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cinema

Crítica 2 – Brightburn “Muito sangue, Destruição e terror”

Brightburn nos faz pensar numa realidade alternativa: e se os super heróis que conhecemos, virassem vilões?

Jennifer R. Alves

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Brightburn nos faz pensar numa realidade alternativa: e se os super heróis que conhecemos, virassem vilões?

Com os mesmos poderes do Superman, o garoto de 12 anos, Brandon Breyer, se torna um ser impiedosos que destrói todos aqueles que o contrariam, incluindo até as pessoas que o amaram sempre.

O roteiro foi muito bem escrito e o desenvolvimento foi crescente, sem falhas, pelo menos, eu me senti imersa.

A proposta do filme é desconstruir o maior herói de todos os tempos, lhe dando uma face sombria e diabólica. É assustador, porém interessante. Tudo isso é complementado pela trilha sonora, que dá o toque final em cada cena, nos dando composição perfeita entre som e imagem.

De início, é um pouco tedioso, mas a atuação do pequeno Jackson A. Dunn é impecável. Seu talento é inquestionável e com o passar do filme, ele cresce cada vez mais no papel.

O diretor David Yarovesky, teve total cuidado em escolher o protagonista, assumo como nas cenas de perseguições e mortes: MUITO SANGUE, DESTRUIÇÃO E TERROR.

Pequenos erros no CGI, algo totalmente compreensível já que é um longa metragem de baixo orçamento.

A cena extra, após o término do filme, deixa claro que teremos mais filmes como este (se a bilheteria ajudar), com outros personagens numa versão maligna. Uma ótima experiência. Vale a pena!

Brightburn – Filho das Trevas esta em exibição nos cinemas.

Brightburn - Filho das Trevas

6

Nota

6.0/10

Pros

  • Ótima ideia
  • Algumas boas atuações

Cons

  • CGI fraco

"Você dará as pessoas um ideal pelo qual lutar. Eles irão perseguir você. Irão fraquejar, irão cair. Mas com o tempo, eles vão acompanha-lo ao sol. Com o tempo, você vai ajuda-los a realizar maravilhas." (Man Of Stel, 2013)

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