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Diretor de O Poderoso Chefão chama filmes da Marvel de “Desprezíveis”

Francis Ford Coppola apóia as críticas de Martin Scorsese aos filmes do Universo Cinematográfico da Marvel.

Edi

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Francis Ford Coppola apóia as críticas de Martin Scorsese aos filmes do Universo Cinematográfico da Marvel. Partindo dos comentários do diretor irlandês no início do mês, comparando filmes da Marvel com parques temáticos, a conversa sobre se os filmes são considerados cinema ou não continua.

Ao longo das últimas semanas, figuras proeminentes de franquia, como Robert Downey Jr., James Gunn, Joss Whedon e Samuel L. Jackson, responderam às suas críticas, assim como Kevin Smith e Damon Lindelof. Agora, é o colega cineasta vencedor de Oscar de Scorsese, Coppola, que compartilha seus dois centavos sobre o assunto.

Conhecida pela trilogia O Poderoso Chefão, The Conversation e muitos outros clássicos, Coppola, como Scorsese, é amplamente considerado um dos grandes cineastas de todos os tempos. Sendo uma figura tão importante na indústria, as pessoas se certificam de ouvir quando ele tem algo a dizer. Com uma longa carreira como diretor, Coppola foi convidado a avaliar o debate em andamento sobre os filmes do MCU e, sem surpresa, ele tem algumas opiniões fortes sobre isso.

Falando aos jornalistas (via Yahoo!) logo após receber o prestigioso Prix Lumiere por sua contribuição indelével à indústria, Coppola compartilhou sinceramente seus sentimentos sobre as críticas da Scorsese à Marvel. E além de apoiar seu colega diretor ítalo-americano, ele deu um passo adiante, chamando os filmes de franquia de “desprezíveis”.

“Quando Martin Scorsese diz que as imagens da Marvel não são cinema, ele está certo, porque esperamos aprender algo com o cinema, esperamos ganhar algo, alguma iluminação, conhecimento e inspiração. Não sei se alguém tira algo disso vendo o mesmo filme várias vezes, Martin foi gentil quando disse que não é cinema. Ele não disse que é desprezível, o que eu apenas digo que é “.

Desde que fez sua declaração inicial, Scorsese saiu para esclarecer suas críticas ao MCU. Ele enfatizou que deseja mais filmes que sejam experiências singulares de teatro, dirigidas apenas por suas narrativas estabelecidas e nada mais.

No entanto, ele também admitiu que existem várias maneiras de fazer filmes hoje em dia, incluindo como a Marvel Studios faz crossovers, mas ele não os leva em consideração como cinema. Sua mensagem geral é bastante confusa, mas uma coisa é clara: ele defende sua afirmação de que o MCU não é considerado cinema.

Há muito o que descompactar na declaração de Coppola, mas parece que seu principal problema com o MCU é a falta de diversidade nas narrativas, o que não é algo sem mérito.

Ao longo dos anos, a franquia foi criticada por seus filmes de fórmula com seu formato de três atos. Isso também significa que Coppola pode realmente ter assistido alguns deles e formou uma opinião forte sobre isso, embora ele não tenha dito explicitamente. Dito isto, a Marvel Studios realmente começou a experimentar mais sobre isso em seus filmes mais recentes, particularmente com Vingadores e Pantera Negra.

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Crítica – As Panteras “O filme é simples porém muito divertido”

É o ideal pra quem gosta de bastante ação, e para quem gosta de filmes de espiagem com uma pegada mais comédia.

Isadora Meneses

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Charlie’s Angels (As Panteras) é um filme dirigido por Elizabeth Banks, que também escreveu o roteiro, a partir de uma história de Evan Spiliotopoulos e David Auburn. É a terceira “parte” da série de filmes Charlie’s Angels, ou seja, é uma continuação da história que começou com a série de televisão do mesmo título por Ivan Goff e Ben Roberts e os filmes, Charlie’s Angels (2000) e Charlie’s Angels: Full Acelerador (2003).

O filme é estrelado por Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska como a nova geração de Angels. Banks e Djimon Hounsou estrelam como os Bosley, assistentes de Charlie Townsend, enquanto Patrick Stewart estrela como John Bosley, o primeiro assistente de Charlie, substituindo Bill Murray, que desempenhou o papel no primeiro filme. Ele também apresenta Sam Claflin e Noah Centineo em papéis coadjuvantes e Jaclyn Smith reprisando seu papel como Kelly Garrett da série original e segundo filme para uma aparição.

Deve-se ressaltar a atuação de Kristen Stewart, que apresenta uma personagem engraçada e ao mesmo tempo séria em suas cenas de ação, botando um fim nas histórias de que ela não apresenta emoções e está sempre com a mesma expressão facial. Ella Balinska também está deslumbrante em seu papel. Infelizmente Naomi Scott nos traz uma personagem fofa e engraçada, mas quando ela tem que interpretar uma cena mais séria, fazendo papel de durona, ela acaba ficando meio forçada.

O roteiro do filme é bem construído, os elementos narrativos são bem organizados e os pontos chave, incluindo os plot twists, são postos nos momentos corretos propostos pelo roteiro. As músicas presentes no filme também complementam muito bem a narrativa. A trilha musical vale muito a pena ser ouvida também a parte, mesmo depois que o filme acabar, principalmente a música Don’t Call Me Angel da Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana del Rey.

Outro ponto alto do filme é o guarda-roupa das Angels. Tanto o guarda-roupa cênico quanto o figurino proposto pela Kym Barrett são incríveis. As peças são belíssimas, o design, as cores e o corte delas dão até muita vontade de usar.

O filme é simples porém muito divertido de se assistir. É o ideal pra quem gosta de bastante ação, já que 75% dele é basicamente porradaria e tiro, e para quem gosta de filmes de espiagem, mas com uma pegada mais comédia, mais leve.

Charlie’s Angels (As Panteras) lança dia 15 de Novembro.

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Sonic: O Filme ganha novo trailer, com visual renovado do personagem.

Do jeitinho que queríamos!

Rebeca Pinho

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A Paramount Pictures divulgou nessa terça-feira (12) o novo trailer de Sonic: O Filme, após sofrer duras criticas dos fãs, o estúdio tomou a decisão de adiar o filme, para retrabalhar o visual do personagem.

O longa digrido por Jeff Fowler e produzido por Tim Miller (Deadpool), e por Neal H. Moritz (Velozes e Furiosos) traz no papel do vilão Robotnik, o ator Jim Carrey.

No filme, Sonic contará com a ajuda humana do policial Tom Wachowski (James Marsden) com quem deve criar um vínculo de amizade e uma boa parceria, para impedirem Robotnik de dominar o mundo!

Sonic: O filme chega aos cinemas brasileiros em 13 de fevereiro de 2020

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Kevin Feige responde aos comentários de Scorsese

E a polêmica continua.

Ígor Howtelaire

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Em uma entrevista para o podcast Awards Chatter, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, comentou sobre as críticas de Martin Scorsese, que dizia que os filmes da Marvel “não são cinema”.

Kevin Feige comentou o seguinte:

“Eu discordo, acho que foi uma declaração infeliz. Todos têm uma definição diferente para cinema. Algumas pessoas não acreditam que é cinema. Todos têm direito a ter suas próprias opiniões. Todos têm direito a repetir ou escrever sobre essas opiniões, e estou ansioso para ver o que vai acontecer em seguida. Mas, nesse meio tempo, vamos continuar produzindo filmes.”

Além de Martin Scorsese, o espanhol Pedro Almódovar também criticou os longas – sua reclamação era da falta de sexualidade nas obras, enquanto Francis Ford Coppola os chamou de “desprezíveis”. Porém os comentários de Scorsese se destacaram por terem sido os primeiros, e impulsionadores do que veio a seguir.

O cineasta, Martin Scorsese publicou no início de novembro um artigo pessoal no New York Times para esclarecer suas declarações sobre a Marvel.

“Muitos filmes de franquia são feitos por pessoas de talento e habilidade consideráveis. Você pode ver isso na tela. O fato de que os filmes em si não me interessam é uma questão de gosto pessoal e temperamento. Eu sei que se eu fosse mais jovem, se eu tivesse me tornado adulto mais tarde, eu poderia ficar empolgado por esses filmes e talvez até quisesse fazer um. Mas eu cresci e eu desenvolvi um gosto por filmes – do que eles eram e do que poderiam ser – que é tão longe do Universo da Marvel quanto nós na Terra estamos de Alpha Centauri.

Para mim, para os cineastas que eu aprendi a amar e respeitar, para meus amigos que começaram a fazer filmes mais ou menos na mesma época que eu comecei, cinema era sobre revelação – estética, emocional e espiritual. Era sobre os personagens – a complexidade das pessoas e suas contradições e às vezes a natureza paradoxal, a maneira que eles ferem uns aos outros, amam uns aos outros e de repente tem que encarar a si mesmos.”

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