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Crítica – John Wick 3: Parabellum “O melhor filme de ação da década”

Pegar o Keanu Reeves dar uma arma e esperar dele um filme de ação é muito facil, porém John Wick 3: Parabellum faz mais do que isso.

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John Wick, o assassino profissional esta de volta em John Wick 3: Parabellum, que estrela novamente Keanu Reeves na pele do profissional.

O melhor filme da franquia, sem duvidas para mim, começa após o fim do segundo filme, que ao descumprir as regras do hotel Continental (um hotel de NYC exclusivo de assassinos), matando uma pessoa dentro do local, John Wick é excomungado e isso significa que ele deve pagar pelos seus atos, e não só ele, mas todos que o ajudaram ou o ajudam a escapar.

A começar a falar que, todas as cenas de luta estão bem dirigidas e coreografadas. Na verdade desde Matrix não via cenas tão bem coreografadas de luta. Mas uma das partes mais belas do filme é a cena dos cachorros de Sofia (Halle Berry), que se tornam parte importante das lutas. Quando eu falo isso é porque a direção fez dos cachorros personagens da luta e não meras armas da personagem.

O roteiro, segue uma estrutura linear, porém perfeita, não que a historia não possa ter furos (furos que eu mesmo nao percebi), mas ele flui de maneira que você consegue acompanhar o personagem, e imergir no universo de John Wick, afinal a franquia cria um universo próprio.

Seria muito fácil chamar o Keanu Reeves para fazer um filme de ação, qualquer, porém (desde o primeiro filme) a franquia cria um submundo de assassinos com regras e um Estado que o regulamenta, e isso não é qualquer um que consegue fazer. No terceiro filme, John Wick 3: Parabellum, o roteiro se aprofunda mais nestas regras e mostra ainda mais detalhes da Alta Cúpula.

O elenco estelar de John Wick 3: Parabellum também é uma coisa de se apreciar, além da belíssima atuação de ambos os três filmes de Keanu, Laurence Fishburne, Ian McShane, Lance Reddick. Temos a adição de Jerome Flynn de Game of Thrones, Anjelica Huston (que basta dar uma papel para essa mulher que ela toma toda a atenção da sua vida para ela), Robin Lord Taylor (o Pinguim de Gotham, que apareceu bem pouco mas foi legal ver ele por lá).

Porém destaque para a atriz Asia Kate Dillon que faz o papel de uma Juíza da Alta Cúpula, que julga os crimes de John e de todos que o ajudaram de alguma forma. A atriz, como podemos dizer… ganha sua simpatia até nas sentenças duras que da, suas ações são motivadas pelo equilíbrio das coisas e como elas devem ser. Personalidade, até mesmo quando não diz uma palavra, mas somente com o olhar.

Também falar sobre a direção, sabemos o quanto é complicado fazer três filmes de uma mesma franquia e mesmo assim conseguir inovar. Apesar de sabermos que a franquia John Wick trata-se de ação, neste terceiro filme a direção consegue atingir um outro patamar ao mostrar novas cenas, com outros significados. Ponto extremo para a direção e o roteiro neste quesito.

Também a introdução do humor nas cenas e momentos corretos ficaram muito maravilhosas. John Wick 3: Parabellum para mim entra na categoria de um dos melhores ou talvez o melhor filme de ação (com a devida ressalva a Mad Max) da década.

O resto do filme ja sabemos, ARMAS, MUITAS ARMAS….

A iluminação das cenas, a direção extremamente competente de Chad Stahelski que dirigiu os outros dois filmes anteriores da franquia, tornam John Wick 3: Parabellum o melhor filme da franquia.

John Wick 3: Parabellum estreia dia 15 de maio nos cinemas.

John Wick 3: Parabellum

9.8

Nota

9.8/10

Pros

  • Direção competente
  • Roteiro cativante
  • Ótimas atuações
  • Cenas de luta bem dirigidas
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Warner, Marvel, Globo e outras empresas se posicionam contra o racismo

Gigantes do entretenimento deixaram suas mensagens de apoio ao movimento #VidasNegrasImportam

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Os Estados Unidos (e algumas partes do mundo) estão enfrentando a maior crise da sua história, tudo porque de uma vez a economia, a saúde e a parte social estão literalmente entrando em colapso.

A parte econômica e de saúde se deve por conta da pandemia instaurada pelo coronavirus e seus efeitos nestes dois setores, somando-se à parte social que já andava fragilizada, agora ganha contornos raciais após a divulgação de um vídeo na última segunda-feira (25) que mostra um homem negro, o  ex-segurança George Floyd, sendo imobilizado por um policial branco com os joelhos em seu pescoço.

Tendo em vista este cenário, varias empresas e instituições estão se posicionando contra o racismo, entre elas gigantes do entretenimento como a Netflix, Marvel, Amazon Prime, Warner, Globoplay e outras. Confira: 

“Nós nos posicionamos contra o racismo. Nós nos posicionamos à favor da inclusão. Nós nos posicionamos ao lado de nossos funcionários, contadores de histórias, criadores negros e à comunidade negra como um todo. Nós precisamos nos unir e nos pronunciar”

https://www.instagram.com/p/CA3iFJMDBxX/?igshid=15zq3x6byw6nm https://twitter.com/globoplay/status/1267200741430738950?s=21 https://www.instagram.com/p/CA3cdpBgCoi/?igshid=1nuiufv671b1w

“‘Alguém tem que se levantar quando os outros estão sentados. Alguém tem que falar quando os outros estão quietos.’ – Bryan Stevenson.
Estamos ao lado dos nossos colegas, talentos, contadores de histórias e fãs negros – todos afetados pela violência sem sentido. A voz de vocês  importa, a sua mensagem importa. Vidas negras importam.”

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#BlackLivesMatter

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“‘Nem o amor, nem o terror cegam: a indiferença é o que cega.’ – James Baldwin.
Nós estamos com os nossos colegas, funcionários, fãs, atores e contadores de histórias negros – e todos afetados por essa violência sem sentido. Vidas negras importam.”

“Estamos com nossos funcionários, colegas, parceiros e criadores negros, indignados com os atos de racismo. Vidas negras importam.”

“Vidas negras importam. Cultura negra importa. Comunidades negras importam. Nós nos posicionamos em solidariedade a nossos colegas, criadores, parceiros e públicos negros e condenamos atos de racismo, discriminação e atos de violência sem sentido”

Os protestos contra o racismo nos Estados Unidos continuaram com manifestantes no último domingo (31) tentando invadir a Casa Branca, sede do governo americano. 

John Wick 3: Parabellum

9.8

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9.8/10

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  • Direção competente
  • Roteiro cativante
  • Ótimas atuações
  • Cenas de luta bem dirigidas
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cinema

Retorno de Henry Cavill como Superman é somente rumor

Apesar do interesse do estúdio no ator, não há negociações no momento.

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A notícia que estava sendo celebrado pelos fãs durante a semana pode ter sido um mero “rumor”: de acordo com informações apuradas pelo The Hollywood Reporter, não há no momento nenhuma negociação entre Warner e Henry Cavill para que o ator reprise o papel de Superman nos cinemas.

Entretanto, o site informa de que os executivos do estúdios tem sim um interesse pelo retorno de Cavill, apesar de sua situação ser, nas palavras da publicação, “complicada”. Independentemente de que o rumor apontava que o novo acordo poderia fazer com que o personagem aparecesse em algum outro filme – como nas sequências de Shazam!, Aquaman ou Esquadrão Suicida, por exemplo – nenhum destes roteiros conta com o kryptoniano atualmente.

A situação é similar ao que ocorreu no ano passado, quando Cavill estava concretamente em negociações para fazer uma participação especial em Shazam!, o que acabou não ocorrendo graças à complicações nos ajustes do acordo. Assim, a cena em questão foi filmada apenas com o torso do Homem de Aço.

De qualquer maneira, vale ressaltar que o ator revelou o desejo de encerrar a trilogia iniciada com Batman vs Superman, inclusive expressando isso durante a live em que Zack Snyder anunciou seu corte de Liga da Justiça. Então aguardemos novas informações sobre o assunto em breve.

Liga da Justiça: Snyder Cut estreia em 2021 na HBO Max.

John Wick 3: Parabellum

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Live-action de Borderlands terá Cate Blanchett como Lilith

Atriz de Thor Ragnarok se une com diretor de O Mistério do Relógio na Parede.

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Agora é oficial: Cate Blanchett, de Thor Ragnarok, foi confirmada como a siren Lilith na adaptação cinematográfica do game Borderlands. A produção irá reunir mais uma a atriz com o diretor Eli Roth, que trabalharam juntos em O Mistério do Relógio na Parede.

Empolgado, Roth falou com o site Variety sobre a adição de Blanchett à produção:

“Acredito que não há nada que ela não possa fazer: do drama à comédia e agora ação, Cate faz cada cena cantar. Trabalhar com ela é um sonho de diretor virando realidade. Sei que, juntos, vamos criar outra personagem icônica para a carreira bem-sucedida dela.”

Na história, a personagem Lilith é uma das poucas mulheres da galáxia pertencentes a uma classe de “sereias” com poderes especiais, como a manipulação do tempo-espaço. No primeiro jogo, lançado em 2009, ela era uma das quatro personagens jogáveis. Entretanto, nos outros títulos da saga, a personagem voltou a aparecer, mas como não-jogável.

Com direção de Roth, a adaptação contará com roteiro de Craig Mazin, criador da minissérie Chernobyl e com produção de Avi Arad, responsável pelos primeiros filmes do Homem-Aranha.

Borderlands não tem data de lançamento previsto.

John Wick 3: Parabellum

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