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Crítica – Para Todos os Garotos que Já Amei: PS Ainda Amo Você

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A tão aguardada sequência de Para Todos os Garotos que Já Amei finalmente estreou no catálogo da Netflix nesta quarta (12), e o Cabana já viu e conta tudo do filme pra você.

No primeiro filme Lara Jean (Lana Condor) e Peter Kavinsk (Noah Centineo) decidem fingir que estão namorando para fazer ciúmes em outras pessoas, porém eles não contavam que iriam se apaixonar um pelo outro de verdade.

Agora na continuação de sua história os dois vão ter que lidar com os prós e contras de estar em um relacionamento de verdade, e é aí que as inseguranças normais da adolescência começam a aparecer. O filme todo é permeado por essas dúvidas e incertezas.

Nos minutos iniciais é claro como os dois são felizes no seu relacionamento. Peter é o namorado “perfeito “, carinhoso, gentil, respeitoso, e Lara faz de tudo para corresponder da mesma forma, mas como é o seu primeiro namoro, a garota começa a se comparar com a ex namorada de Peter, o que não ajuda na relação dos dois.

E as coisas só pioram quando John Ambrose (Jordan Fisher) reaparece na vida de Lara Jean. John foi um dos destinatários das cartas de amor que foram enviadas no primeiro filme. Lara e John se reencontram ao descobrirem ser voluntários no mesmo lar para idosos e ficam cada vez mais próximos ao longo do filme.

No novo longa vemos um grande aprofundamento dos personagens que já conhecemos, como o pai de Lara Jean Dan (John Carbett), que se vê atraído por sua vizinha, ou Kitty (Anna Cathcart), a caçula que amadurece, mas continua querendo bancar o cupido e, além disso, podemos ver mais do passado da família da Lara, incluindo sua mãe.

Os amigos de Lara Jean ganham mais tempo de tela, como Lucas e Chris, que fortalecem a amizade com Lara. E até mesmo Gen, que no primeiro filme ficamos sabendo ser muito amiga de Lara, e na sequência vemos um pouco dessa amizade e conhecemos mais da história de Gen.

Os novos personagens são cativantes e conseguem rapidamente o carinho do público. Jonh é charmoso, na dele e inteligente, apesar de ser bem diferente de Peter, ele mexe com o coração e a cabeça de Lara. Stoormy (Holland Taylor), que reside no lar de idosos, é uma grande figura materna que ouve e aconselha a protagonista durante toda a história.

O enredo é muito bem construído, acontecimentos plantados no início são colhidos no fim. Nada é jogado sem ter um propósito, o que se deve muito ao roteiro assertivo, sem enrolação. A trilha sonora, assim como no primeiro, é recheadas de referências de filmes e músicas dos anos 80 e 90, e tem função narrativa mudando conforme a situação.

PS. Ainda Amo Você tem o mesmo clima do primeiro longa, mas traz um amadurecimento claro da história e de seus personagens, além de deixar ganchos para o terceiro filme.

Para Todos os Garotos Que Já Amei: PS. Ainda Amo Você, está disponível na Netflix.

Para Todos os Garotos que Já Amei: PS. Ainda Amo Você

9

9.0/10

Pros

  • Amadurecimento dos personagens
  • Trama bem construída
  • Personagens novos cativantes

Cons

  • Pontas soltas
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Crítica | Os 7 de Chicago “falha em transportar o roteiro para a tela”

O recorte de Sorkin soa muito mais como um apelo por empatia sem justificativa e nem razão narrativa para existir.

Davi Alencar

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O ano é 1968 e os Estados Unidos fervilham com o ritmo da sangrenta Guerra do Vietnã. Em meio a esse ambiente, movimentações estudantis começam a agir contra o recrutamento de jovens para o campo de batalha. Os 7 de Chicago, novo lançamento de Aaron Sorkin pela Netflix, conta a história de sete réus acusados de conspiração, formação de quadrilha e incitação de revolta pelo governo estadunidense ao organizar uma manifestação que não acabou nada bem.

O filme marca a segunda tentativa de Sorkin na direção e visivelmente pega emprestado muito da estrutura de A Rede Social (David Fincher, 2010), filme no qual ele é roteirista. A tática de se apoiar em um julgamento para desenrolar fatos passados é interessante, mas ele não consegue obter o mesmo êxito de Fincher e falha em trazer para a tela a complexidade e o ritmo que seu roteiro inspira.

Infelizmente, essa parece ser a sina do diretor. Enquanto sua habilidade de escrita é impecável, principalmente o modo que ele usa os diálogos para arquitetar o desenrolar de uma cena, sua proficiência em coordenar a estética e a linguagem do filme são bem rasas. Seu trunfo é sempre a fala e a impressão que fica é de que suas histórias só funcionam efetivamente como cinema quando tem alguém para “controlá-lo”. Em suma, sua dificuldade é transformar o roteiro em fotografia.

Essa conclusão é bem frustrante já que tanto o cenário quanto a história que escolheu contar são fascinantes. O Vietnã foi um período muito marcante dentro do imaginário popular dos EUA e usar isso para evidenciar como a força policial pode ser ainda mais nociva quando defende os interesses do estado tem um significado bem rico. O filme não passa nenhum sinal dessa opressão a não ser quando efetivamente cumpre o clichê.

Inserir algumas imagens reais dos protestos de 68 é o máximo de personalidade que aspira ter. Spike Lee faz algo bem parecido em Destacamento Blood (2020) e, enquanto a sua versão é uma pausa no filme para honrar a imagem e os nomes de negros que morreram em decorrência dessa guerra sangrenta, o recorte de Sorkin soa muito mais como um apelo por empatia sem justificativa e nem razão narrativa para existir.

O final é tão clássico quanto pode. Uma cena com um teor altamente inspirador encerra a obra com uma série de letreiros para indicar o que aconteceu depois. Uma mesma versão disso ocorre no começo, quando cada personagem recebe uma breve descrição em tela com seu nome e função. Isso é uma prova de que nem o roteiro é tão irretocável e, mesmo com sua verborragia, não consegue desenvolver o básico desses seres sem apelar para um recurso gráfico.

Pode-se dizer que um dos seus pouco acertos é na figura do antagonista. O juíz Julius Hoffman é tão odioso quanto alguém que personifica os interesses do estado deve ser. Ele é uma peça chave onde o filme funciona melhor e sabe criar no tribunal esse senso de causa perdida. De uma maneira muito superficial dá para lembrar de Filadélfia (Jonathan Demme, 1993) no embate entre duas forças tão diametralmente opostas.

Os 7 de Chicago é uma grande isca pro Oscar e marca a tentativa da Netflix em vencer mais prêmios. Infelizmente, por mais que a história seja boa, ele não sabe utilizar a cinematografia para criar um resultado favorável e acaba atingindo uma superficialidade decepcionante. Em um paralelo com outro grande lançamento da plataforma, Estou Pensando Em Acabar Com Tudo (Charlie Kaufman, 2020), falta transformar esse amontoado de ideias legais em um filme propriamente dito.

Os 7 de Chicago esta disponível na Netflix.

Para Todos os Garotos que Já Amei: PS. Ainda Amo Você

9

9.0/10

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  • Amadurecimento dos personagens
  • Trama bem construída
  • Personagens novos cativantes

Cons

  • Pontas soltas
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Michael B. Jordan será produtor do novo filme do Super Choque

Nesta sexta-feira (16) a Warner Bros anunciou que a grande estrela Michael B. Jordan será produtor do longa através de sua produtora Outlier Society.

Davi Alencar

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A produção do novo filme de Super Choque começa a ganhar forma. Nesta sexta-feira (16) a Warner Bros anunciou que a grande estrela Michael B. Jordan será produtor do longa através de sua produtora Outlier Society.

O longa anunciado no DC Fandome também terá Reginald Hudlin ao lado de Jordan.

“Estou orgulhoso de ser parte desse novo universo centrado em super heróis negros. A nossa comunidade merece isso.” Disse o ator em uma entrevista para o The Hollywood Reporter. “A Outlier Society se compromete em trazer conteúdos com diversidade dos quadrinhos para todas as demais plataformas e estamos animados pela união com Reggie e a Warnes Bros para esse primeiro passo.”

Super Choque conta a história de Virgil Hawkins, um menino negro que ganha poderes eletromagnéticos depois de ser exposto a um gás desconhecido. Ele tem que experienciar as problemáticas disso se relacionando diretamente com o ambiente urbano que habita.

Fora os dois produtores, inclusive Hudlin está responsável pela próxima série de quadrinhos do heróis, ainda não foi revelado nada da produção. Ao que tudo indica, esse pode ser o início de um novo selo de filmes de herói a Warner, mas ainda é muito cedo para afirmar qualquer coisa.

Mesmo assim, os fãs não deixam de especular e os mais cotados para o papel de Virgil são Jaden Smith (À Procura da Felicidade) e Caleb McLaughlin (Stranger Things).

Por enquanto ainda não há uma data de estreia para as eletrizantes aventuras de Super Choque nas telonas do cinema.

Para Todos os Garotos que Já Amei: PS. Ainda Amo Você

9

9.0/10

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A Voz Suprema do Blues | Último filme de Chadwick Boseman ganha posters

Nesta última quinta-feira (15) a Netflix liberou uma série de posters individuais das personagens de seu novo filme, A Voz Suprema do Blues.

Davi Alencar

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Nesta última quinta-feira (15) a Netflix liberou uma série de posters individuais das personagens de seu novo filme, A Voz Suprema do Blues.

Confira a sinopse: Chicago, década de 1920. A tensão só aumenta entre os músicos que aguardam em uma claustrofóbica sala de ensaio a lendária e revolucionária “Mãe do Blues”, Ma Rainey. Atrasada para a sessão de gravação, Ma trava uma batalha com seu produtor e empresário branco em defesa do controle sobre sua música. Enquanto a banda espera, o ambicioso trompetista Levee – interessado na namorada de Ma e determinado a trilhar seu próprio caminho na indústria da música – faz o clima esquentar entre os músicos com uma profusão de verdades e mentiras que mudarão para sempre o rumo da vida de todos.

Com direção de George C. Wolfe e roteiro de Ruben Santiago-Hudson, o filme ainda conta com a produção de Denzel Washington e Todd Black e a trilha do ganhador do Grammy, Branford Marsalis. O elenco é de peso com nomes como Chadwick Boseman, Viola Davis, Colman Domingo, Glynn Turman, Michael Potts, Taylour Paige e Dusan Brown.

O filme foi o último de Boseman antes de partir precocemente por um câncer de cólon. A cereja do bolo de uma carreira irretocável que deixou muitas saudades.

A Voz Suprema do Blues chega na Netflix 18 de dezembro.

Para Todos os Garotos que Já Amei: PS. Ainda Amo Você

9

9.0/10

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