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CBLOL 2017: novidades no ar e a derrota de Keyd Stars contra a paiN

Ana Paula Schuch Dias

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CBLOL 2017 começou com dois clássicos acirrados e muito respeitosos. A rivalidade ficou apenas em Summoner’s Rift

  • Por Ana Paula Schuch Dias

O Campeonato Brasileiro de League of Legends estava sendo aguardado por milhares de pessoas em todo o Brasil. O dia finalmente chegou e com ele dois clássicos do torneio para deixar os fãs ainda mais ansiosos! O primeiro jogo foi o mais aguardado desse primeiro split: paiN Gaming e Keyd Stars – os rivais são de longa data, mas as organizações afirmam que apenas no jogo. Todavia, o paiN Gaming levou a melhor, ganhando do adversário por 2×0.

Após a vitória, a equipe conseguiu revelar que o ”dream team” não funcionou como o esperado para Keyd Stars, que desde o início de 2017, vinha sendo aclamado por especialistas como o melhor elenco da competição. Vale lembrar que desde 2015, este clássico ainda não tinha um vencedor, pois todas as quatro partidas disputadas desde então resultaram em empate.

O destaque foi para o jogador Kami que realizou um excelente backdoor surpresa. TaYeon que permanece como reserva da paiN, não entrou em ‘campo’, mas ajudou os seus colegas de jogo com estratégias e aconselhando aonde seu time estava cometendo os erros. No final, o trabalho em equipe venceu.

Já no segundo jogo do dia, a rixa vinha acontecendo desde 2016, quando o CNB perdeu para o INTZ na grande final do CBLOL 2016, em São Paulo. Os Blumers estavam com tudo na mão para conseguir uma ótima revanche, porém no primeiro jogo levaram a pior, perdendo para o INTZ, exatamente como no ano passado. A história parecia se repetir quando, o INTZ, resolveu deixar a Camille open para o LEP, e aí não teve perdão: conseguiram empatar o jogo, mas afirmaram que não foi o esperado e ainda prometeram melhorar ao longo do campeonato.

Para fechar esta matéria com chave de ouro ou começar com pé direito este CBLOL:

O craque, Ronaldo Fenômeno, anuncia que comprou uma parte do CNB e-sport. O ex-jogador e bicampeão mundial de futebol com a seleção brasileira, tornou-se sócio da organização, fundada em 2001. Mas Ronaldo não entrou sozinho no negócio: com outros dois investidores, André Akkari, famoso jogador de pôquer e campeão mundial da modalidade, e Igor Trafane Federal, diretor-executivo da Brazilian Series of Poker, passaram a ter 50% da organização. Os outros dois sócios-fundadores são os irmãos Cleber “Fuzi” Fonseca e Carlos “Fury” Júnior, donos dos outros 50%. Veja a matéria completa no site do MyCnb aqui

 

Ana Paula Schuch Dias
Editora de Games e E-Sport do site, jornalista, amante das causas minoritárias, participante ativa do movimento negro brasileiro e do feminismo. Para sugestões de pauta enviar para: [email protected]
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