela quer comprar um material específico, um pente de memória, um mouse e lá não tem esse conteúdo e os termos técnicos daquele produto no site do fabricante, da loja ou do revendedor, ela não sabe o que ta vindo, então ela tem o desejo mas não tem a informação para poder estar comprando, então por exemplo, a pessoa que gosta de game e tem deficiência visual, ela pode estar acompanhando dentro do nosso blog alguns games de destaque que vamos estar falando, na forma acessível e língua acessível,  pra ela poder compreender e ela poder ter informação suficiente e conseguir comprar aquele produto, ou até as dicas sobre determinado fone, determinado mouse, determinado teclado sobre formas de configurações para a acessibilidade dela.

De alguns anos pra cá, a BGS vem trazendo pessoas com deficiência para trabalhar aqui e muito deles são cadeirantes, vocês enxergam isso como uma oportunidade de uma inclusão dessas pessoas dentro do mundo dos games e entretenimento? 

Então, a inclusão de pessoas com necessidade especial para trabalhar em evento é um ponto muito positivo, a inclusão dela, a questão da capacitação, da capacidade dela trabalhar, ela não tem nenhum tipo de empecilho pra poder fazer isso. Apesar de que a acessibilidade da BGS, precisa melhorar como muitos eventos no brasil tem que ser melhorado, porque a acessibilidade infelizmente ainda passa pelo ponto de pensar que  acessibilidade é só rampa, mas a acessibilidade é muito além de uma rampa, como eu gosto de explicar a acessibilidade só é tratada como necessidade quando você necessita dela. Então hoje queremos mostrar pra as empresas, para as organizações e os eventos que a acessibilidade vai muito além de uma rampa, e muito além de botar funcionários para trabalhar pra eles, porque a gente ainda tem muita coisa pra melhorar e nosso foco é tentar melhorar a acessibilidade dos locais. 

Vocês tem conhecimento de algum projeto que pode tornar os jogos mais inclusivo como a “Casa de Davi” faz?

A questão da acessibilidade, como a gente costuma falar, a questão da necessidade especial ela é muito variável, são muitos tipos de necessidade especiais, e a questão da integração de todas essas categorias é muito complicada, então por exemplo, hoje nós temos algumas necessidades mais comuns como: visual, locomotiva, auditiva e hoje temos as que estão um pouco mais em alta, que é o daltonismo, o autismo que são necessidades também, entretanto, temos outras necessidades que são muito importante e precisam ser melhoradas. Hoje a nossa intenção é conseguir trazer não uma criação de jogo ou a criação de um periférico para uma pessoa com necessidade, especial porque infelizmente na indústria se você cria um projeto de alguma coisa específica para uma categoria, por não ser uma quantidade em massa, ela encarece o preço e aí você vai ter que comprar um acessório ou produto com um preço muito alto, não vai ser mais atrativo, ele não vai saí e então vai  morrer o projeto. Então vemos mais como uma questão de adaptação de formas acessível para poder colocar esse tipo de inclusão, por exemplo, um jogo a gente tem a ferramenta no jogo e a gente tem como incluir alguma ferramentas dentro dele para poder trazer a inclusão. O meu ponto de vista é mais a questão de incluir a pessoa com necessidade especial numa coisa que existe do que criar uma coisa totalmente direcionada pra ela. 

Gostaria de deixar uma Mensagem para as pessoas que têm algum tipo de deficiência e dificuldade nessa questão de jogos?

Que elas lutem, que se elas gostam de algo que corram atrás de empresa para ver o que pode ser feito ou criado, se incluam, venham as feiras, no local, hoje em dia a acessibilidade é muito maior de alguns anos atrás, então é possível  ter ou não uma total autonomia, mas é possível estar aqui curtindo o evento. Além disso, a gente fala “ Vem”, a gente tem vários tipos de experiências de pessoas com necessidades especiais que tem medo de ir para o evento porque não tem informação, mas a acessibilidade está acontecendo, não da forma que deveria acontecer, mas cada ano fica melhor, e isso é um ponto positivo para todos que necessitam dela, então o que podemos tentar passar pra vocês é: venham e briguem pela causa, porque é muito importante e uma melhorar pra todos.

Publicitário, nerd, apaixonado pelo mundo dos games, fascinado pelo mundo do cinema. “Ou se morre como herói, ou vive-se o bastante para se tornar o vilão.”

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BGS 2019 – Ed Boon veio prestigiar a etapa brasileira da Pro Kompetition

Tekken Master agora segue em terceiro lugar no top 16 da kompetição para tentar garantir sua vaga na final.

Edi

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 Durante o final de semana da Brasil Game Show 2019 (BGS), a WB Games realizou a etapa brasileira da Pro Kompetition, torneio oficial de Mortal Kombat 11, que contou com a narração de Victor Hugo Buiu e Jean Aluhandri do Kombat Klub e a presença de Ed Boon, co-criador da franquia, para prestigiar os jogadores durante os dois dias de competição.

No sábado (12), foram realizadas as fases qualificatórias – em disputas de melhor de três – que envolveram vários jogadores de alto nível, incluindo nomes conhecidos do cenário internacional. Mais de 160 kompetidores lutaram, mas somente 16 tiveram a honra de serem parabenizados no palco do estande da WB Games por Ed Boon.

Já no Domingo (13), diretamente do palco principal da BGS, os jogadores disputaram partidas – melhor de cinco – acirradas do início ao fim. Não demorou muito para o público comparecer em massa para acompanhar cada luta.

Próximo ao final, o único brasileiro sobrevivente na competição, Bruno “KillerXinok” Henrique, estava na loosers bracket dando tudo de si para chegar à final e não ser eliminado. Porém, Tyrese “DizzyTT” Carl acabou levando a melhor contra o Baraka e em seguida enfrentou Sayed “Tekken Master” Hashim que, apesar de seu nick,seconsagrou vencedor da Pro Kompetition na BGS 2019 em uma mirror match de Sonya por 3 a 0.

A premiação foi separada da seguinte maneira:

  • U$5,000 para o primeiro;
  • U$3,000 para o segundo;
  • U$2,000 para o terceiro;
  • U$1,500 para o quarto;
  • U$600 para o quinto.

Tekken Master agora segue em terceiro lugar no top 16 da kompetição para tentar garantir sua vaga na final. O Final Kombat, previsto para março de 2020 acontecerá em Chicago, Illinois.

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BGS 2019 – Entrevistamos Diana Zambrozuski durante o evento

Diana Zambrozuski destaca a importância das mulheres no mundo dos games e deixa um recado muito legal para todas que estão iniciando no mundo de streamer.

Hueber Silva

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Durante a Brasil Game Show desse ano tivemos a honra de entrevistar Diana Zambrozuski, ela que é gaucha e é uma das maiores streamers do Brasil. Sua pagina no Facebook tem cerca de 1,3 milhões de curtidas e suas diversas lives durante o dia anima a galera e diverte muito seu publico com alguns jogos.

Me fala um pouco da sua história. Como você começou no mundo Games e se alguém te influenciou?

Meu nome é Diana, e eu faço Live jogando já faz uns 5 anos e hoje eu vivo só disso. As Lives são minha principal profissão. Eu trabalho com todo esse meio de influencer e games, mas principalmente as Lives. 

Eu comecei porque eu me identifiquei muito com a personagem Catarina de League of Legends  eu era muito fã e todo mundo me dizia que era muito parecida com a personagem, como o cabelo vermelho, e ela tem uma personagem forte e é muito legal aquela mulher de faca na bota. Então eu já gostava muito de desenhar e fiz trabalhos artísticos, então pensei: ‘Nossa, seria muito louco fazer um trabalho cosplay, nunca fiz isso antes, mas decidi experimentar e deu certo. Comecei a ir nos eventos cosplay, e foi maravilhosa. Eu era uma pessoa super tímida, muito fechada, e achava até estranho eu ser aquela pessoa que gostava de cosplay, nesse meio todo de animes, jogos, etc. Na minha turma isso ainda era meio a parte, mas nesses eventos eu consegui me abrir, quando eu me vestia de alguma personagem eu me sentia a vontade para fazer o que eu quisesse, eu podia dançar, podia fazer coisas que eu normalmente eu não veria por vergonha ou timidez. Então, foi muito libertador e eu gostei bastante e continuei fazendo e melhorando meu cosplay, até que um dia resolvi criar uma página no Facebook, e comecei a ir em eventos e ter seguidores e a ser chamada para os eventos. Até que um dia me perguntaram por que eu não fazia uma Live para unir essas coisas que eu já gostava que é comunicar, é jogar, é estar ali na comunidade. Então decidi fazer um Live e já de cara adorei e comecei a fazer Lives e foi um grande processo né. No início eu fazia mais por amor, mais como um Hobby secundário e não dava retorno, mas de uns tempos pra cá começamos a colher frutos, e começamos colocar isso como primeiro plano na vida e estamos aí até hoje. 

Antes do mundo de cosplay de LOL você teve alguma influencia para entrar no mundo dos games?

Meu pai sempre foi muito ligado a tecnologia e ele sempre quis ter um computador sempre gostou de jogar, eu vivi a vida inteira vendo ele jogar Battlefield 2 em casa bem viciado, olhando para a tela girando a cabeça conforme os movimentos do game, então ele sempre gostou muito e sempre nos proporcionou esse acesso a tecnologia. Eu morava numa zona rural bem afastada e mesmo assim fazia de tudo pra ter um computador e internet, ele traçou um fio de 100 metros no sitio pra conseguir pegar internet de uma CPU lá em cima até lá em baixo, mas ele fez o possível e conseguiu nos dar internet e nos dar esse acesso, porque ele achava importante e sempre valorizou muito isso. Eu acho que essa foi a maior influencia que eu tive, porque as minhas amigas e todas as pessoas em minha volta ninguém tinha um video-game, ninguém costumava jogar, ou até mesmo a gente escutava que isso não era coisa de menina, então maioria das meninas que eu conheço que jogam e porque tinham primo, irmão, um pai ou uma figura masculina que trouxeram um console ou um computador pra dentro de casa, é muito difícil uma menina da minha geração ter vindo por conta, ter tido uma mãe alguém assim ou até mesmo por conta ter tido um video-game, então graças ao meu pai que eu tenho essa bagagem gamer desde pequena.

Sabemos que o machismo ainda infelizmente ainda é presente dentro das lives femininas, queríamos saber de você como você conseguiu lidar com isso?

Eu comecei a fazer lives por que eu já fazia muito parte dos grupos do Facebook, da minha pagina e tal, então eu já convivia numa comunidade e eu  já sabia que era bem arisco o ambiente, naquela época ainda era pior do que hoje, por que hoje mudou um pouquinho, as pessoas tem um pouco mais de cuidado né, o assunto está mais a tona, mas naquela época era bem mais arisco e eu via que as meninas que divulgavam as lives sempre sofriam um grande hate, mas eu quis fazer minhas lives mesmo assim e comecei divulgando em grupos, ouvindo muito a ponto de 7 a cada 10 comentários se referindo ao por que a gente ta divulgando uma foto pra promover a nossa live, sendo que todo mundo faz isso, mas por que a gente é mulher parece que ta usando nossa aparência, para se promover, chamar atenção, dos nerds.

Muitas mulheres usam um nick masculino ou unissex para fugirem do rage e da toxicidade, queríamos saber de você Diana se em algum momento você usou um nick diferente ou sempre deu cara a tapa?

Eu sempre dei a cara a tapa e usei meu nome, mas a gente acaba vivendo o 8 ou 80, sendo paparicada e assediada até demais com frases “ Ah gatinha, manda mensagem”, eles ficam pedindo seu contato e dando muito atenção e às vezes você não quer, você só quer jogar ali, ou o oposto, quando eles falam “ Seu lugar não é aqui, vai para o fogão” então estamos sempre vivendo os extremos, uma atenção exagerada ou um ódio só por você ser mulher. 

Sobre o nickname, o pessoal estava fortalecendo a campanha “ My Name, My Game” e eu achei isso super bacana, várias pessoas com influência começando a jogar com nome feminino só pra ver a diferença que isso causa e a diferença é surpreendente. Só por você ser mulher e ter seu nick feminino você vai ser super assedia ou xingada. 

E não é um xingamento com relação ao jogo, o que seria normal, ou com relação a alguma jogada errada que você fez, é xingar por você ter um nick feminino. Quando você é xingado por isso, acaba perdendo aquele seu momento de lazer e diversão e pensa o quanto é chato isso. Você só quer jogar e respeito como um ser humano normal. E justamente isso que acaba afastando muitas meninas desse meio.

As vezes, tivemos um dia cheio e vamos jogar e acabamos recebendo esses tipos de comentários completamente injusto, não tem condições e muitas meninas acabam se afastando do meio.

O que você mais gostou dessa BGS?

Eu já venho na BGS, há um tempo e é muito legal, vemos o evento crescer, enquanto crescemos junto. Esse ano estou com o Facebook Gaming é a primeira vez que eles estão na BGS e estou fazendo muita atividade com ele, estive no palco ontem e estou dando muitas entrevistas e acho muito bacana, porque além disso eles sempre buscam a representatividade e querem ter meninas no seu show, eles sempre gostam de colocar um porta voz feminino e não só deixar os meninos já que esse espaço já é deles. 

Com relação aos comentários tóxicos, geralmente eles são anônimos, mas o Facebook acaba diminuindo isso, porque a pessoa tem uma foto e um perfil então não esse anonimato e a toxicidade diminui bastante. 

Diana Zombrozuski ainda deixou um recado a todas as garotas que querem entrar no mundo do stream.

Em todas as áreas com relação a tecnologia, as mulheres são uma extrema minoria e nos games isso não é diferente, mais não pode ser assim, nós temos que mudar isso e é difícil mudar, porque a gente que está aqui tentando tem o dobro do trabalho, enquanto tentamos não se importar com o que está sendo dito, então dá muito mais trabalho do que deveria ser, mas vale muito a pena, porque a gente está fazendo uma mudança e se não nos mexermos vai continuar do jeito que está e isso é muito injusto, porque as meninas tem que ter o direito de jogar junto e se divertir junto. 

Jogos sempre foram presentes de todas as formas, desde antes da tecnologia, os jogos são os que nos fazem pensar, raciocinar, nos ajudam, porém, agora com essa avanço da tecnologia, os jogos viraram uma febre absurda e o mercado já mostra isso, ele aumentam a cada ano, então já está na hora de mudarmos isso e provar que esse espaço também é nosso e mudar esse jogo. Para isso precisamos do apoio de todas as meninas pra mudar esse cenário, dela tá ali assistindo, ouvindo, firme e forte e ter muito orgulho de você como menina estar ali, mesmo ouvindo e passando por essas coisas da galera que ainda não aprendeu a nos respeitar como um ser humano normal, temos que estar nesse espaço, sim e insistir!

Para receber as notificações das lives da Diana é só clicar aqui. Ela faz lives de alguns jogos como GTA V, Fornite e alguns outros, além disso ela é parceira do Facebook Gaming. Claramente as mulheres deveriam ganhar cada vez mais seu espaço no mundo dos games em geral.

Entrevista transcrita por Lucas Soares e Wendy Stefani, Conduzida por Janaina Franhan.

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BGS 2019 – Luigi’s Mansion 3 traz muita diversão e belos gráficos

Confira o que achamos da demo disponibilizada na BGS 2019.

Graziele Nanni

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Com um retorno grandioso á BGS 2019, a Nintendo nos trouxe a oportunidade de conferir em primeira mão o jogo Luigi’s Mansion 3. Em um stand bonito, muito disputado (com uma fila de espera de 4 horas para jogar!) e bem frequentado (Charles Martinet como estrela principal), nos foi dada a oportunidade de jogar a demo de aproximadamente 15 minutos.

Utilizando muito bem do cenário, mesclando uma jogabilidade fácil e inteligente, o jogo lembra bastante os antecessores mesmo assim atualizando-se como se faz necessário. Gooigi, uma versão do protagonista feito de plasma, nos ajuda em vários dos desafios mostrados no cenário. Com elementos já conhecidos da franquia, e muitos novos com a gama de movimentos agora possíveis com sua arma de plasma, o jogo é um passatempo á altura da empresa.

Com gráficos bonitos e cores chamativas, o jogo vem para agradar tanto adultos nintendistas quanto crianças que estão sendo introduzidas ao console híbrido.

Luigi’s Mansion 3 tem lançamento agendado para o dia 31 de outubro, o jogo já pode ser comprado em pré-venda na loja online da Nintendo.

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