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Capa de Doomsday Clock #12 mostra os dois possíveis finais da trama

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Foi lançado, essa semana, a capa da ultima edição da tão aclamada Doomsday Clock, edição que encerrará o arco criado por Geoff Johns e Gary Frank.

Na capa podemos ver a materialização da dúvida que plana sob a saga desde sua primeira edição.

De um lado, o “Deus” Azul do universo de Alan Moore em pé no vazio, criado por ele mesmo após destruir o universo num suposto embate contra o superman. Do outro, Vemos o filho de Kripton de frente para o Dr. Manhattan, possívelmente o derrotando. E no meio disso tudo, sob o ponteiro do relógio do juízo final, está Dr. Manhattan, que viu esse acontecimento, e mesmo assim não sabe o que acontecerá após isso.

Muitos expeculam que esse “escuro” resultante do embate dos dois seja um possível reboot do universo DC(mais um, pra variar), causado pelo próprio Dr. Manhattan.

Uma coisa é certa, essa dúvida só acabará em Dezembro, quando a última edição chegar. Até lá, nos resta contimuar imaginando os possíveis desfechos para a saga que não sairá da cabeça dos fãs tão cedo.

Carioca amante da mitologia Tolkien, Fã N°1 do Batman, Inimigo N°1 da Warner. Marvel ou DC? Pra que escolher só uma? u.u

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Dia do Rock | Top 5 quadrinhos sobre Rock and Roll

Hoje é dia de rock, bebê! Nada melhor do que comemorar lendo um quadrinho inspirado no mundo do Rock.

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Hoje é o Dia Mundial do Rock e nada melhor do que comemorar lendo um quadrinho com a vibe bem Rock ‘n’ Roll. Selecionamos 5 indicações de quadrinhos que retratam o Rock da sua melhor maneira, seja ela uma representação com fatos reais ou não. Lembrando que a lista não está com ordem de preferência.

Confira a lista abaixo:

CBGB

Equipe criativa: Jesse Blaze Snider (Toy Story), Sam Humphries (BlackBird), Ana Matronic, Jaime Hernandez (Love & Rockets) e outros.

Editora: BOOM! Studios

Por décadas, o CBGB foi o clube nova-iorquino que trouxe diversas bandas do mundo punk rock ao conhecimento, como The Ramones, Blondie, Misfits e Talking Heads. Graças ao clube, atualmente conhecemos e veneramos essas bandas por décadas e décadas. Então, por que não ter um quadrinho retratando essa história?

O quadrinho conta histórias de amor, música, desgosto, confusão e rebelião!

Hard Rock Heroes

Equipe Criativa: Stuart Immonen (Superman: Fim do Século), Ken Landgraf (Wolverine), Jay Allen Sanford (Overheard in San Diego), Todd Loren (Beatles Experience), Scott Pentzer (Razor), Mike Sagara (Ninja High School) e outros.

Editora: TidalWave Productions 

O Hard Rock Heroes vai muito além do “por trás dos panos”. O quadrinho conta a vida real dos astros do Rock e os bastidores das histórias mais icônicas conhecidas. Há edições contando histórias do Ozzy Osbourne, AC/DC, Black Sabbath, Motorhead, Skid Row, Van Halen, Motley Crue e muito mais.

Stardust, Rayguns & Moonage Daydreams

BOWIE: Stardust, Rayguns, & Moonage Daydreams (OGN biography of ...

Equipe Criativa: Michael Allred (Surfista Prateado), Steve Horton, Laura Allred (Madman, X-Force) e Neil Gaiman.

Editora: Insight Comics (EUA) e Panini (Brasil)

O título, que narra a escalada da carreira de Bowie, dos subterrâneos para a fama, também traz momentos importantes sobre a trajetória de Ziggy Stardust, artista que o acompanhou durante a carreira até que se tornasse um dos maiores ícones da cultura pop.

Punk Rock Jesus

Punk Rock Jesus | Amazon.com.br

Equipe criativa: Sean Gordon Murphy (Hellblazer, Vampiro Americano).

Editora: Vertigo (EUA) e Panini (Brasil)

O quadrinho conta a história de uma emissora de TV que decide clonar -ninguém mais, ninguém menos que- Jesus Cristo. A emissora inicia o projeto, onde mostraria em um reality show o nascimento e o crescimento da criança nos dias atuais. Percebendo o quão perturbador isso era, Chris decide abandonar o reality da sua vida e dedicar os seus dias a sua banda de rock.

A HQ fala desde o fanatismo religioso a manipulação da industria televisiva. É uma boa pedida para quem quer ler uma história séria e, ao mesmo tempo, com atitude rock ‘n’ roll.

Sing No Evil

Sing No Evil | Amazon.com.br

Equipe criativa: J.P. Ahonen (Perkeros) e K.P. Alare (Perkeros).

Editora: Abrams Comicarts (EUA)

Aksel é um guitarrista de vinte e poucos anos que anda recebendo críticas pesadas as suas tentativas de cantar, já que o mesmo gagueja, o que faz com haja dificuldade de manter sua banda, Perkeros, unida. Principalmente pelo fato do baterista ser um urso marrom.

Há também as bandas rivais com as quais Perkeros se encontra em batalha para salvar a cidade das forças sobrenaturais liberadas pela música antiga. A chave para tudo isso pode estar na música que Aksel ouve em seus sonhos – se isso não o deixa louco primeiro. Com uma trilha sonora visual que explode na página, Sing No Evil é um passeio selvagem por perigos de outro mundo e pelo poder do puro rock’n roll.

Acha que faltou algum quadrinho nessa lista? Deixe nos comentários qual seu top 5 de quadrinhos relacionados ao Rock.

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Resenha | Arlequina: Se Jogando na Cidade

O selo Novos 52 trouxe uma Harley Quinn girl power que estava faltando nos quadrinhos.

Tamy Simões

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Integrando os Novos 52, da DC Comics, a personagem queridinha do público, Harley Quinn, ganhou em 2013 sua revista mensal nos EUA, com direito a capa dura nas suas primeiras 12 edições. 

A primeira HQ, e minha favorita, é Arlequina: Se Jogando na Cidade e, por isso, hoje falaremos sobre ela. Não é atoa que o quadrinho atingiu o sucesso entre os norte-americanos. 

Temos uma parceria de peso com a Amanda Conner (Vampirella – Grandes Mestres) e seu marido Jimmy Palmiotty (Flash da Terra – 11), que deixa tudo com extremo equilíbrio e capas geniais, além de dar doçura na medida certa a Harley, sua veia cômica e seu jeitinho psicótica sempre presentes, além daquele humor ácido que te faz rir dos maiores atos de violência que podem existir . 

A HQ começa com a Conner fazendo ironia com a hipersexualição da personagem ao longo dos anos e mostra que ela está em busca de seu próprio protagonismo. 

A partir desse ponto, essa matéria contém spoilers

Harleen Quinzel se descobre herdeira de um antigo (e finado) paciente e muda de cidade, se dirigindo a Coney Island para iniciar sua nova vida, com superação (nem tanto) de seu término com o Coringa. Chegando no endereço, Harley descobre que é a mais nova proprietária de um prédio onde abriga uma turma tão maluca quanto ela. Seus novos inquilinos e amigos se tornam com muita facilidade o elenco para a história perfeita. 

Nossa lunática, tenta voltar a sua vida como o alter-ego de Dra Harleen Quinzel para pagar as contas de mulher adulta e emancipada, porém precisa lidar com caçadores de recompensa em massa que querem o prêmio que foi oferecido por sua cabeça. Mas não pense que a história fica somente nisso, Harley ainda lida com suas batalhas pessoais, seu zoológico, sua solidão, guerra entre espiões da terceira idade, e sim, vamos vê-la em seu time local de roller derby, arrasando (literalmente) como sempre. 

Harley ganha a companhia mais esperada da sua melhor amiga, Pamela Isley, ninguém menos que a Hera Venenosa. Encontramos nelas diversão, cumplicidade e aquele affair lésbico que amamos e torcemos sempre para rolar. 

Durante a trama você vai notar que o suspense de descobrir quem está por trás da recompensa te mantém preso de uma forma totalmente positiva a história e não decepciona no final. 

Quando assisti Aves de Rapina no cinema, percebi inúmeras referências fiéis a HQ (entre outras da mesma série) e fiquei muito feliz com esses detalhes em live action. Espero que a DC continue com esse ritmo e que consigamos encontrar equilíbrio perfeito entre a HQ e o filme. 

A HQ tem a capa dura, a diagramação impecável, e como havia comentado, no início temos a ironia da Conner falando sobre a história da Harley nos quadrinhos, sua evolução e hipersexualização. No final temos capas incríveis de ilustradores como Adam Hughes (Star Wars) e Stephane Roux (Batman: Origens Secretas) e uma história repaginada extra, nessa edição foi a publicada em 2014 no Harley Quinn nº 8, que é igualmente divertidíssima. 

Pra finalizar, adorei a forma como a história trata o protagonismo da Harley, o feminismo, a força da personagem e tudo isso sem a hipersexualização dela, que sim, é uma personagem sexy naturalmente, mas que não precisa ser apresentada de forma vulgar e apelativa como vimos durante anos a fio. Arlequina: Se Jogando na Cidade está longe de ser motivo do que muitos chamaram de fracasso dos novos 52, recomendo a você que leia, se divirta e me conta sua opinião sobre ela. 

Arlequina: Se jogando na cidade está a venda na Amazon. Você pode adquirir clicando aqui.

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Especial The Old Guard | Dos quadrinhos ao filme

Matéria contendo as referências das HQ’s presentes na nova adaptação da Netflix.

Jacqueline Cristina

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Lançado essa semana, o novo thriller de ação The Old Guard (A Velha Guarda, em tradução livre), que é estrelado por Charlize Theron, Kiki Layne, Matthias Schoenaerts e Chiwetel Ejiofor, em que acompanha um grupo de guerreiros imortais, com idades que variam entre 200 e mais de 6.000 anos, os quais trabalham como mercenários nos dias atuais, podendo se curar de qualquer ferida e resistir a praticamente qualquer ameaça.

A inspiração para essa nova produção da Netflix, veio da obra de mesmo nome, de Greg Rucka e Leonardo Fernandez, da editora Image Comics, que serviu de “base” para esta inédita perspectiva da história, apresentada pelos olhos e direção de Gina Prince-Bythewood. Em vista de seu lançamento, nós da Cabana do Leitor, resolvemos fazer uma matéria especial, em que apresentamos as referências dos quadrinhos presentes em “The Old Guard”.

Atenção: Os parágrafos a seguir podem conter spoilers.

“Já estive aqui antes. De novo e de novo. E, sempre, a mesma pergunta. Acabou? Agora é pra valer? E, sempre, a mesma resposta…”.

E é com tal discurso da personagem Andy (Charlize Theron), que se inicia o filme “The Old Guard”, referindo-se as primeiras falas que deram o pontapé inicial da primeira edição dos quadrinhos, que pode ser vista na imagem abaixo retirada da publicação americana.

Apesar de suas diferenças, tal referência mostra que os envolvidos na produção se esforçaram para trazer mais que uma simples adaptação, uma vez que não para por aí. O filme prossegue, e o espectador é pego por outra cena, que de maneira simplória, remete aos quadrinhos, principalmente em suas falas.

“Lembra-se de Surabaya há oitos, né?… É. O cara que nos contratou, James Copley, entrou em contato. Agora é freelancer…”.

“Não, Booker. Não repetimos. Você sabe disso. Arriscado demais…”.

Claro que não podemos deixar de lado, as referências de algumas cenas para com os quadrinhos, que conseguem deixar os fãs de Rucka e Fernandez, satisfeitos com o trabalho de todos com o filme; como no exemplo da cena abaixo, em que o grupo é emboscado.

Outro destaque também vai para as cenas que envolvem a personagem Nile Freeman (Kiki Layne), que são ótimas referências de sua trajetória nos quadrinhos, como pode ser visto de um trecho abaixo.

Nesta matéria, focamos em trazer alguns exemplos das referências presentes no filme “The Old Guard”, que mostram o cuidado da adaptação realizada pela Netflix juntamente com a diretora Gina Prince-Bythewood, oferecendo aos espectadores, desde os seus primeiros minutos, um conteúdo de qualidade, recheado de menções aos quadrinhos, das mais diversas, que vão desde as falas, até mesmo cenas, como pôde ser lido.

O filme “The Old Guard” já se encontra disponível na Netflix.

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