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CEO da Warner pode ser demitido por conduta inapropriada

Essa comunicação e os encontros subsequentes entre Kirk e Tsujihara atraíram o poderoso chefe de estúdio para o que Kirk repetidamente chamou de relacionamento sexual.

Edi

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Às 12h10 de 27 de setembro de 2013, o bilionário australiano James Packer mandou uma mensagem para uma atriz britânica de 21 anos chamada Charlotte Kirk.

Kirk vinha trabalhando para se estabelecer em Hollywood com sucesso, mas agora Packer, que era sócio do diretor Brett Ratner na empresa de produção / financiamento de filmes RatPac Entertainment, dizia que estava prestes a ter uma grande chance.

“Eu tenho a oportunidade de uma vida inteira para você”, escreveu Packer em uma mensagem de texto revisada pelo The Hollywood Reporter . “Venha para [o Hotel] Bel Air agora. Você nunca poderá me pagar.” Ele prometeu uma introdução ao “homem mais importante que você pode conhecer”. Kirk concordou rapidamente com o encontro.

Packer não identificou o homem pelo nome, mas com base em centenas de textos, e-mails e um projeto de acordo obtido e revisado pela THR , a apresentação tarde da noite foi para o presidente e CEO da Warner Bros., Kevin Tsujihara. Essa comunicação e os encontros subsequentes entre Kirk e Tsujihara atraíram o poderoso chefe de estúdio para o que Kirk repetidamente chamou de relacionamento sexual. E a partir daí o relacionamento se transformou em uma luta prolongada e cada vez mais desesperada entre Tsujihara, Ratner e Packer para administrar as demandas urgentes de Kirk de ser escalada para filmes e séries de TV.

Em 3 de março de 2015, a atriz Kirk mandou uma mensagem para ele dizendo: “Você está muito ocupado, eu sei, mas quando estávamos naquele motel fazendo sexo você disse que iria me ajudar e quando você simplesmente me ignora como você está fazendo agora, me faz se sentir usada. Você vai me ajudar como você disse que faria?” Tsujihara respondeu: “Desculpe por se sentir assim. Richard entrará em contato com você hoje à noite.” Outros textos deixam claro que a referência era a Richard Brener, então presidente de produção do selo New Line da Warner. Brener, através de um representante da WarnerMedia, se recusou a comentar.

Kirk foi escalado em pequenos papéis em dois filmes da Warner: 2016’s How to Be Single e o 8’s Ocean ‘s de 2018 , e de acordo com documentos revisados ​​pela THR além de relatos de fontes, ela fez audições para vários outros projetos na Warners e na Millennium Films, da Avi Lerner.

“Através de seu porta-voz, a atriz negou publicamente qualquer impropriedade em seu casting, e nossa investigação anterior não encontrou outra coisa”, disse um representante da WarnerMedia em um comunicado. “Sempre que recebemos novas alegações, é nossa prática padrão conduzir uma investigação apropriada. E é isso que faremos aqui.” O advogado pessoal da Warner Bros. declarou: “O Sr. Tsujihara não teve nenhum papel direto na contratação desta atriz”.

De acordo com as trocas de texto, Kirk conheceu Packer através de Ratner em novembro de 2012, quando ela tinha 20 anos e Packer tinha 45 anos, e os dois embarcaram em um relacionamento. Depois que Kirk foi apresentado a Tsujihara, no entanto, seu foco pareceu mudar para o chefe da Warner.

Kevin Tsujihara foi figura certeira no Universo Cinematográfico da DC Comics, sendo o responsável por exemplo, delimitar o tempo do filme da Liga da Justiça em 2 horas, o que gerou a ira dos fãs. Liga da Justiç foi um dos maiores fracassos da historia do cinema de quadrinhos.

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A Pequena Sereia – Finalmente temos nosso Príncipe Eric

Ator britânico se junta a Halle Bailey no live-action

Daiane de Mário

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De acordo com um relatório recente da Variety o ator britânico Jonah Hauer- King foi escalado para dar vida ao par romântico da sereia Ariel como o Príncipe Eric.

O ator se junta ao elenco que conta com Halle Bailey como Ariel, Melissa McCarthy como Úrsula, Javier Bardem como Rei Tritão e Daveed Diggs como Sebastião.

O diretor Rob Marshall, que se encarrega pelo live-action também anunciou que a produção deve começar em breve.

A pequena sereia ainda não tem data de estreia.

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Crítica – O Irlandês “O longa é o grande favorito ao Oscar”

O Irlandês pode ser o filme que vai roubar o Oscar de Coringa e ainda por cima pode tirar também o premio de melhor ator de Joaquim Phoenix.

Hueber Silva

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O novo filme de Martin Scorsese traz um a história de uma caminhoneiro e veterano de guerra chamado Frank Sheeran (Robert de Niro), conhecido como “Irlandês” que toma a frente da narrativa durante todo o filme. No início o longa está dividido em três linhas temporais, onde duas dessas linhas se encontram mais pra frente formando uma só.

Frank transportava carnes e acaba sendo acusado por vender parte de sua carga a um gângster ele acaba não entregando ninguém no tribunal e saí ainda de forma vitoriosa contra a empresa que acusou ele, a partir daí ele começa a ver uma nova realidade no mundo da máfia quando ele conhece o chefe da família criminosa de Pensilvânia, Russell Bufalino (Joe Pesci) que acaba transformando Frank em seu assassino pessoal.

Durante a trama Russell apresenta Jimmy Hoffa (Al Pacino) que era líder sindicalista há muitos anos e acabou se tornando presidente do Sindicato dos Caminhoneiros em 1957 e virou amigo pessoal de Frank. A trama começa a focar nesses três personagens durante todo seu enredo, são três horas e meia de duração. O início do filme é um pouco lento, pois conta detalhe por detalhe a história de Frank e de como ele conheceu Jimmy e Russell, após isso o filme começa a caminhar de uma forma interessante e mostra algo que nunca vimos sobre a máfia nos Estados Unidos.

O Irlandês traz bastante tiroteio, explosões e uma história ao nível certo de Scorsese, sem deixar o público na mão. O longa não perde seu foco e mantém um bom enredo do início ao fim, por mais que seja um filme longo. Ainda durante o longa vemos Frank tendo problemas com sua filha por ser um pai que não tolera problemas ou coisas ruins que acontecem com suas filhas.

Outra atenção que o filme merece é sua trilha sonora que foi bem escolhida e nos faz adentrar naquele mundo mafioso de Scorsese. Sua trilha traz sucessos como In the Still of the Night (The Five Satins), The Time Is Now (The GoldDiggers), I Hear You Knockin (Smiley Lewis) e outros sucessos, o tema do é de Robbie Robertson, ex-guitarrista da The Band.

O longa tem um leve tom de comédia, fazendo o público rir e ao mesmo tempo ficar amarrado a história do filme. Podemos dizer que é um dos melhores filmes que a Netflix já produziu? Sim, é o melhor filme que a empresa de streaming já produziu, Scorsese traz um roteiro excepcional e fora do comum, em questão de elenco o filme é muito bem servido, fazia tempo que não via uma atuação tão brilhante do De Niro e Al Pacino, mas quem merece uma atenção no longa é Joe Pesci, que traz uma atuação brilhante juntamente com os outros dois.

O Irlandês estreia dia 14 de novembro nos cinemas e dia 27 de novembro na Netflix.

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Crítica – As Panteras “O filme é simples porém muito divertido”

É o ideal pra quem gosta de bastante ação, e para quem gosta de filmes de espiagem com uma pegada mais comédia.

Isadora Meneses

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Charlie’s Angels (As Panteras) é um filme dirigido por Elizabeth Banks, que também escreveu o roteiro, a partir de uma história de Evan Spiliotopoulos e David Auburn. É a terceira “parte” da série de filmes Charlie’s Angels, ou seja, é uma continuação da história que começou com a série de televisão do mesmo título por Ivan Goff e Ben Roberts e os filmes, Charlie’s Angels (2000) e Charlie’s Angels: Full Acelerador (2003).

O filme é estrelado por Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska como a nova geração de Angels. Banks e Djimon Hounsou estrelam como os Bosley, assistentes de Charlie Townsend, enquanto Patrick Stewart estrela como John Bosley, o primeiro assistente de Charlie, substituindo Bill Murray, que desempenhou o papel no primeiro filme. Ele também apresenta Sam Claflin e Noah Centineo em papéis coadjuvantes e Jaclyn Smith reprisando seu papel como Kelly Garrett da série original e segundo filme para uma aparição.

Deve-se ressaltar a atuação de Kristen Stewart, que apresenta uma personagem engraçada e ao mesmo tempo séria em suas cenas de ação, botando um fim nas histórias de que ela não apresenta emoções e está sempre com a mesma expressão facial. Ella Balinska também está deslumbrante em seu papel. Infelizmente Naomi Scott nos traz uma personagem fofa e engraçada, mas quando ela tem que interpretar uma cena mais séria, fazendo papel de durona, ela acaba ficando meio forçada.

O roteiro do filme é bem construído, os elementos narrativos são bem organizados e os pontos chave, incluindo os plot twists, são postos nos momentos corretos propostos pelo roteiro. As músicas presentes no filme também complementam muito bem a narrativa. A trilha musical vale muito a pena ser ouvida também a parte, mesmo depois que o filme acabar, principalmente a música Don’t Call Me Angel da Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana del Rey.

Outro ponto alto do filme é o guarda-roupa das Angels. Tanto o guarda-roupa cênico quanto o figurino proposto pela Kym Barrett são incríveis. As peças são belíssimas, o design, as cores e o corte delas dão até muita vontade de usar.

O filme é simples porém muito divertido de se assistir. É o ideal pra quem gosta de bastante ação, já que 75% dele é basicamente porradaria e tiro, e para quem gosta de filmes de espiagem, mas com uma pegada mais comédia, mais leve.

Charlie’s Angels (As Panteras) lança dia 15 de Novembro.

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