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cinema

Crítica: Malévola – Dona do Mal “Divertido, porém não foge do básico”

Sequência de Malévola é um filme bonito e interessante, porém possui um enredo básico

Isadora Meneses

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Malévola: Dona do Mal é a continuação de seu primeiro filme intitulado Malévola. O longa é dirigido por Joachim Rønning (Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar) e escrito por Linda Woolverton, e reescrito por Jez Butterworth. Ele é estrelado por Angelina JolieElle Fanning, que reprisam seus papéis do filme anterior, enquanto Michelle Pfeiffer e Chiwetel Ejiofor fazem suas estreias na continuação.

Cinco anos após o primeiro filme, a vida pacífica de Malévola como protetora dos Moors muda inesperadamente quando o príncipe Phillip pede Aurora em casamento e ela aceita. Sem que ninguém soubesse, a mãe de Phillip, a rainha Ingrith, planeja usar o casamento para dividir os humanos e as fadas para sempre. Com Malévola e Aurora em lados opostos de uma guerra iminente, as duas questionam se podem verdadeiramente ser uma família.

A premissa do longa é interessante e divertida, porém não foge do básico. Ele é bem parecido com o primeiro filme, Malévola é vista como vilã pelos humanos, mas sempre são eles que armam contra ela e Aurora parece sempre ficar perdida, não sabendo se apoia a madrasta ou os humanos.

Os efeitos visuais do filme são muito bons, o que é de se esperar da Disney, tanto quando se trata dos seres mágicos quanto da magia da Malévola. Outro fator positivo é a arte e figurino do filme. Nas cenas da Aurora como rainha dos Moors, tudo é colorido, com tons pastéis, justamente para mostrar a inocência da personagem. Nas cenas da Malévola, tudo é escuro, com tons de cinza, preto, marrom e verde. E quando vemos os humanos, principalmente a rainha, as roupas lembram as vestimentas da Europa dos anos 1500.

A narrativa traz um elemento novo para a história da protagonista, o seu passado. Nesse novo filme passamos a conhecer a origem da vilã, sobre sua espécie e seu habitat. Infelizmente, alguns desses novos elementos parecem não fazer muito sentido com o que já conhecemos, mas nada que cause um grande conflito com a animação original.

Apesar disso tudo, se você é realmente fã da história da Bela Adormecida ou se gosta da própria malévola, infelizmente a história do filme vai deixar a desejar. Primeiramente, aquele magnífico dragão no qual a Malévola se transforma não existe mais, nesse novo filme ela se transforma em um outro animal. E além disso, em um certo ponto da narrativa, a cor de sua magia muda, se tornando alaranjada e dourada. Há apenas um elemento no final do filme que remete a uma cena clássica da animação, porém não é o suficiente para trazer aquela sensação de nostalgia para os fãs do desenho.

Assim como o primeiro filme, Malévola tem seus momentos bons e ruins, mas caso tenha gostado do primeiro, vale a pena conferir, já que eles seguem a mesma linha. Mas creio que não seja um longa para se ver mais de uma vez.

Malévola: Dona do Mal estréia dia 17 de outubro.

Malévola Dona do Mal

7.5

7.5/10

Pros

  • Arte
  • Figurino
  • Atuações
  • Efeitos Visuais

Cons

  • Enredo Simples
  • Roteiro Fraco
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Crítica – As Panteras “O filme é simples porém muito divertido”

É o ideal pra quem gosta de bastante ação, e para quem gosta de filmes de espiagem com uma pegada mais comédia.

Isadora Meneses

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Charlie’s Angels (As Panteras) é um filme dirigido por Elizabeth Banks, que também escreveu o roteiro, a partir de uma história de Evan Spiliotopoulos e David Auburn. É a terceira “parte” da série de filmes Charlie’s Angels, ou seja, é uma continuação da história que começou com a série de televisão do mesmo título por Ivan Goff e Ben Roberts e os filmes, Charlie’s Angels (2000) e Charlie’s Angels: Full Acelerador (2003).

O filme é estrelado por Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska como a nova geração de Angels. Banks e Djimon Hounsou estrelam como os Bosley, assistentes de Charlie Townsend, enquanto Patrick Stewart estrela como John Bosley, o primeiro assistente de Charlie, substituindo Bill Murray, que desempenhou o papel no primeiro filme. Ele também apresenta Sam Claflin e Noah Centineo em papéis coadjuvantes e Jaclyn Smith reprisando seu papel como Kelly Garrett da série original e segundo filme para uma aparição.

Deve-se ressaltar a atuação de Kristen Stewart, que apresenta uma personagem engraçada e ao mesmo tempo séria em suas cenas de ação, botando um fim nas histórias de que ela não apresenta emoções e está sempre com a mesma expressão facial. Ella Balinska também está deslumbrante em seu papel. Infelizmente Naomi Scott nos traz uma personagem fofa e engraçada, mas quando ela tem que interpretar uma cena mais séria, fazendo papel de durona, ela acaba ficando meio forçada.

O roteiro do filme é bem construído, os elementos narrativos são bem organizados e os pontos chave, incluindo os plot twists, são postos nos momentos corretos propostos pelo roteiro. As músicas presentes no filme também complementam muito bem a narrativa. A trilha musical vale muito a pena ser ouvida também a parte, mesmo depois que o filme acabar, principalmente a música Don’t Call Me Angel da Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana del Rey.

Outro ponto alto do filme é o guarda-roupa das Angels. Tanto o guarda-roupa cênico quanto o figurino proposto pela Kym Barrett são incríveis. As peças são belíssimas, o design, as cores e o corte delas dão até muita vontade de usar.

O filme é simples porém muito divertido de se assistir. É o ideal pra quem gosta de bastante ação, já que 75% dele é basicamente porradaria e tiro, e para quem gosta de filmes de espiagem, mas com uma pegada mais comédia, mais leve.

Charlie’s Angels (As Panteras) lança dia 15 de Novembro.

Malévola Dona do Mal

7.5

7.5/10

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  • Arte
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Sonic: O Filme ganha novo trailer, com visual renovado do personagem.

Do jeitinho que queríamos!

Rebeca Pinho

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A Paramount Pictures divulgou nessa terça-feira (12) o novo trailer de Sonic: O Filme, após sofrer duras criticas dos fãs, o estúdio tomou a decisão de adiar o filme, para retrabalhar o visual do personagem.

O longa digrido por Jeff Fowler e produzido por Tim Miller (Deadpool), e por Neal H. Moritz (Velozes e Furiosos) traz no papel do vilão Robotnik, o ator Jim Carrey.

No filme, Sonic contará com a ajuda humana do policial Tom Wachowski (James Marsden) com quem deve criar um vínculo de amizade e uma boa parceria, para impedirem Robotnik de dominar o mundo!

Sonic: O filme chega aos cinemas brasileiros em 13 de fevereiro de 2020

Malévola Dona do Mal

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Kevin Feige responde aos comentários de Scorsese

E a polêmica continua.

Ígor Howtelaire

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Em uma entrevista para o podcast Awards Chatter, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, comentou sobre as críticas de Martin Scorsese, que dizia que os filmes da Marvel “não são cinema”.

Kevin Feige comentou o seguinte:

“Eu discordo, acho que foi uma declaração infeliz. Todos têm uma definição diferente para cinema. Algumas pessoas não acreditam que é cinema. Todos têm direito a ter suas próprias opiniões. Todos têm direito a repetir ou escrever sobre essas opiniões, e estou ansioso para ver o que vai acontecer em seguida. Mas, nesse meio tempo, vamos continuar produzindo filmes.”

Além de Martin Scorsese, o espanhol Pedro Almódovar também criticou os longas – sua reclamação era da falta de sexualidade nas obras, enquanto Francis Ford Coppola os chamou de “desprezíveis”. Porém os comentários de Scorsese se destacaram por terem sido os primeiros, e impulsionadores do que veio a seguir.

O cineasta, Martin Scorsese publicou no início de novembro um artigo pessoal no New York Times para esclarecer suas declarações sobre a Marvel.

“Muitos filmes de franquia são feitos por pessoas de talento e habilidade consideráveis. Você pode ver isso na tela. O fato de que os filmes em si não me interessam é uma questão de gosto pessoal e temperamento. Eu sei que se eu fosse mais jovem, se eu tivesse me tornado adulto mais tarde, eu poderia ficar empolgado por esses filmes e talvez até quisesse fazer um. Mas eu cresci e eu desenvolvi um gosto por filmes – do que eles eram e do que poderiam ser – que é tão longe do Universo da Marvel quanto nós na Terra estamos de Alpha Centauri.

Para mim, para os cineastas que eu aprendi a amar e respeitar, para meus amigos que começaram a fazer filmes mais ou menos na mesma época que eu comecei, cinema era sobre revelação – estética, emocional e espiritual. Era sobre os personagens – a complexidade das pessoas e suas contradições e às vezes a natureza paradoxal, a maneira que eles ferem uns aos outros, amam uns aos outros e de repente tem que encarar a si mesmos.”

Malévola Dona do Mal

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