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Call of Duty – A franquia de games de FPS que perdeu sua essência

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batcaverna

A Activision e Infinity Ward causaram bastante “alvoroço” entre os gamers do mundo todo, quando lançaram seu primeiro trailer de Call of Duty: Infinite War e uma surpresa, a franquia remasterizada de COD: Modern Warfare, muito respeitada e amada por seus fãs. Logo depois, a DICE anunciou Battlefield 1, o mais recente jogo da franquia que irá retratar a Primeira Guerra Mundial.

Infinite War traz aos gamers de FPS, estações espaciais e colônias construídas sobre planetas e asteroides, enquanto  Battlefield 1 traz ao jogador a adrenalina da Primeira Guerra Mundial com seus tanques e aviões. O jogador poderá andar a cavalo e o combate corpo-a-corpo terá bastante importância, seja com espadas, baionetas ou socos, iremos combater em diferentes locais com tons distintos, desde a Arábia aos Alpes, e ainda será possível utilizar navios de guerra para semear o terror nas costas e praias dos diferentes mapas que o permitem.

Call of Duty foi perdendo a sua essência com o passar dos anos; World at War é considerado muito bom pelos seus fãs, mesmo contendo enredo genérico da Segunda Guerra Mundial. A Activison esteve mais preocupada em lançar um game por ano do que focar em um único game com um enredo mais elaborado e inovador para os fãs do gênero, já que Advanced Warfare é legal, mas peca no Modo História com um enredo bem clichê.

A DICE diz que o modo campanha será no estilo de Bad Company e diferente do estilo de Battlefield 3 e 4. Este é um dos elementos pelos quais todo gamer de FPS aguarda por novidades, e ao longo do trailer foi fantástico ver os diferentes locais que a franquia irá nos proporcionar.

Após assistir aos trailers, a sensação é que a DICE e a Activision, estão cada vez mais diferentes uma  da outra, enquanto uma está  mais focada nos seus valores e mais decidida em aprofundar a sua personalidade, a outra esta mais preocupada em lucros.

Para os fãs, o trailer de Batllefield 1 superou Infinite War por trazer algo mais focado na campanha e sair do multiplayer, e nada de armas tecnológicas e futuristas.

Enquanto o trailer de  Battlefield 1 teve quase 2 milhões de likes no Youtube,  Infinite War teve mais de 3 milhões de deslikes.

Para muitos, a sensação é que é tudo mais do mesmo, mais precisamente na forma como os estúdios moldam o mais do mesmo a seu favor para engrandecer os valores da experiência do gammer, é neste campo que a DICE está se focando, diferente da Activision.

Revisado por: Bruna Vieira.

Desde pequena sou gammer, Mario, Zelda, minha vida enfim foi passada ao lado de um N64 ou Play Station, não sei como foi mas só sei que foi assim.

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League of Legends | Qual o segredo do sucesso?

Após 10 anos, League of Legends segue sendo um dos maiores jogos da atualidade.

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leona lol

Pode-se dizer que a indústria de jogos está em constante movimento, alguns diriam que até mais que a do cinema ultimamente. Muitos jogos surgem, inovam, copiam ou se inspiram em outros. Alguns são tão icônicos que são responsáveis por criar todo um gênero, como Dark Souls por exemplo, que cunhou o gênero “Souls-Like”.

Outros utilizam de inspirações e criam Mods que posteriormente viram jogos completos, como DOTA fez com os heróis de Warcraft III. Tudo começou em 2003 com o lançamento do incrível e inimaginável jogo lançado pela Blizzard na época. 

O surgimento do MOBA

Algum tempo após o lançamento de Warcraft III, Eul, Guinsoo e IceFrog criariam o mapa e Mod que ficaria conhecido como Defense of the Ancients, ou popularmente conhecido como DotA. Foi neste jogo em que o conceito de Multiplayer Online Battle Arena, ou MOBA, foi criado.

Por muito tempo Dota foi o único MOBA famoso e com boa receptividade. Sabe-se que antes de DotA houve um Mod para Starcraft 1, Aeon of Strife, que basicamente foi o precursor de DotA, porém DotA ficou muito maior que AoS e levou o Mod ao esquecimento logo.

League of Legends e seu Sucesso

Após alguns anos, em 2008, uma pequena empresa surgiu com apenas um único e singelo jogo, algo tão pequeno, que na época ninguém imaginaria a imensidão e força que a empresa ganhou. Sim, estamos falando sobre a Riot Games

Guinsoo foi um dos responsáveis pela criação e manutenção de League of Legends. A Riot Games até 2019 tinha apenas um jogo, o popular “LoLzinho”. Por muito tempo questionou-se como uma empresa de jogos com apenas um jogo em seu catálogo conseguiu sobreviver por 10 longos anos. Afinal, qual é o segredo do sucesso de League of Legends?

Claro, não podemos dar a receita de um jogo de sucesso como League of Legends, mas podemos analisar como o jogo chegou ao ápice. Primeiro, podemos falar sobre a diferença entre DotA e League of Legends.

DotA sempre teve um público fiel, porém o estilo do jogo afastava alguns jogadores pelo tempo que as partidas demoravam e toda a complexidade do jogo. League of Legends chegou com uma proposta de um jogo mais dinâmico e mais rápido. Isso conseguiu atrair muitos jogadores que gostaram do estilo MOBA, mas que não conseguiram jogar Dota pela complexidade.

Isso sozinho não foi o fator responsável pelo sucesso gigantesco de League of Legends, nós podemos jogar essa “culpa” também no trabalho excepcional de saber conversar e atingir o público alvo. É seguro afirmar que League of Legends desde o início soube quem era seu público alvo e como atingi-lo. Ora essa, o jogo nunca deu vantagens a quem gastasse dinheiro de verdade dentro do jogo, nunca nem mesmo cogitou em aceitar dinheiro para tornar o jogador mais forte, e mesmo assim, a receita anual da Riot não parou e não para de crescer apenas com a venda de itens cosméticos.

A proposta da gratuidade do game foi algo realmente novo na época, em 2008 era comum jogos em que você pagava para jogar e tinha tudo desbloqueado para que pudesse conseguir dentro do jogo. Ou jogos que se diziam gratuítos, mas que os jogadores que gastavam mais dinheiro tinha inúmeras vantagens em cima dos que nunca gastaram nada.

Houve uma popularização do gênero do MOBA durante um período que inúmeros jogos do gênero foram criados e lançados, foi um verdadeiro boom, qualquer coisa que pudesse imaginar, existiria uma MOBA sobre, inclusive DotA 2 foi lançado e conseguiu seu lugar de destaque no cenário.

Cenário esse que foi um grande fator de sucesso. Campeonatos de videogames já existiam, com premiação inclusive, tínhamos Starcraft, outros campeonatos menores de jogos de esportes e até mesmo o grande evento que é a EVO com jogos de luta.

Porém um dos responsáveis pelo termo E-Sport foi o League of Legends. Finalmente passou a existir times profissionais, jogadores profissionais com fãs e torcidas a ponto de finais acontecendo em grandes estádios. Claro que League não foi o único responsável pelo grande sucesso do cenário de e-sport, mas é impossível não dizer que grande parte do sucesso se deve aos campeonatos de League of Legends, dos eventos regionais até os internacionais, como MSI e o Mundial. Além disso, vimos acontecer o inimaginável, grandes times de Futebol começaram a investir em nossa comunidade e hoje temos Flamengo, Santos, Cruzeiro dentro do cenário, além dos times gringos como Paris Saint-Germain com a PSG, que inclusive jogou no Worlds deste ano.

E mesmo com a grande quantidade de jogos lançada, League of Legends sempre se manteve no topo, o reinado de League of Legends foi tão forte que por um tempo Heroes of Newerth foi o principal concorrente do LoL e hoje nem mesmo ouvimos falar sobre o jogo. Hoje o principal “concorrente” é DotA 2, afinal são os dois jogos que souberam como tratar seu público e, além de tudo, souberam como sempre estar renovando dentro do jogo. Entretanto, League segue sendo o jogo com mais espectadores em todas as plataformas de streaming.

O sucesso e a atenção que a Riot Games teve com o público foi tanto que em seu aniversário de 10 anos a empresa anunciou uma série de novos jogos e novidades referentes ao universo de League of Legends, até mesmo um filme documentário e o Anime. Valorant e Legends of Runeterra foram os primeiros produtos desta nova fase da empresa, e em pouco tempo ambos os jogos já tem uma base sólida de fãs e jogadores, com uma comunidade forte que vem aumentando todos os dias. E se ambos conseguirem o sucesso que LoL conseguiu, a empresa ainda vai comemorar vários aniversários.

League of Legends e toda a franquia da Riot Games continua gratuita para jogar e não há pretensão da empresa de abandonar esta proposta.

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Cyberpunk 2077 | Como o jogo vai quebrar as barreiras do inimaginável

Cyberpunk 2077 será lançado em 19 de novembro para PS4, PS5, PC, Stadia, Xbox One e Xbox Series X.

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Cyberpunk 2077

Há algum tempo o cenário dos games tem se mostrado como complexo e surpreendente, conforme os anos passam, os produtores e desenvolvedores almejam mais e mais a grandiosidade de seus jogos. Mapas gigantescos e vivos como em GTA V impressionaram o mundo dos games quando o jogo foi lançado pela primeira vez na sétima geração de consoles. A própria Rockstar, alguns anos depois, lançou Red Dead Redemption 2 com a proposta de ter um mapa grande e que os personagens não jogáveis tivessem uma vida quando o jogador não estivesse vendo.

Por algum tempo imaginamos que nesta geração iríamos ficar apenas com mapas grandes e gráficos incríveis. Mas não imaginávamos o que estava por vir, em 2013 a CD Project Red anunciou com um Teaser que estavam desenvolvendo um jogo chamado Cyberpunk 2077.

Em 2015, a CD Project Red mostrou ao mundo que também estava na corrida pelo “impossível” com The Witcher 3: Wild Hunt. O mapa do jogo mesmo sendo separado por regiões, cada uma dessas regiões tinham suas próprias grandiosidades e missões complexas, além disso o grande público finalmente viu suas ações terem consequências reais e pesadas no enredo do jogo, algo que era reservado aos jogadores de RPG em sua mais pura forma.

É claro, The Witcher não foi o primeiro a dar consequências aos seus atos, porém foi o jogo de grande orçamento que conseguiu transmitir a sensação aos mais variados tipos de jogadores.

Em 2013 teve a revelação do teaser de Cyberpunk 2077 e por um tempo fez-se silêncio, nada mais sabíamos, até que em 2018 durante a E3, o que seria o jogo, foi revelado ao público. E naquele momento a “CD Red” colocou suas fichas na mesa, e não só isso, também gerou grande expectativa para o jogo, o famoso “Hype”.

Em 2019 mais um trailer foi revelado na E3, desta vez mostrando que o enredo não será como um roteiro simples de RPG eletrônico, em que muitas vezes o personagem não tem personalidade, desta vez, o personagem, chamado de V, foi mostrado como alguém com personalidade, sentimentos e ambições. E é claro, como esquecer da surpresa ao final do Trailer mostrando Keanu Reeves não é mesmo?

Mas afinal, sabemos que o jogo está em desenvolvimento desde de 2012, por que demorou tanto a produção? A resposta é simples, além do desenvolvimento ser algo naturalmente demorado, a CD Project Red deseja quebrar a barreira do que conhecemos até hoje como jogos eletrônicos.

Lembro-me que quando era criança, um amigo havia me dito, após jogar GTA III pela primeira vez, que no futuro jogos de mundo aberto permitiriam que os jogadores entrassem em qualquer prédio ou casa do cenário, na época fiquei maravilhado e ansioso para este futuro. Mais tarde, já adulto, na minha faculdade de jogos aprendendo sobre modelação 3D e renderização eu lembrei do episódio e comentei comigo mesmo “isso seria impossível na atual geração, é muito tempo, dinheiro e pessoas para conseguir fazer algo do tipo em um jogo sandbox”.

E posso dizer, eu subestimei a CD Project Red, e fiquei de fato impressionado quando o responsável pelos cenários do jogo, Hiroshi Sakakibara, veio a público dizer que muitos dos prédios presentes no jogo serão acessíveis para o jogador, e não só o andar do prédio em que uma eventual missão ocorrerá, e sim todos os andares, a ponto que se o jogador pegar um elevador e decidir sair do mesmo antes do destino, irá encontrar pessoas vivendo sua vida na varanda, lojas, androids entregadores e várias outras coisas.

É verdade que a dimensão do mapa revelado até o momento não parece muito grande, mas é muito fácil enganar-se com isso. Pois Cyberpunk 2077 será um jogo tão cuidadoso com suas referências que até mesmo na arquitetura da cidade irá respeitar o gênero. Night City será uma cidade vertical, separada por setores de sujeira e tecnologia, será uma cidade tão complexa que levará tempo para o jogador se acostumar com as ruas e vielas.

Claro só neste fator poderíamos justificar os quase 8 anos de produção, mas existem mais conteúdos, como por exemplo os carros, que foram desenvolvidos para cada um ser único em sua essência, com sua própria mecânica e peso, ao invés de movimentações e pilotagem genéricas.

Não podemos deixar de dizer sobre os diálogos e cutscenes do jogo. Qualquer pessoa que jogou The Witcher 3 sabe a quantidade de linhas de diálogos e interações presentes no jogo. E a CD Project Red afirmou que as linhas de diálogos e dublagens serão maiores que as presentes em seu jogo anterior.

Além de que já no dia de seu lançamento o jogo contará com 18 idiomas diferentes inteiramente dublado, incluindo o Portugues do Brasil. Em um jogo que suas escolhas tem consequências e pesos narrativos, a quantidade de dublagem e linhas de diálogos são fatores realmente de deixar qualquer um de queixo caído. Outra coisa que torna tudo mais incrível ainda é a promessa de que o game contará com raras telas de loading.

Quando olhamos em retrospecto para toda a linha cronológica do desenvolvimento de Cyberpunk 2077, fica até difícil acreditar que o jogo levou “apenas” 8 para ser lançado desde seu anúncio. O fato é que os jogadores já estão ansiosos e os poucos que já jogaram afirmam que o trabalho foi bem feito e que a “Red” quebrou a “barreira do inimaginável”.

Cyberpunk 2077 será lançado em 19 de novembro para PS4, PS5, PC, Stadia, Xbox One e Xbox Series X.

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Worlds 2020 | Em série sonolenta, Suning surpreende e vence Top Esports

Em partidas de qualidade duvidosa, Suning despacha a favorita TES e se classifica para final.

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Ontem tivemos a primeira série das Semi Finais do Worlds 2020, onde a DAMWON Gaming despachou com certa tranquilidade a equipe da G2, se classificando para a grande final. Dessa forma, a segunda série e penúltima partida do Worlds ficou para ser decidida entre Suning e Top Esports, as duas representantes chinesas restantes na competição.

A Top Esports sem dúvida era a favorita absoluta para o confronto, tendo sido campeã da LPL e vencido os confrontos diretos que teve contra a Suning ao longo do split. Ainda assim, a Suning fez um mundial bastante sólido, e teve mais facilidade que a sua rival para se classificar para as semi finais.

Dentro de jogo, parecia que na China também era 7 horas da manhã, então tivemos 2 primeiras partidas bastante lentas e sem graça, a terceira partida mediana, e um último jogo mais interessante. Surpreendendo a todos, a Suning se mostrou superior a Top Esports, que contou com atuações abaixo da média por parte de Knight e JackeyLove, pela primeira vez no ano e emplacando um 3×1 com tranquilidade.

Confia abaixo como foram as partidas:

Jogo 1: Vitória da Suning
SN: Rakan – Ezreral – Azir – Lee Sin – Wukong
TES: Pantheon – Jhin – Orianna – Sett – Jayce
MVP da partida: Bin – Wukong (5/1/4)

O Jogo começou bastante lento, e o primeiro abate só foi acontecer aos 8 minutos de jogo com Sofm gankando a top lane e dando uma kill para Bin. A equipe da TES respondeu com Karsa devolvendo o gank e a kill para seu top laner. Ao mesmo tempo, no bot, a equipe da Suning tentava um dive e via um desastre acontecer dando duas kills para Jackeylove.
A equipe da TES viu a bot lane como uma condição de vitória e deu mais recursos para seu adc, usando o arauto e dando uma torre inteira de barricadas para ele, abrindo espaço também para a equipe conseguir seu segundo dragão na partida.
Se a TES jogava pelo bot, a Suning jogava pelo top, buscando dar kills e abrir espaço para Bin conseguir uma torre também.
A Top Esports aproveitava a necessidade de crescimento dos carregadores da Suning para controlar o mapa e garantir objetivos neutros.
Com o quarto dragão da alma, a equipe da Suning se viu obrigada a lutar e buscou dominar pit. A movimentação da equipe deu certo, e, melhor posicionada para o objetivo, conseguiram impedir a alma adversária, coletar dois abates e partir para o Barão, mudando a cara da partida.
Com o bônus, a Suning conseguiu desafogar um pouco o mapa, mas a equipe da Top Esports se defendeu com muita qualidade e não deixou os adversários levarem nem uma t2.
Com o dragão renascendo, a Suning buscou repetir o feito anterior, e mais uma vez garantiu o objetivo, mas além disso, dessa vez a equipe usou a força do seus picks para conseguir buscar e derrubar os jogadores adversários, garantir o Ace e marchar para a base adversária, ganhando a primeira partida da série.

Jogo 2: Vitória da Top Esports
SN: Bardo – Jhin – Zoe – Kindred – Ornn
TES: Leona – Ezreal – Orianna – Lee Sin – Gangplank
MVP da partida: 369 – Gangplank (5/1/4)

A segunda partida começou com bastante ação na bot lane e nenhum abate.
Porém o que se seguiu foi um jogo morno com cara de primeira partida até mais que jogo 1, no qual os times não se arriscavam muito em criar jogadas de abate e trocavam objetivos neutros.
O primeiro abate só saiu aos 13 minutos, quando Karsa tentou iniciar com tudo chutando SofM para o meio de seu time. O caçador da Suning conseguiu usar o refúgio da ovelha para se salvar e, na devolução, Angel usou a estrela desviada para explodir Karsa. Com o abate, a equipe da SN viu espaço para garantir seu segundo dragão na partida.
A primeira grande luta explodiu logo depois a Suning garantir seu terceiro dragão na partida, ficando 2 abates para cada lado.
Novamente, algo só foi acontecer no Rift quando o quarto dragão nasceu. Dessa vez,, precisando impedir a alma adversária, a TES se organizou melhor no em volta do rift e garantiu o objetivo, e com emocionada de JackeyLove, tivemos mais um abate para cada lado.
Pouco tempo depois, a TES conseguiu um pick off em cima de Angel enquanto se organizava em volta do pit do barão, e já emendou o bônus na seguida, ficando com muita vantagem.
A partida era muito técnica, tão técnica que ficava até chato de assistir.
Com um pick off em cima de SoftM, a Top conseguiu garantir mais abates, avançar pelo mid e empatar a série.

Jogo 3: Vitória da Suning
SN: Leona – Ezreal – Orianna – Shen – Jax
TES: Lux – Caitlyn – Ekko – Lee Sin – Renekton
MVP da partida: Bin – Jax (3/0/7)

Em um jogo com o início mais animado que as duas partidas anteriores, o first blood saiu no 2v2 da bot lane, com Huanfeng abatendo JackeyLove e sendo abatido na sequência pelo Yuyanjia.
Em seguida, tivemos no topo um 2v2 com dive da Suning, que o executando muito bem garantiu mais 2 abates.
A Suning ia jogando melhor e conseguindo abates em diversos locais no mapa, enquanto a TES garantia o primeiro dragão.
A primeira luta ocorreu em disputa pelo arauto. A Suning garantiu o objetivo e eliminou 2 adversários enquanto perdeu apenas um membro.
A Top Esports só conseguiu achar algo no mapa quando o segunda dragão nascia. Mandando os 5 jogadores para a bot lane, a equipe conseguiu dois abates num 5×3 e garantiu o bônus. Com pick offs, a TES ia se recuperando na partida e diminuindo a diferença de ouro.
As equipes iam crescendo, e a monotonia voltava a aparecer na série sem nenhum time puxar demais o gatilho, sabendo que um passo em falso poderia dar o jogo para o adversário.
E quando a TES tentou puxar o gatilho, o que vimos foi justamente uma perseguição longa demais atrás de Bin para a equipe tentar conseguir o dragão, mas Karsa foi muito mal e acabou abatido. Na sequência A Suning pegou mais abates, a alma do oceano e o barão.
Com o bônus, a equipe invadiu a base adversária e garantiu o 2×1.

Jogo 4: Vitória da Suning
SN: Leona – Ezreal – Akali – Jarvan IV – Jax
TES: Tahn Kench – Ashe – Orianna – Graves – Ornn
MVP da partida: Angel – Akali (8/1/8)

Com 3 minutos de partida já tivemos confusão na bot lane, com gank, resposta, teleportes, e 3 abates para Suning e apenas 1 para a TES.
Apesar disso, a prioridade do bot era da Top Esports, dando o espaço que Karsa precisava para fazer tanto o primeiro dragão, como posteriormente o segundo.
As equipes criavam boas jogadas pelo mapa, conseguindo alguns abates, assim como se defendiam bem evitando outros.
As primeiras torres do jogo ficaram com a equipe da Suning, que derrubou tanto a T1 do mid quanto do bot quase que simultaneamente.
Enquanto a TES dominava os dragões, a SN ficava com as torres. E dessa forma, o dragão da alma nasceu com a equipe da TES tendo poucas torres para lhe dar cover perto do covil do dragão.
Quando a luta explodiu, de forma completamente bagunçada, Angel e Bin apareceram muito bem, garantindo um Ace e o dragão para a Suning e perdendo apenas dois jogadores.
A equipe da TES não gostou do que viu e decidiu revidar pouco tempo depois conseguindo um pick off em Huanfeng e tentando emendar o barão. Com o sacrifício de Swordart, a Suning conseguiu parar o objetivo e impedir a chance de reação dos adversários.
Com um novo dragão de alma nascendo, as equipes lutaram mais uma vez, e mais uma vez a Suning saiu vencedora da team fight, garantindo seu segundo dragão no jogo. As lutas sempre tinham um roteiro, o Jarvan escolhia um alvo para prender, e a Akali e Jax explodiam o alvo escolhido.
Com a vantagem a Suning partiu para o barão. A equipe da TES tentou descontar e conseguir algo, mas tudo que tiveram foi um abate em cima de SwordArt.
A equipe da TES mandava seus 5 jogadores para tentar conseguir pick offs, e nesse processo deixava sua base livre para o resto do time da SN pegar torres e inibidores.
Com o nascimento do dragão que poderia ser a alma para ambas as equipes, uma nova luta explodiu, e com Knight errando mais uma onda de choque, a Suning garantiu o Ace perdendo apenas um membro, vencendo a série e se classificando pra final.

O Worlds volta agora no dia 31 de Outubro às 7h00 para a grande final entre DAMWON Gaming e Suning.

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