Connect with us

cinema

Coringa supera o meio bilhão de dólares em 10 dias

O Coringa de Todd Phillips está rindo até a toa, ganhando US $ 55 milhões em seu segundo final de semana.

Edi

Published

on

Coringa de Todd Phillips está rindo até a toa, ganhando US $ 55 milhões em seu segundo final de semana, para um total doméstico de 10 dias de US $ 192,7 milhões e uma arrecadação global maciça de US $ 543,9 milhões.

Coringa ficou facilmente na liderança da bilheteria, embora a foto animada da família MGM e da United Artists Releasing A Familia Addams tenha ficado em segundo com US $ 30,3 milhões, acima das expectativas e mais do que suficiente para enterrar o grande orçamento de Ang Lee, Projeto Gemini, estrelado por Will Smith. 

Gemini seguiu em terceiro lugar, com US $ 20,5 milhões estimados.

No exterior, Coringa permaneceu uma potência para a Warner Bros., arrecadando 125,7 milhões de dólares em 79 mercados, para um total de 351,2 milhões de dólares no exterior.

O Coringa, estrelado por Joaquin Phoenix como o supervilão, caiu apenas 43% na América do Norte, uma das menores quedas de todos os tempos para um filme de super-herói ou relacionada a super-herói por trás de Aquaman. Este último estreou nos feriados de fim de ano, quando os filmes geralmente têm enormes segundos fins de semana.

O aclamado Parasita, do cineasta sul-coreano Bong Joon-ho, acendeu as bilheterias especializadas com uma média de locação de US $ 125.421 – a melhor desde La La Land (US $ 176.221) há três anos.

Coringa esta em exibição nos cinemas.

Comments

#OMG

Crítica – As Panteras “O filme é simples porém muito divertido”

É o ideal pra quem gosta de bastante ação, e para quem gosta de filmes de espiagem com uma pegada mais comédia.

Isadora Meneses

Published

on

Charlie’s Angels (As Panteras) é um filme dirigido por Elizabeth Banks, que também escreveu o roteiro, a partir de uma história de Evan Spiliotopoulos e David Auburn. É a terceira “parte” da série de filmes Charlie’s Angels, ou seja, é uma continuação da história que começou com a série de televisão do mesmo título por Ivan Goff e Ben Roberts e os filmes, Charlie’s Angels (2000) e Charlie’s Angels: Full Acelerador (2003).

O filme é estrelado por Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska como a nova geração de Angels. Banks e Djimon Hounsou estrelam como os Bosley, assistentes de Charlie Townsend, enquanto Patrick Stewart estrela como John Bosley, o primeiro assistente de Charlie, substituindo Bill Murray, que desempenhou o papel no primeiro filme. Ele também apresenta Sam Claflin e Noah Centineo em papéis coadjuvantes e Jaclyn Smith reprisando seu papel como Kelly Garrett da série original e segundo filme para uma aparição.

Deve-se ressaltar a atuação de Kristen Stewart, que apresenta uma personagem engraçada e ao mesmo tempo séria em suas cenas de ação, botando um fim nas histórias de que ela não apresenta emoções e está sempre com a mesma expressão facial. Ella Balinska também está deslumbrante em seu papel. Infelizmente Naomi Scott nos traz uma personagem fofa e engraçada, mas quando ela tem que interpretar uma cena mais séria, fazendo papel de durona, ela acaba ficando meio forçada.

O roteiro do filme é bem construído, os elementos narrativos são bem organizados e os pontos chave, incluindo os plot twists, são postos nos momentos corretos propostos pelo roteiro. As músicas presentes no filme também complementam muito bem a narrativa. A trilha musical vale muito a pena ser ouvida também a parte, mesmo depois que o filme acabar, principalmente a música Don’t Call Me Angel da Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana del Rey.

Outro ponto alto do filme é o guarda-roupa das Angels. Tanto o guarda-roupa cênico quanto o figurino proposto pela Kym Barrett são incríveis. As peças são belíssimas, o design, as cores e o corte delas dão até muita vontade de usar.

O filme é simples porém muito divertido de se assistir. É o ideal pra quem gosta de bastante ação, já que 75% dele é basicamente porradaria e tiro, e para quem gosta de filmes de espiagem, mas com uma pegada mais comédia, mais leve.

Charlie’s Angels (As Panteras) lança dia 15 de Novembro.

Continue Reading

cinema

Sonic: O Filme ganha novo trailer, com visual renovado do personagem.

Do jeitinho que queríamos!

Rebeca Pinho

Published

on

A Paramount Pictures divulgou nessa terça-feira (12) o novo trailer de Sonic: O Filme, após sofrer duras criticas dos fãs, o estúdio tomou a decisão de adiar o filme, para retrabalhar o visual do personagem.

O longa digrido por Jeff Fowler e produzido por Tim Miller (Deadpool), e por Neal H. Moritz (Velozes e Furiosos) traz no papel do vilão Robotnik, o ator Jim Carrey.

No filme, Sonic contará com a ajuda humana do policial Tom Wachowski (James Marsden) com quem deve criar um vínculo de amizade e uma boa parceria, para impedirem Robotnik de dominar o mundo!

Sonic: O filme chega aos cinemas brasileiros em 13 de fevereiro de 2020

Continue Reading

cinema

Kevin Feige responde aos comentários de Scorsese

E a polêmica continua.

Ígor Howtelaire

Published

on

Em uma entrevista para o podcast Awards Chatter, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, comentou sobre as críticas de Martin Scorsese, que dizia que os filmes da Marvel “não são cinema”.

Kevin Feige comentou o seguinte:

“Eu discordo, acho que foi uma declaração infeliz. Todos têm uma definição diferente para cinema. Algumas pessoas não acreditam que é cinema. Todos têm direito a ter suas próprias opiniões. Todos têm direito a repetir ou escrever sobre essas opiniões, e estou ansioso para ver o que vai acontecer em seguida. Mas, nesse meio tempo, vamos continuar produzindo filmes.”

Além de Martin Scorsese, o espanhol Pedro Almódovar também criticou os longas – sua reclamação era da falta de sexualidade nas obras, enquanto Francis Ford Coppola os chamou de “desprezíveis”. Porém os comentários de Scorsese se destacaram por terem sido os primeiros, e impulsionadores do que veio a seguir.

O cineasta, Martin Scorsese publicou no início de novembro um artigo pessoal no New York Times para esclarecer suas declarações sobre a Marvel.

“Muitos filmes de franquia são feitos por pessoas de talento e habilidade consideráveis. Você pode ver isso na tela. O fato de que os filmes em si não me interessam é uma questão de gosto pessoal e temperamento. Eu sei que se eu fosse mais jovem, se eu tivesse me tornado adulto mais tarde, eu poderia ficar empolgado por esses filmes e talvez até quisesse fazer um. Mas eu cresci e eu desenvolvi um gosto por filmes – do que eles eram e do que poderiam ser – que é tão longe do Universo da Marvel quanto nós na Terra estamos de Alpha Centauri.

Para mim, para os cineastas que eu aprendi a amar e respeitar, para meus amigos que começaram a fazer filmes mais ou menos na mesma época que eu comecei, cinema era sobre revelação – estética, emocional e espiritual. Era sobre os personagens – a complexidade das pessoas e suas contradições e às vezes a natureza paradoxal, a maneira que eles ferem uns aos outros, amam uns aos outros e de repente tem que encarar a si mesmos.”

Continue Reading

Parceiros Editorias

error: Conteúdo Protegido