Connect with us

cinema

CCXP 2019 – Aves de Rapina estarão no evento e filme pode ser exibido

As estrelas Margot Robbie, Mary Elizabeth Winstead, Jurnee Smollet-Bell, Rosie Perez, Ella Jay Basco e a diretora Cathy Yan.

Edi

Published

on

A anti-heroína favorita dos fãs da DC promete aprontar muitas surpresas no primeiro dia da CCXP19. E ela não estará sozinha. A atriz Margot Robbie, que no cinema dá vida à personagem Arlequina, vai se juntar à Cassandra Cain, interpretada por Ella Jay Basco, e às Aves de Rapina – Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollet-Bell (Canário Negro) e Rosie Perez (Renee Montoya) – para um painel sobre o longa “Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa)”, que contará ainda com a diretora Cathy Yan. Promovido pela Warner Bros. Pictures, o encontro acontece na quinta-feira (5), no Auditório Cinemark XD.

O público poderá acompanhar de perto o bate-papo do elenco, além de ter acesso a cenas inéditas do filme – que une pela primeira vez as personagens no longa repleto de ação. A Arlequina rouba a cena aonde quer que vá. Junto com sua gangue, as meninas estão preparadas para subir ao palco e dar aos fãs um gostinho do que está por vir quando o filme chegar aos cinemas em fevereiro de 2020. A CCXP19, maior festival de cultura pop do planeta, acontece entre 5 e 8 de dezembro, no São Paulo Expo.

“Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa)”, da Warner Bros. Pictures, Margot Robbie (“Eu, Tonya”) retorna como Arlequina, ao lado de Mary Elizabeth Winstead (“10 Cloverfield Lane”, “Fargo”) como Caçadora; Jurnee Smollett-Bell (série da HBO “True Blood”) como Canário Negro; Rosie Perez (“Fearless”, “A Escolha Perfeita 2”) como Renee Montoya; Chris Messina (“Argo”, “Objetos Cortantes”) como Victor Zsasz; e Ewan McGregor (em breve em “Doutor Sono” e nos filmes da franquia “Trainspotting”) como Roman Sionis. A novata Ella Jay Basco também estrela como Cassandra “Cass” Cain em seu primeiro filme.

Dirigido por Cathy Yan (“Dead Pigs”) a partir do roteiro de Christina Hodson (“Bumblebee”), o filme é baseado nos personagens da DC. Robbie também produz o longa ao lado de Bryan Unkeless e Sue Kroll. Os produtores executivos são Walter Hamada, Galen Vaisman, Geoff Johns, David Ayer e Hans Ritter.

Junto com Yan nos bastidores está o time criativo composto pelo diretor de fotografia Matthew Libatique (“Nasce Uma Estrela”, “Venom”); o designer de produção K.K. Barrett (“Ela”); os editores Jay Cassidy (“Trapaça”, “O Lado Bom da Vida”) e Evan Schiff (“John Wick Capítulos 2 e 3”); e a figurinista Erin Benach (“Nasce Uma Estrela”). A música é de Daniel Pemberton (“Homem-Aranha: No Aranhaverso”).

Warner Bros. Pictures apresenta uma produção de LuckyChap/Clubhouse Production e de Kroll & Co. Entertainment, “Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa)”.  Previsto para estrear em 6 fevereiro de 2020, o filme é distribuído pela Warner Bros. Pictures.

Advertisement
Comments

cinema

Crítica – Retrato de uma Jovem em chamas “nada de ruim a falar sobre”

Eu não tenho absolutamente nada de ruim a falar sobre esse filme, sei que não vai ser apreciado por todos e muita gente nem vai ouvir falar sobre ele

Thalita Heiderich

Published

on

Dirigido por Céline Sciamma (Tomboy). Retrato de uma jovem em Chamas conta a história de Marianne ( Noémie Merlant ) uma jovem pintora com a difícil tarefa de pintar um retrato escondido de Héloïse ( Adèle Haenel ) uma jovem prometida em casamento que não quer ser pintada.  

O filme se passa na França do século XVIII, o que já torna tudo lindo e romântico.

A Héloise está prometida em casamento e, como era costume na época, sua família precisa enviar um retrato da moça para o futuro marido ver seu rosto, mas ela não quer se casar sem amor e, por essa razão, a família contrata Marianne para pintar seu retrato só de lembrança, enquanto se passa por dama de companhia de caminhadas.

A passos lentos, a história vai te envolvendo e a fotografia é estonteante. O filme não tem pressa em te apresentar o enredo, o que pra mim, foi delicioso.Sugiro assistir ao filme sem ver trailer nenhum, a experiência de descobrir a história se desenrolando torna tudo ainda mais lindo.

Com um elenco pequeno e um roteiro fechadinho e com muitos momentos de silêncio. Esse filme toma seu tempo pra explorar o relacionamento das personagens e abusa da beleza visual pra prender o expectador.

Ouso dizer que é um dos filmes mais bonitos que vi e não é à toa. Ele foi filmado em 8K. Pensa num filme sobre arte, quadros, pinturas, lindas paisagens isoladas e qualidade visual sob medida. É um filme feito pra cativar ao olhar e isso só aprofunda e acrescenta à experiência.

Quanto às atuações, queria aplaudir de pé. As duas atrizes são merecedoras de indicações ao Oscar, assim como a diretora e uma das minhas maiores tristezas é esse filme não ter sido notado no Oscar, visto que estreou no ano passado.

Eu não tenho absolutamente nada de ruim a falar sobre esse filme, sei que não vai ser apreciado por todos e muita gente nem vai ouvir falar sobre ele… ou vai ver e achar lento.

Mas se tiver a chance de ir aos cinemas. Assista e se permita envolver por toda a beleza que essa história tem a oferecer.

Retrato de uma Jovem em Chamas entreou dia 09 de janeiro nos cinemas. Procure em sua cidade e tenha essa experiência.

Continue Reading

cinema

Crítica – Adoráveis Mulheres ” Se permita sentir “

Adoráveis Mulheres e a deliciosa história de um grupo de irmãs sobrevivendo, crescendo, se apaixonando e desenvolvendo seus talentos em uma Inglaterra antiga

Thalita Heiderich

Published

on

Dirigido por Greta Gerwig (Lady Bird) e adaptado do famoso romance Little Women, Adoráveis Mulheres e a deliciosa história de um grupo de irmãs sobrevivendo, crescendo, se apaixonando e desenvolvendo seus talentos em uma Inglaterra antiga e conta com grandes nomes em seu elenco. Saoirse Ronan, Florence Pugh, Emma Watson, Timothée Chalamet e Laura Dern sendo os principais roubadores de cena. Ah! tem Meryl Streep também!

Jo March (Saoirse) é a personagem principal e acompanhamos seu desejo de se tornar uma grande escritora, ao mesmo tempo em que suas irmãs buscam casamento. 

A imersão na história me deixou sem ar ao fim do filme. Essa temática muito me agrada e obviamente me faz pensar em Orgulho e Preconceito, apesar de haver apenas 55 anos de diferença entre o lançamento das obras, sendo Orgulho e Preconceito a mais antiga. Mas não tem como saber se houve inspiração, sendo essa vida algo tão cotidiano às mulheres na época.

Greta sabe trabalhar a emoção do expectador, trazendo comédia, romance e tristeza numa intensidade que nos permite sentir quase que fisicamente o que a personagem está sentindo.

Um ponto muito negativo pra mim é a edição no início do filme, que salta no tempo indo e vindo algumas vezes, o que complica o entendimento de que época estão acontecendo as coisas. Outro ponto é que nem todos os personagens são cativantes, alguns só estão ali pra preencher buraco ou dar um passinho na história, mas não me causaram interesse e são pouco desenvolvidos.

No mais… que fotografia, senhoras e senhores. E que trabalho de caracterização. E que atuações… e que direção… e que filme delicioso. Mesmo no fim, ele agrada e desagrada. Me fez feliz e me derramou uma lágrima de tristeza ao mesmo tempo. Me despertou um desejo pessoal que normalmente eu contenho com filmes. 

Não é a toa que essa lindeza foi indicada a melhor filme no Oscar. Sendo uma grande tristeza não ver a Greta na indicação de melhor atriz.

Assista Adoráveis mulheres. Converse sobre, questione quem você seria e que final seus personagens teriam. Se permita sentir.

Adoráveis Mulheres está em cartaz nos cinemas.

Continue Reading

cinema

Crítica | 1917 “Um primor do cinema que te leva o cheiro de morte”

O filme acontece no dia 6 de abril de 1917, o mesmo dia no qual os Estados Unidos da América entraram oficialmente na Guerra.

Sil Fuchs

Published

on

“1917”, da Universal Studios, apesar de ser um filme sobre 1ª Guerra, é um filme surpreendente bonito que já ganhou 2 Golden Globe e 3 Critic’s Choice Awards além de estar concorrendo a outros grandes prêmios.

O filme nos leva para a Guerra com a sensação de fazermos parte da jornada dois jovens soldados Blake (Dean-Charles Chapman) e Sco (George MacKay), por entre as trincheiras mais fétidas, lama e morte por todos os lados. É através dos olhos dos dois cabos que Sam Mendes, diretor, escritor e produtor do filme, nos mostra o horror da guerra. 

Mendes tratou “1917” com um cuidado primoroso e dedicou o filme a seu avô Alfred Mendes que serviu pela Grã-Bretanha, na 1ª Brigada de Rifles na Região de Flandres, França. Alfred foi quem lhe contou histórias sobre a Guerra inspirando-o assim a fazer esse filme. Nesse período a guerra era praticamente apenas de trincheiras para todos os lados. Sam e o incrível diretor de fotografia, Roger Deakins, conseguiram com muito sucesso mostrar como era a vida nessas trincheiras logo no começo do filme. A fotografia mostra quilômetros de terra, lama e um horizonte cinza. 

Alguns acreditam que Roger e Sam usaram do conhecido plano sequência quando uma cena ou filme é filmada sem parar e portanto sem cortes, para rodar o filme. Entretanto, para a sorte dos telespectadores, a técnica usada é a do plano longo. Um plano sequência, seria impossível em tempo real pois a distância que os personagens precisam percorrer é de 150km, o equivalente a 8h de filme! Mas Roger trabalha sua magia fotografando de forma que na edição os cortes são imperceptíveis, e nos mantém presos na cadeira nas quase duas horas de filme.

Algumas cenas são lindas como uma cena com flores de cerejeiras, mas a real “beleza” é como trataram os horrores da guerra: trincheiras, muito arame farpado, corpos, lamaçais, cidades destruídas e um céu cinzento, feio, cheio de poeira, que praticamente cheira a pólvora e cinzas. É agradecer que o cinema com cheiro ainda não é uma realidade. Mais vale parar para apreciar cada detalhe com o qual foi feito o filme. 

A história começa com o fictício General Erinmore (Colin Firth) convocando Thomas Blake e seu colega William Schofield, dois rapazes com pouco mais de 21 anos mas já há 3 anos sobrevivendo nas trincheiras inglesas, para levarem uma mensagem ao Sargento Mackenzie (Bennedit Cumberbatch), que comanda os “Devons”, 2º Batalhão do Regimento de Devonshire, com mais ou menos 1600 homens, entre eles o irmão mais velho de Blake.

A mensagem, enviada pela inteligência da aeronáutica Britânica, diz para que as tropas não ataquem pois estariam caindo em uma armadilha preparada pelos alemães. O local para o qual os cabos devem levar a carta é uma floresta que próxima a Écoust-Saint-Mein – um vilarejo real que, apesar de destruído durante a guerra, hoje homenageia seus mortos em 3 cemitérios históricos. Durante a 1ª GM, após os alemães perderem em duas batalhas no fronte ocidental, realmente existiu uma “retirada” das tropas alemãs, ou “Hunos” – forma como os britânicos chamavam os alemães por conta de suas barbaridades – dessa região.

Os rapazes devem atravessar esse território recém abandonado pelo inimigo e uma área de constantes ataques, se colocando em perigo extremo por não saberem o que irão encontrar pela frente. Afinal, a recuada estratégica da Alemanha não parecia fazer muito sentido para as tropas Britânicas. Entretanto Blake, além de saber que cada minuto é fundamental, tem o objetivo de chegar o mais rápido possível para tentar salvar a vida do irmão, e mostra que não irá ser detido por praticamente nada, ignorando muitas vezes até os avisos de seu companheiro Sco. 

Pouco aprendi no colégio sobre a 1ª Guerra, uma guerra de batalhas sangrentas e que chegou ao seu fim, por falta de contingente. E uma das frases mais marcantes do épico é dita por Cumberbatch: “Essa Guerra só irá acabar quando sobrar apenas um homem em pé”.

Aliás existe entre os historiadores a crença de que a 2ª Guerra Mundial na verdade foi uma continuação direta da 1ª, no sentido de que era necessária uma geração de novos soldados para lutar. 

O filme acontece no dia 6 de abril de 1917, o mesmo dia no qual os Estados Unidos da América entraram oficialmente na Guerra. Para mim, esse é um dos fatos sutis que mostra o quanto de cuidado, atenção e detalhes Mendes usou pois, apesar de os EUA ou os americanos não terem nenhuma importância na jornada de Blake e Sco, é uma escolha curiosa no cenário atual político. Inclusive com a ameaça de guerra entre Irã e EUA, é complicado não olhar para o passado e perguntar: o que ainda estamos fazendo de errado, e eu acredito que é aí que entra a relevância de 1917, um filme épico sobre uma guerra complicada que destruiu a Europa, uma geração de homens e que realmente não chegou a solução nenhuma. Especialmente por ser escrito e dirigido pela mesma pessoa acho que é o melhor trabalho de Sam apesar de minha história preferida dele ser Revolutionary Road.

Sam Mendes nos mostra com uma perfeição assustadora os efeitos devastadores daquela qual seria “A guerra para acabar com todas as guerras” e é nos olhos do personagem de William que vemos o que uma batalha pode fazer com um homem, a falta de esperança, o desespero, a pergunta clássica de se vale a pena seguir adiante para apenas mais mortes e destruição quando o grande prêmio para o soldado muitas vezes é “apenas um pedaço de metal com uma fita”.

1917 estreia em 23 de janeiro nos cinemas.

Continue Reading

Parceiros Editorias

error: Conteúdo Protegido