Sydney Sweeney apostou tudo em Christy. Para o filme, a atriz abandonou seus papéis mais sensuais e se transformou em uma boxeadora, numa clara tentativa de conseguir uma indicação ao Oscar. No entanto, o esforço parece não ter convencido nem a crítica, nem o público.
O filme biográfico arrecadou apenas US$ 1,31 milhão nas bilheterias americanas em seu primeiro final de semana. O número é alarmante: por ter sido lançado em mais de 2.000 cinemas, o resultado pode colocar Christy entre as 15 piores bilheterias de todos os tempos para um filme com esse nível de distribuição.
Com Christy, Sweeney enfrenta seu terceiro lançamento consecutivo em 2025 que fica muito aquém das expectativas. Americana teve uma estreia limitada com arrecadação de US$ 500.000, enquanto o longa Éden alcançou US$ 1,05 milhão. Nenhum deles conseguiu tracionar, consolidando um ano difícil para a atriz, até então considerada uma das mais requisitadas de Hollywood.

Além dos resultados ruins de bilheteria, a imagem pública de Sydney Sweeney também enfrentou turbulências este ano. A atriz sofreu críticas por sua associação ao partido republicano no mesmo ano em que Donald Trump assumiu a presidência pela segunda vez nos Estados Unidos.
Paralelamente, ela estrelou uma campanha para uma marca de jeans que gerou forte reação negativa. Críticos associaram o marketing da campanha, que usava o slogan “eu tenho genes melhores”, a um discurso eugenista, forçando a atriz a se posicionar publicamente.



