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Carta de Yu-Gi-Oh está sendo vendida por 2 milhões de reais

Edi

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Você não precisa amar as cartas de Yu-Gi-Oh para saber que elas podem ser caras. Ao longo dos anos, a liga empurrou toneladas de cartas, mas existem alguns itens ultra-raros lá fora. No entanto, uma dessas cartas no Japão está sendo vendida por um valor incrivelmente grande.

Se você se dirigir para Akihabara, você encontrará muitas lojas de anime, mas a Card Shop Spiral leva seu nicho a sério (via ANN). A loja é conhecida por sua extensa coleção de cartas comerciais raras, mas há uma carta de Yu-Gi-Oh na loja que vai fazer você cair para trás.

A carta está sendo vendida por US $ 400.000, o equivalente a quase 2 milhões de reais.

Foi um prêmio dado ao vencedor do Campeonato Asiático de Yu-Gi-Oh. A carta também vem com uma placa que o criador Kazuki Takahashi assinou.

De acordo com Saku06, ele era o proprietário anterior do cartão especial. Ele tentou vendê-lo como uma piada por 99,9 bilhões de ienes, o que equivale a pouco mais de US $ 900 milhões de dólares, equivalente a 3 bilhões de reais, mas não houve nenhum lance. A Shop Shop Spiral agora está tentando vender o cartão por um preço mais razoável (comparativamente), mas os fãs não estão convencidos de que o item será vendido.

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Watchmen – O melhor filme de quadrinhos? O que dizem os críticos?

Nomes importantes da crítica nacional e internacional de cultura pop falam sobre o longa.

Edi

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Em 2009 foi lançado o longa Watchmen nos cinemas, adaptação da obra de Alan Moore e David Gibbons, pelas mãos do diretor Zack Snyder.

Em uma época que a internet não tinha tanta força e as opiniões ficavam restritas a uma bolha, a produção foi tida por muitos como o melhor filme – baseado em uma história em quadrinhos – já realizado até então. Mas será mesmo?

Assim, o CDL convidou alguns dos grandes nomes da crítica nacional e internacional, fãs e influenciadores, para falarem sobre seus sentimentos em relação a Watchmen, mais de 10 anos após seu lançamento.

“Watchmen é um dos melhores filmes de quadrinhos. Ele tem seus problemas narrativos, principalmente no final. Aquela modificação colocando o Dr Manhattan como o ‘vilão’, talvez desse o mesmo resultado. Mas visualmente, ele é maravilhoso, ninguém pode negar que Zack Snyder sabe fazer visualmente uma história…

Watchmen é um dos melhores filmes de quadrinhos já feito…”

Carlos Voltor – Crítico de cinema e cineasta

Pra mim ainda é um dos melhores filmes de quadrinhos já produzidos. O filme é lindo e muito bem feito.” – Carlos Voltor, cineasta, crítico de cinema, roteirista e membro do NerdCast.


“Watchmen eu enxergo como uma boa adaptação de quadrinhos, um pouco verborrágico e preso demais ao material original, como é com 300 – muito declamativa, pouco cuidado na transição entre as linguagens no referente ao texto falado – mas o estilo cinético dele (Zack Snyder) adapta bem o outro aspecto visual dos quadrinhos, e ele é feliz em mudar o final – ficou melhor que na HQ – e em fugir de algumas subtramas e narrativas que nao caberiam ali…

“O final do filme ficou melhor que na HQ”

Andre Gordirro – Jornalista, crítico de cinema, tradutor, escritor e radialista.

Ele criou um estilo cinético próprio, ainda que derivado um pouco de Matrix, mas que, assim como Matrix, foi tão copiado (e até pelo próprio Snyder) que ficou caricato – vide o uso em Mulher-Maravilha.” – Andre Gordirro, jornalista especializado em cinema, tradutor, escritor e apresentador do programa Geek Mix na rádio FM Rio 102,1.


“Eu acho que Watchmen um dos maiores filmes de quadrinhos já feitos, então sim… eu considero Watchmen uma obra-prima do gênero de filmes de quadrinhos, é espetacular e eu acho que é o maior filme de Zack Snyder. Eu sou um grande fã do trabalho de Snyder em geral, eu gostei ou amei todos os filmes que ele fez até agora, e acredito que Watchmen continuará a ser uma grande obra de arte de todos os tempos do gênero de super-heróis / filmes de quadrinhos…

“…Sim, eu considero Watchmen uma obra-prima do gênero de filmes de quadrinhos”

Mark Hughes – Revista Forbes

Watchmen foi considerado impossível de se adaptar. Cineastas como Terry Gilliam tentaram e decidiram que não poderiam fazê-lo. A história em quadrinhos original de Alan Moore é considerada um clássico icônico na história dos quadrinhos, a partir de uma era que revitalizou os quadrinhos e popularizou-os como uma forma de arte séria e válida…

Para adaptar uma história em quadrinhos tão amada e histórica, depois que outros cineastas aclamados não conseguiram realizá-la e muitos achavam que era impossível fazê-lo, isso faz com que Watchmen de Snyder seja ainda mais impressionante. E o fato de que realmente encontrou maneiras de melhorar o quadrinho, e fortaleceu ainda mais os temas da história, é mais uma prova do poder e importância da adaptação cinematográfica de Snyder.” – Mark Hughes, colunista e crítico de cinema da revista Forbes.


“Uma comunhão perfeita do fantástico com a solenidade típica do Snyder”

Otavio Ugá – Ator, diretor e crítico de cinema no Canal Super 8

“Eu gostei muito de Watchmen, Snyder conseguiu adaptar de uma forma muito visionária. Desde efeitos, elenco, roteiro, tudo ficou muito bem feito…

“A adaptação ficou de uma forma muito visionária…”

Lucas Marçal – Dono da Pagina DCnautas

Eu não tenho uma visão muito critica sobre filmes, mas Watchmen com certeza é subestimado academicamente.” – Lucas Marçal, editor da página no Facebook DCnautas.


Como podem ver, a adaptação de Watchmen para o cinema é considerado por muitos como algo único na história do gênero e, porque não pontuar, uma obra-prima da sétima arte.

E você, o quê acha de Watchmen?

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Suits – Os melhores episódios de uma série sobre relacionamentos

Existem muitos episódios maravilhosos de Suits, cite nos comentários quais vocês mais gostam.

Edi

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Ja foi dito aqui que Suits é a melhor serie jurídica em exibição na Tv. Séries como How to Get Away with Murder focam muito mais no sensacionalismo da historia, enquanto Suits pondera, sempre pautado em como o mundo real funciona.

Contando que, se você for perguntar a qualquer pessoa, fã de Suits, quais são os melhores episódios para ela, ela vai sempre dizer que sao os episodios com uma carga EMOCIONAL E NÃO NECESSARIAMENTE DRAMÁTICA PARA OS PERSONAGENS.

Curta: SUITS BRASIL

Isso já monstra que Suits sempre focou mais nas historias individuais de cada um, e não existe personagem principal em Suits que não seja importante.

Apesar de Suits ser uma série ambientada no mundo juridico, ela foca muito mais em como as pessoas lidam com seus problemas, suas culpas, sonhos e medos.

Agora segue a lista dos melhores episódios de Suits.

“Ela Sabe” 2×1

Suits tem uma das premissas de que um dos principais advogados da firma é uma fraude, ou seja, jamais cursou a faculdade de direito. Porem, somente seu mentor, Harvey (um do melhores advogados de NYC) sabe sobre isso.

Porém ao final da primeira temporada, a sócia gestora da empresa recebe uma denuncia de que Mike Ross (o advogado) jamais cursou a faculdade de direito. Mike, depois descobre através de uma ex-namorada, que na verdade a sócia diretora já sabe de sua historia, e ela vai usar isso a seu favor.

“Aguas Passadas” 3×12

Henry Gerard é um professor de etica de Universidade de Direito em Harvard, que vai visitar a firma, mas tem um problema.

Mike Ross tem nota 10 em ética e Louis questiona, afinal, Gerard é um professor conhecido nos EUA inteiro, por jamais dar nota 10 para seus alunos. Louis então descobre que Mike nunca cursou direito e pretende desmascara-lo na frente do professor.

“Acertando no Lugar Certo” 5×7

Louis briga com Harvey, por conta de ciúmes com sua irmã. Louis havia pedido para Harvey não a magoa-la.

Além do mais, Harvey dormiu com a irmã dele, no momento de raiva Louis acaba falando coisas para Harvey, e o mesmo da um soco na sua cara.

O que se segue depois é Louis tendo uma carta na manga para a demissão de Harvey. O crescimento da cena, como também a direção do episodio o tornam um dos melhores da série.

“Aos 45 do segundo tempo” 5×16

Mike assume a responsabilidade pelos seus atos e para proteger seus amigos decide fazer um acordo, 2 anos na prisão.

Harvey tenta ajudar ele, mas Mike esta decidido, Mike simplesmente aceita os termos e é preso no dia do seu casamento.

Existem muitos episódios maravilhosos de Suits, cite nos comentários quais vocês mais gostam

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Game of Thrones “Abriu mão da coerência em favor do choque”

Começo esse texto com um pesar no coração, pois assim como muitos de vocês, eu dediquei 8 anos da minha vida a Game of Thrones.

Rafaella Rey

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Começo esse texto com um pesar no coração, pois assim como muitos de vocês, eu dediquei 6 anos da minha vida a Game of Thrones.

Assim como para muitos Senhor dos Anéis foi a grande saga de suas vidas, Game of Thrones vinha sendo a minha desde 2013.

Eu comecei a ver a série tardiamente, mas me apaixonei e devorei todas as 3 temporadas que estavam disponíveis em um tempo recorde de duas semanas. Fiquei tão apaixonada e encantada por aquele universo, e por Daenerys Targaryen, que não demorou muito até que eu devorasse também os cinco livros.

Terminei o Dança um pouco antes de começar a quarta temporada, e por conta disso a gastrite nervosa já estava atacada e eu estava extremamente ansiosa para poder assistir todos aqueles momentos épicos que eu havia lido. Queria muito assistir ao Purple Wedding, ao julgamento do Tyrion, a luta entre Oberyn e Montanha, o treinamento de Arya em Braavos, e principalmente, Daenerys Targaryen domando o mais temível de seus três filhos com apenas um chicote.

Confesso que depois de ler os livros eu fiquei um pouco decepcionada com alguns momentos na série, um exemplo é a Casa dos Imortais, eu entendo o motivo pelo qual eles não poderiam colocar a visão que Dany têm do Red Wedding – pois isso estragaria a surpresa para aqueles que acompanhavam apenas o seriado. Mas tinham outras visões interessantes que poderiam ter sido adaptadas.

O segundo livro é um dos mais imersos em profecias, magia e misticismos, e por conta disso eu não gostei tanto de como foi adaptado. Mas era um detalhe, e um detalhe pode ser relevado. Até aí tudo bem, acho que todos entendemos que uma adaptação nunca irá ser 100% fiel aos livros, inclusive houveram mudanças que eu gostei, como o encontro da Arya e do Tywin em Harrenhall. A série faz um ótimo trabalho ao introduzir Charles Dance antes do tempo.

Mas é evidente que quando o material original acabou e os produtores tiveram que tomar as rédeas do show, Game of Thrones começou a desandar, de uma forma que da quinta temporada em diante o seriado se tornou completamente alheio a obra. É quase como se Game of Thrones tivesse acabado na quarta temporada, e da quinta temporada em diante tenha se transformado em outra coisa. O roteiro começou a simplificar questões complexas utilizando resoluções fáceis e cometendo erros amadores ao tentar amarrar as pontas. Existem diversos momentos no show ao longo desses últimos 4 anos que embasam a minha visão, mas irei tentar focar no arco da Daenerys

Toda a passagem de Daenerys por Essos, após a tomada de Meereen, foi extremamente simplificada no seriado – E que fique claro aqui que eu não estou reclamando apenas do fato de Belwas e cabeça raspada não terem sido adaptados, ou de Barristan Selmy ter sido descartado antes do tempo.

Daenerys é consolidada como uma conquistadora depois de ter tomado Astapor, Yunkai e Meereen. Ela foi a mente por trás dos cercos, infiltrações e ataques (E destes três, em apenas um deles ela usa um dragão). Mas o grande plot nos livros é a transição de Dany de conquistadora para governante, e todos os obstáculos que ela encontra ao longo do caminho quando tem que lidar com as questões políticas de um sistema escravagista que ela vem tentando “quebrar”. Este é um dos pontos mais delicados dos livros, e que demonstra até que ponto ela abnegou de seus desejos mais profundos por conta da sua responsabilidade com aqueles que libertou.

Pela paz, Daenerys acorrentou seus dragões, restringiu seus impulsos vingativos e violentos, concordou em se casar com um homem que não amava, concordou em abandonar um homem que amava, concordou em dividir o poder com pessoas que detestava, concordou em permitir a escravidão fora das muralhas de Meereen, concordou em ceder a várias práticas culturais que a desagradavam, e deixou passar sua melhor chance de ir pra Westeros, seu corpo, e fatalmente sua própria felicidade – e, o mais dificil de tudo, concordou em deixar milhares de astaporis famintos fora de seus portões.

Ela não é um personagem perfeito, longe disso, tendo pensado em abandonar e arriscando a paz algumas vezes, mas o curso global de suas ações é impressionante: uma série de auto-sacrifícios e submissões para poupar “seu povo”. E se o arco de Daenerys no livro terminasse com seu casamento, eu o resumiria em como ela invocou imensa coragem e autocontrole para fazer tantos sacrifícios.

Martin nos mostra que a paz é frequentemente idealizada como um feliz raio de sol – por uma situação na qual tudo fica bem e todo mundo dá as mãos. E no entato nos apresenta uma visão muito mais realista – ele mostra que a paz é incrivelmente difícil de alcançar, frequentemente insatisfatória, nunca se sabe se ela vai durar, e que requer muitos esforços para ser mantida. Sempre haverá questões, e pessoas que tem a guerra como algo de seu interesse. E, decisivamente, paz frequentemente envolve permitir que muitas injustiças continuem, ao invés de tentar consertar todos os erros do mundo. Com a paz, você nunca consegue tudo o que quer. É por isso que a guerra é uma opção tão sedutora.

Em comparação com a paz, a guerra é simples. A guerra esclarece as coisas. A guerra significa que você pode tentar tomar tudo o que quer pela força das armas, ao invés de desistir de coisas que você quer. E Dany descobre que detesta permitir que a injustiça continue, quando a paz necessariamente envolve que isso continue.

A série falha em entregar um arco complexo em Meereen. Não sabemos quem é a Harpia, ou quais são seus objetivos e motivações. Enquanto nos livros é evidente que a Harpia é formada pelas famílias nobres de Meereen, na série nós vemos a organização matando outros nobres. O próprio ataque a arena Daznak não faz muito sentido. Qual seria o objetivo daquilo? Por que eles não estão matando apenas os libertos de Dany, mas também os nobres? Nenhuma dessas questões foi respondida. O arco se finaliza com Dany quebrando o cerco com seus dothraki e queimando a frota dos escravagistas, abolindo a escravidão de uma vez por todas através de fogo e sangue – Mesmo que nos livros Martin nos mostre que essa fórmula não deu certo, e para que houvessem mudanças significativas, isso demandaria tempo, paciência e muito esforço para desconstruir aquela realidade. Mais uma vez o roteiro entrega uma solução fácil para uma questão complexa.

Não estou negando que nos livros Daenerys tenha um lado sombrio. Na verdade, seus impulsos violentos é o que a tornam um personagem cinza e não apenas uma heroína blockbuster (como foi vendido no seriado durante seis temporadas). E quando a série decide explorar esse lado cinza, acaba errando a mão e transformando a personagem em uma vilã unidimensional que sucumbiu a loucura. Não houve uma construção consistente que justificasse uma reviravolta tão abrupta na storyline que o próprio seriado construiu.

Todos os atos de violência de Daenerys ao longo de sua trajetória foram justificados – ou seja, existem motivos racionais por trás de suas ações. E todos foram canalizados e direcionados para escravagistas e assassinos.  Mesmo em Westeros esses impulsos são direcionados aos seus inimigos – e ocorrem durante sua campanha pelo Trono de Ferro. Por mais que ela tenha executado seus inimigos de maneira brutal, ela ofereceu anteriormente a possibilidade de perdão e misericórdia caso eles se submetessem e a reconhecessem como sua legítima soberana.

Daenerys poderia abraçar seu lado Targaryen e voar até a Fortaleza Vermelha e matar Cersei, sem se importar com as vidas inocentes que seriam ceifadas como consequência de sua escolha.

Ela poderia desencadear com esse impulso a explosão de toda a cidade, pois como vimos durante o quinto episódio, haviam vários estoques de fogo vivo embaixo da cidade – explodindo. E como nós sabemos, o plano de Aerys II era destruir Porto Real para que não sobrasse nada além de cinzas para seus inimigos conquistarem. Provavelmente o maior estoque de fogo vivo residia embaixo da Fortaleza Vermelha. Não era preciso fazer com que Daenerys mirasse em civis desprotegidos e queimasse propositalmente a cidade que veio libertar e governar.


Para fecharmos a nossa análise, eu endosso que não houveram indícios consistentes que justifiquem o rumo que o roteiro tomou em seus momentos finais. O que fez com que o lado sombrio de Daenerys viesse á tona da pior forma possível? O que fez com que ela traísse os seus princípios e se tornasse alguém capaz de massacrar inocentes? Em que momento Daenerys traiu o seu código moral dessa forma? O que aquelas pessoas fizeram para merecer toda a sua fúria?

Nos livros é estabelecido que Daenerys se sacrifica pela paz em Meereen – e consegue estabelece-la – mas se torna miserável quanto a isso. Esta é a tragédia de Daenerys. Ela conseguiu a paz. E então percebeu que a guerra era melhor para ela. Mas abraçar seus impulsos violentos, e parar de reprimir a todo custo uma parte de sua personalidade, não invalida todas as outras características que a fazem ser quem ela é.

Por conta disso, Game of Thrones erra a mão em sua última temporada e abre mão do último suspiro de coerência em favor do choque.

A questão nunca foi a Daenerys enlouquecer ou não, mas sim o caminho que eles usaram para chegar a isso.

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