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Crítica: Um ato de esperança

Carolina Machado
Carolina Machado
Engenheira viciada em funko, Star Wars e X Men.

Se você espera um filme bem feito e que prenda sua atenção é o que vai encontrar. Adicione drama, romance e pitadas leves de humor, com discussão sobre a vida, e pronto, você tem Um Ato de esperança (The Childen Act – no original).

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A história transcorre toda sobre a vida da juíza Fiona Maye (Emma Thompson), que além de cuidar de casos que envolvem direito de família e direitos humanos, está enfrentando uma crise no casamento com o professor Jack (Stanley Tucci). O drama aparece quando precisa decidir sobre autorizar em corte o tratamento do hospital com transfusão de sangue a um rapaz com leucemia – Adam (Fionn Whitehead) – que se nega a fazer o tratamento por motivos religiosos. A discussão prossegue sobre os limites dos pais e da religião no tratamento de menores, enquanto acontece uma aproximação da juíza com o rapaz.

Com fotografia e enredos bem feitos, destaca-se a atuação impecável de Emma. Escrito por Ian McEwan e dirigido por Richard Eyre, o filme não decepciona em entreter e nos fazer questionar a essência da vida.

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