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Bohemian Rhapsody “Uma ode a Freddie Mercury”

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Há bandas de rock boas o suficiente para renderem vários filmes. As histórias em geral são parecidas: brigas, uso de drogas e atitudes que reafirmam aquela forma de protestar – fazer música pode ser considerado um tipo de protesto. Agora, ícones tão simbólicos quanto o vocalista do Queen, Freddie Mercury, são personagens difíceis de se retratar. Fora alguns mistérios que permeiam a figura dele, Mercury foi embora muito cedo aos 45 anos.

Bohemian Rhapsody (Bryan Singer) é uma ode a Mercury, interpretado com maestria por Rami Malek que faz o ótimo Elliot em Mr. Robot. É, também, uma homenagem a um dos principais performistas e intérpretes que já pisaram no palco.

O filme nos leva ao início dos anos 70, quando o jovem ainda desconhecido Farrokh (nome verdadeiro de Mercury) ia aos shows da banda de rock britânica Smile, o embrião do que viria a ser o Queen. Quando o guitarrista Brian May (Gwilym Lee), o baterista Roger Taylor (Ben Hardy) e o baixista John Deacon (Joseph Mazzello) se veem sem uma voz pra guiar a banda eles descobrem no jovem Mercury uma esperança.

Não demora muito para que o verdadeiro rei da festa mostre a que chegou. Criado numa família tradicional e linha dura, desde cedo Mercury tem uma desenvoltura e um jeito que o faz se destacar entre os demais. Mas, repreendido principalmente pelo pai, ele mostra dificuldades pra assumir seu verdadeiro eu.

A história mostra os altos e baixos do líder do Queen desde o momento em que ele sai brigado da banda pra seguir carreira solo, até a volta triunfal depois de descobrir que estava doente. Passando também pelo temperamento conturbado e mandão de Mercury que dificultava o relacionamento entre os integrantes da banda.

O filme traz algumas curiosidades sobre o processo criativo de músicas famosas do grupo, como a ideia para Will We Rock You – uma tentativa de interação maior com a plateia, marca registrada da banda. E mostra a dificuldade que foi emplacar a música tema do filme, Bohemian Rhapsody, considerada longa demais para ser tocada nas rádios

Momentos que fizeram a banda entrar para o hall da fama do rock and roll também são retratados com fidelidade. Eu não era nascido quando o Queen fez o épico show no Rock and Rio em 1985, mas me senti parte do espetáculo mais de 30 anos depois. Aqui, o episódio é retratado como um divisor de águas para a banda, que nunca imaginaria um país de língua não inglesa cantando Love of My Life na mais perfeita sintonia.

Aliás, são vários os momento em que o filme tenta emular shows que entraram para a história, como o festival Live Aid, também em 85, que foi assistido por quase dois bilhões de fãs. Por isso, para ter a melhor experiência de som e imagem este é um filme que vale muito a pena ser visto em salas IMAX ou XD. Vale cada centavo a mais para ver o espetáculo completo.

A carga emocional que Rami Malek entrega interpretando Freddie Mercury é o ponto alto do filme. O ator tem o timing certo e os trejeitos que eram tão característicos do cantor. Não são poucos os momentos em que sua interpretação emociona os expectadores. O mais marcante talvez seja quando ele descobre que contraiu o vírus da AIDS e conta apenas para os membros da banda, que são seus verdadeiros e únicos amigos.

Bohemian Rhapsody tem alguns problemas na montagem final – um reflexo do que aconteceu nos bastidores da produção, com a saída do diretor Bryan Singer, mas nada que tire qualidade do filme. Além do visual épico e da interpretação fiel de Freddie Mercury, o longa mostra a importância do showman que viveu sem medo e por isso vive pra sempre no coração dos fãs.

Bohemian Rhapsody estreia dia primeiro de novembro nos cinemas de todo Brasil.

Bohemian Rhapsody

8.3

Roteiro

8.0/10

Direção

8.0/10

Fotografia

9.0/10

Formando em Jornalismo, cinéfilo fanático pelas franquias Star Wars e Batman. Eclético e buscando atualizar o gosto pelo cinema constantemente. Na TV, fã das séries The Walking Dead, Mr Robot, Westworld Rick and Morty.

cinema

Henry Cavill oficialmente volta em mais filmes como Superman

Henry Cavill esta voltando como Superman

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Henry Cavill mais uma vez vestirá a capa vermelha do Superman para a DC Films. 

O site comicbook acaba de confirmar a informação. 

Dois anos depois de deixar o papel, Henry Cavill vai para retratar Clark Kent / Superman em filmes baseados na DC Comics diz o site.

A extensão do retorno de Cavill ao papel – seja apenas para o trabalho adicional a ser feito para o próximo “Snyder Cut” de “Liga da Justiça” ou para aparições em filmes futuros – não foi divulgada. Porem a Variety relata que Esquadrão Suicida, Aquaman 2 e até mesmo The Batman pode ter o Superman incluso.

O ator britânico apareceu pela primeira vez como super-herói em 2013, “Homen de Aço”, seguido em 2016 por “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” e em 2017 por “Liga da Justiça”. Ele estava programado para novas aparições nos filmes da DC Comics, incluindo uma participação especial em “Shazam!” mas foi abruptamente dispensado do trabalho no final do verão de 2018.

Na época, especialistas disseram que a Warner Bros estava repensando sua estratégia para os filmes da DC Comics, afastando-se da abordagem do universo compartilhado e buscando filmes independentes. E, de fato, apenas alguns meses após a saída de Cavill, o mesmo aconteceu com Ben Affleck, o ator de Batman, e o planejado “The Batman” foi reformulado para se concentrar em uma versão mais jovem do personagem interpretado por Robert Pattison.

No entanto tudo isso mudou quando novos executivos entraram na Warner, agora sob a tutela da AT&T (que adquiriu o imperio de mídia em uma transação milionária), e na semana passada foi anunciada a tão sonhada Snyder Cut, e agora o retorno de Henry Cavill sentencia a retomada do DCEU nos cinemas.

Nada foi dito até então sobre algum retorno de Ben Affleck ao papel de Batman e também nenhuma confirmação sobre Homen de Aço 2.

Liga da Justiça: Snyder Cut estreia em 2021 na HBO Max.

Bohemian Rhapsody

8.3

Roteiro

8.0/10

Direção

8.0/10

Fotografia

9.0/10
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cinema

Liga da Justiça: Snyder Cut | Filme vai custar mais do que US$ 30 milhões

Também foi revelado que as séries da DC na HBO Max terá o orçamento de filmes.

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Bob Greenblatt, presidente da WarnerMedia, falou recentemente sobre o serviço da HBO Max e suas novidades em um podcast do iTunes.  Durante a entrevista, o executivo não deixou de fora informações sobre a nova versão de Liga da Justiça, assim como as futuras séries da Liga da Justiça Sombria e da Tropa dos Lanternas Verdes.

Liga da Justiça: Snyder Cut

Bob disse que não havia um plano inicial para lançar o novo corte do longa da DC Comics, com as conversas sobre a produção só ocorrendo no final de 2019. Ele também disse que esta edição especial da Liga da Justiça terá um orçamento acima dos 30 milhões de dólares, ditos inicialmente pela imprensa. Nas palavras de Greenblatt, ele “ficaria feliz se ficasse apenas em 30 milhões”. Ele não revelou maiores detalhes sobre o assunto.

Liga da Justiça Sombria e Tropa dos Lanternas Verdes 

Bob diz que as séries Tropa dos Lanternas Verdes e Liga da Justiça Sombria (esta última liderada pela produtora de J.J. Abrams, de Star Wars: A Ascensão Skywalker) terão valores semelhantes aos de filmes, caso de recentes produções da HBO como Westworld e Game of Thrones.

Ainda não está claro qual será a forma de como será exibida o projeto. Para finalizar a visão do diretor, o estúdio entregou cerca de US$20-30 milhões para que pudesse trazer de volta o elenco original e assim gravar novas linhas de diálogo. Além disso, a produção pode chegar tanto em uma versão de longa-metragem ou então no formato de uma minissérie em seis partes.

Afastado do filme por conta do suicídio da sua filha, Zack e sua esposa Deborah Snyder – que também produziu o longa – não chegaram a finalizar totalmente o projeto. Joss Wheldon, diretor de Vingadores e Vingadores: Era de Ultron, foi chamado pela Warner para refilmar boa parte da produção, mudando assim acontecimentos previstos no roteiro original do filme, assim como refazer cenas importantes da trama. Snyder revelou recentemente que jamais viu a versão que saiu para o cinema, sempre dando a entender que gostaria de exibir ao público a sua visão dos heróis.

Liga da Justiça recebeu críticas mistas da mídia especializada na época de seu lançamento, com destaque positivo às atuações de Gal Gadot (Mulher-Maravilha) e Ezra Miller (Flash), as sequências de ação e os efeitos visuais, enquanto que o enredo, a narrativa, o ritmo, o vilão e o excessivo uso de efeitos especiais foram recebidos de forma negativa. Arrecadando mais de US$ 657 milhões mundialmente, sendo assim o décimo quarto longa-metragem de maior bilheteria daquele ano, ficou abaixo das expectativas do estúdio (com perdas estimadas entre US$ 50 e US$ 100 milhões) e é o título de menor receita do então universo estendido da DC Comics no cinema.

Liga da Justiça: Snyder Cut estreia em 2021 na HBO Max.

Bohemian Rhapsody

8.3

Roteiro

8.0/10

Direção

8.0/10

Fotografia

9.0/10
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cinema

Sequência de Labirinto encontra novo diretor

Scott Derrickson, de Doutor Estranho, assume retorno do clássico de David Bowie.

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Depois de se desligar de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, Scott Derrickson (que dirigiu o primeiro filme do Mago Supremo) encontrou um novo projeto: o diretor assumiu o comando da continuação de Labirinto – A Magia do Tempo, clássico dos anos 80 estrelado por David Bowie Jennifer Connelly (Expresso do Amanhã).

As informações obtidas pelo Deadline dão conta de que Derrickson irá comandar a produção após a saída de Fede Álvarez (A Morte do DemônioO Homem nas Trevas). O roteiro neste momento está sendo reescrito por Maggie Levin (Into the Dark).

No longa de 1986, vemos a adolescente Sarah (Connelly) frustrada por ter de cuidar do irmão caçula enquanto seus pais estão fora e sonha em se livrar da criança, que não para de chorar. Atendendo seu pedido, o Rei dos Duendes (Bowie), personagem de um dos livros de Sarah, ganha vida e sequestra o bebê. Arrependida, a menina terá de enfrentar um labirinto e resgatar o irmão antes da meia-noite para evitar que ele seja transformado em um duende. Veja o trailer do filme original:

A sequência de Labirinto não tem data de lançamento prevista.

Bohemian Rhapsody

8.3

Roteiro

8.0/10

Direção

8.0/10

Fotografia

9.0/10
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