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É muito comum nos depararmos com jovens se lamentando por não terem nascido na década de 70/80 e o motivo? Nós perdemos o auge do gênero musical que revolucionou o mundo no século XX, o rock’n’roll. Apesar de ter surgido no final da década de 40, foi em 1956 que Elvis Presley disseminou o rock no mundo. Ele demonstrou como um artista do gênero deveria agir e se comportar, e depois dele, o rock não parou mais.

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Ao longo dos anos o rock foi subdividido em várias categorias, então fica difícil listar aqui todas as bandas que fizeram história. Embora não seja um dos meus grupos favoritos, é inquestionável a importância dos Beatles para a história do rock’n’roll. Depois que os EUA passaram por um período melancólico devido a morte do presidente John F. Kennedy, o quarteto britânico pisou em solo americano. E não teve quem os parasse. Ainda nos anos 60, tivemos a gravação de “(I Can’t Get No) Satisfaction dos Rolling Stones, que Mick Jagger admitiu ser sua visão do mundo na época.

Na minha opinião, foi a partir de 1970 que as melhores bandas de rock começaram a surgir. Já tínhamos noção do que viria a ser um rock mais pesado, devido ao Deep Purple e outras bandas, mas foram os acordes de Tony Iommi e a voz de Ozzy Osbourne que fizeram os fãs tremerem. O Black Sabbath nos mostrou pela primeira vez o que era o heavy metal e foi simplesmente espetacular.

Não posso deixar de citar Pink Floyd, Queen, AC/DC, Metallica, Guns N’ Roses e Nirvana, pois foram bandas que também fizeram história. Poderia deixar o Rush fora dessa lista, mas ainda está para nascer o dia em que eu vou escrever alguma coisa sobre rock e não vou citar esse trio.

Com certeza quem gosta do rock das antigas sabe que não citei uma banda importantíssima. Ainda.

Led Zeppelin. Nenhum grupo acumulou tanto poder quanto eles. O sucesso foi crescente de acordo com o lançamento dos álbuns, mas foi com Led Zeppelin IV que o quarteto chegou ao Olimpo dos Deus do Rock. O disco trazia músicas que até hoje são referências como “Stairway to Heaven” e “Black Dog”.

 

Sem dúvida o século XX foi de invejar e acho que muitos tem a impressão de que o século XXI não possui nenhuma banda que tenha a mesma qualidade musical. Temos até algumas bandas boas, como o Foo Fighters, que apesar e ser dos anos 90, foi depois de 2000 que eles começaram a fazer mais sucesso. Mas nem de longe é possível comparar com as mais antigas.

Entretanto, em 2009, lá em Long Beach, Califórnia, surgiu a banda Rival Sons. Formada por Jay Buchanan, Scott Holiday, Michael Miley e Dave Beste, nós temos o Led Zeppelin do século XXI, mas infelizmente, o quarteto não é muito divulgado, o que faz com que muitas pessoas que buscam uma banda nova com a qualidade das antigas, não os conheça.

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Em 2009, eles lançaram o primeiro álbum, Before the Fire, que os proporcionou realizar a abertura de shows como AC/DC e Alice Cooper. O segundo álbum do grupo foi Pressure and Time, que teve a capa produzida por Storm Thorgerson, que já trabalhou com bandas lendárias como Pink Floyd e Led Zeppelin. Segundo Scott Holiday, eles trouxeram de novo o “perigo” do rock.

O álbum Pressure and Time foi reeditado e lançando em uma versão Deluxe Edition contendo o último single Face of Light. Em 2012, nós tivemos o quarto álbum do Rival Sons, Head Down, que teve um ótimo alcance na Europa.

Embora a banda já tenha feito algumas turnês na Europa e nos EUA, foi em abril de 2015 que eles vieram pela primeira vez ao Brasil. O grupo se apresentou no Monsters of Rock, que também contou com a presença de Ozzy Osbourne e da banda KISS, e as críticas não poderiam ter sido melhores. Foi uma volta ao hard rock dos anos 70, com uma certa influência do blues. O vocal potente de Buchanan e o guitarrista Scott Holiday fizeram o exigente público do festival entrar na onda e na musicalidade que há muito tempo eles não viam.

O Rival Sons com certeza conquistou o público brasileiro, e na próxima vez que eles vierem ao Brasil, espero que façam uma turnê por todo o país, pois qualidade musical não falta no quarteto americano. E para encerrar o artigo com chave de ouro, separei algumas das melhores faixas da banda. Se não conhecia Rival Sons, ouça e se apaixone. Caso já conheça, escute novamente, porque rock and roll de qualidade nunca é demais.

 

 

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Games

Death Stranding recebe nota máxima da Famitsu

Game de Hideo Kojima, recebe pontuação máxima de exigente revista japonesa

Rebeca Pinho

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Death Stranding se tornou o 26º game a receber nota máxima da exigente Famitsu. O Game de Hideo Kojima se junta a títulos como Grand Theft Auto V, The Elder Scrolls V: Skyrim, e Dragon Quest XI.

O sistema de avaliação da revista japonesa é um pouco diferente do sistema que encontramos em outros veículos do mesmo gênero, onde apenas uma pessoa é encarregada de fazer o review e dar a nota ao game. Na Famitsu, por sua vez, o jogo é avaliado por quatro pessoas diferentes, o que torna a veracidade da nota maior e proporciona uma analise muito mais completa. Death Stranding, recebeu quatro notas 10 totalizando 40, maior pontuação da revista japonesa.

Confira abaixo todos os 26 jogos, que já receberam nota máxima da Famitsu:

  • The Legend of Zelda: Ocarina of Time
  • Soulcalibur
  • Vagrant Story
  • The Legend of Zelda: The Wind Waker
  • Nintendogs
  • Final Fantasy XII
  • Super Smash Bros. Brawl
  • Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots
  • 428: Shibuya Scramble
  • Dragon Quest IX
  • Monster Hunter Tri
  • Bayonetta 2009
  • New Super Mario Bros. Wii
  • Metal Gear Solid: Peace Walker
  • Pokémon Black and White
  • The Legend of Zelda: Skyward Sword
  • The Elder Scrolls V: Skyrim
  • Final Fantasy XIII-2
  • Kid Icarus: Uprising
  • Yakuza 5
  • JoJo’s Bizarre Adventure: All Star Battle
  • Grand Theft Auto V
  • Metal Gear Solid V: The Phantom Pain
  • The Legend of Zelda: Breath of the Wild
  • Dragon Quest XI
  • Death Stranding

Death Stranding será lançado em 8 de novembro de 2019 para PlayStation 4 e em 2020 para Windows 10 PC

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Games

VOYAGERVR: Entretenimento com realidade virtual

Realidade virtual, diversão real!

Rebeca Pinho

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Nesta ultima terça-feira (05) estive presente, em uma das unidades da VoyagerVR, para um evento onde os jornalistas puderam testar as atrações disponíveis pelo espaço. Já de cara, quis me aventurar em uma das experiências mais difíceis e concorridas por lá: um escape, com temática no jogo Assassin’s Creed. No início tudo parece bem difícil e extramente desafiador, mas ficou mais fácil, quando descobri que a experiência seria feita em dupla.

O VoyagerVR, disponibiliza aos visitantes dezenas de jogos, dos mais variados tipos: luta, corrida, tiro, simuladores, e os desafiadores escapes. Um dos meus títulos favoritos foi o Beat Saber. Na teoria tudo é bem simples, usando sabres de luz – No maior estilo Star Wars – devemos acertar os quadrados que se aproximam de nós, na direção indicada pela forma geométrica, tudo isso ao som de música, uma espécie de guitar hero, mais avançadinho kkk. Outro título que me chamou muita atenção, foi o frenético Super Hot, o jogo de ação tem curtos cenários, onde nosso objetivo é eliminar todos os inimigos, antes de avançar para o próximo nível. Podemos atirar, esmurrar, e lançar objetos para atacar nossos inimigos. Para se defender, temos a opção de usar objetos como escudo, desviar das balas – Beeem Matrix – ou até mesmo, segura-las com as mãos.

A variedade de títulos e gêneros tornam nossa experiência única, vamos de um dia normal em um escritório com Jobs Simulator, a um ringue, enfrentando as principais lendas do boxe, na pele de Rocky Balboa, com Creed. O espaço VoyagerVR é roteiro obrigatório para os apaixonados por games, e principalmente aos amantes de realidade virtual.

Lista de jogos disponíveis ( Consultar disponibilidade )

Beat Saber, Thumper, Rez Infinite, Jobs Simulator, Angry Birds, Jousting Time, Fruit Ninja, Project Cars 2, Creed, Tilt Brush, Super Hot, Raw Data, Pavlov, Arizona Sunshine, Space Junkies, Space Pirate Trainer, I Expect You To Die, Racket: Nx, BattleWake, WestWorld, Beleaf, Pixel Ripped 1989, Y.U.K.I, Beyond Medusa’s Gate, Escape The Lost Pyramid

O espaço VoyagerVR, conta com um amplo e acolhedor salão, excelentes profissionais dispostos a ajudar e tornar a sua experiência mais completa. E você encontra tudo isso, dentro de dois, dos principais shoppings de São Paulo: Shopping JK Iguatemi e Morumbi Town Shopping

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Diretor da Marvel TV perde cargo para Kevin Feige

É o fim de uma era, já que Jeph Loeb deve deixar o cargo de diretor da Marvel Television. De acordo com o The Hollywood Reporter.

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É o fim de uma era, já que Jeph Loeb deve deixar o cargo de diretor da Marvel Television. De acordo com o The Hollywood Reporter:

“Loeb está trabalhando em um plano de transição para deixar a empresa e deve anunciar formalmente sua saída no Dia de Ação de Graças”.

THR também relata que Loeb estava planejando sua saída muito antes do anúncio de que Kevin Feige, chefe da Marvel Studios, se tornaria diretor de criação da Marvel e supervisionaria a direção criativa de toda a criação de conteúdo da Marvel Na TV e animada, assim como filmes.

A Variety também relatou a saída de Loeb em uma história que explora a direção da Marvel sob Feige, com a empresa observando que, segundo fontes, Loeb, “deve deixar seu cargo como chefe da Marvel Television nas próximas semanas e está no mercado para um acordo geral com uma nova empresa”.

Loeb foi responsável por colocar a Marvel TV no mapa com os agentes de longa data da ABC da SHIELD, Agente Carter, de curta duração, mas que é muito querido pela crítica, e a série de drama criada por FX Noah Hawley, Legion. 

Ele também foi o arquiteto do ambicioso acordo da Marvel com a Netflix para Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de ferro – e seu spinoff, O Justiceiro – que culminou na minissérie de crossovers dos Defensores; embora esse acordo tenha se desintegrado com o anúncio do serviço de streaming da Disney, Disney + e o cancelamento subsequente da Netflix de todos os cinco programas de super-heróis da Marvel.

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