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Divergente – Série estava fadada ao fracasso desde o primeiro filme

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Quando Shailene Woodley disse em uma entrevista recente que ela não tinha certeza que iria voltar para o final de Divergente que será filmado e direcionado para a televisão, alguns fãs pensaram que ela estava sendo ingrata.

De certa forma, a reação é compreensível, até certo ponto: Como poderia a estrela de um grande (relativamente falando) série de filmes deixar justamente a produção no seu último filme?

O estúdio simplesmente acabou com a obra de Veronica Roth, em seguida, dividiu o último livro em dois filmes, em seguida, decidiu que a quarta parte não seria realmente um filme. Se o estúdio não acredita que eles podem montar um filme digno de ser lançado nos cinemas, por que Shailene deveria lhes fazer um favor de assinar um novo contrato (que não é obrigatório, porque seu atual contrato apela para o quarto filme apenas como versão de cinema) para um filme de TV de baixo orçamento?

(E sim, ele vai ser filmado com um orçamento menor. Sabemos que a Summit pensa assim, eles admitiram aos investidores que tinham apressado o terceiro filme e prometido filmar o quarto por menos dinheiro. Os efeitos especiais que já estavam muito ruins – então você pode imaginar quão pior que eles estariam na TV).

Veja nossa crítica aqui –  Convergente 

Vamos ser honestos: O filme de TV vai flopar. Pode agradar, 20% dos teimosos que ainda estão ansiosos. A verdade da questão é que a Summit quer termina-lo o mais rápido possível, mas para agradar os investidores que estão querendo uma “série spinoff” para fazer parecer que há potencial a longo prazo. Mas não há.

E é inteiramente culpa da Summit. Eles não teriam que fazer a série tão diferente do material de origem. Eles não tinham que dividir um terceiro livro em dois filmes.

convergenteantecipa

Esta degenerado, financeiramente falando, porque os fãs desistiram. Os fãs – as pessoas que fizeram a série de filmes possível, em primeiro lugar – foram traídos quando os produtores começaram tirando a historia original de Veronica Roth fora da equação cinematográfica. Os fãs – que já estão cansados de adaptações distópicas – estão dando um recado, “NÃO ACEITAMOS INTERFERÊNCIAS”. Podemos ver que Harry Potter, é um exemplo, o filme seguiu a risca o livro e no fim, todos ficaram satisfeitos.

Isso é algo que nunca vou entender: Como os estúdios podem trair os fãs. Se você perder a sua base central que estavam lá para você no início, o que você espera que aconteça?

Infelizmente tivemos este mal súbito com dois filmes muito esperados. Tanto Batman vs Superman: A Origem da Justiça quanto Esquadrão Suicida foram mexidos pela Warner Bros. Curiosamente Deadpool que foi um enorme sucesso foi feito com toda a liberdade criativa, a Fox somente distribuiu o filme e mal ajudou na produção Harry Potter também teve um fator fundamental para o seu sucesso, JK trabalhou sempre perto da produção, por isso temos em todos os filmes uma conotação literal praticamente do livro. Será que os estúdios não percebem que mexer em uma obra original ou nao liberdade criativa só prejudica no fim um grupo, eles mesmos.

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Nenhum fã da DC vai boicotar Aquaman 2 por causa de Amber Heard

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Foi dito pelo site de noticias e opinião Observatório do Cinema que fãs da DC (dando a entender que muitos deles, milhares…) estão ameaçando com boicote Aquaman 2 enquanto a DC não demitir a atriz Amber Heard que faz a Mera no filme.

Além de inexistir um único Tweet sobre qualquer suposto fã pedindo o boicote do filme, a matéria é completamente sensacionalista. Participo de vários grupos da DC e todos eles viram qualquer um, membro de grupos no facebook ou twitter alegando boicote.

Alias este site em sí ja havia dito uma vez que Liga da Justiça seria um filme ruim, antes mesmo do filme sair como uma espécie de vidente… Ora ser jornalista de cultura pop não é a mesma coisa que ser uma cartomante e publicar noticias falsas também deve ser uma coisa ruim para quem lida com essa atividade do jornalismo.

Depois ao longo desta matéria, o site ainda fala que “A DC Comics ainda não se pronunciou sobre o assunto” dando um tom sério a coisa que não foi provada por nenhuma manifestação de qualquer fã. O que não duvido existir, mas por outro lado duvido que passe de 10 pessoas.

É verdade que existe uma petição com mais de 300 mil assinaturas pedindo que Amber Heard seja demitida de Aquaman 2 por conta de supostas agressões cometidas contra seu marido Johnny Depp. Porém a petição pede que a DC remova ela e não ameaça o filme de boicote. Alias a petição foi feita por fãs do seu ex marido não necessariamente por fãs da DC Comics.

Aquaman 2 segue sem boicote para sua estreia em 2021.

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Veremos um Liga da Justiça 2 algum dia?

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É tudo o que os fãs da DC se perguntam há mais de 1 ano, desde que a data fixada por Zack Snyder – então grande chefão do universo dos quadrinhos da Warner – chegou e nem mesmo um trailer do filme foi divulgado. Até mesmo o polêmico diretor não conseguiu resistir no cargo e segue afastado dos filmes de herói.

Com o fracasso de bilheteria de diversos filmes do então Universo DC – principalmente comparado com as expectativas criadas por causada comparação com os longas da Marvel e com o dinheiro investido na confecção das obras – muita coisa mudou no estúdio e as incertezas são maiores que as novidades.

Patty Jenkins, toda poderosa na DC desde o sucesso de sua adaptação de Mulher Maravilha, já afirmou em várias oportunidades que não quer nenhum filme da franquia, por enquanto. Ela vê maior importância nos filmes solo dos super heróis, que estão indo muito bem de bilheteria, como Aquaman e Shazam, além da esperada estréia de The Flash.

“Eu acho os filmes como Liga da Justiça extremamente desafiadores. Eles são fantásticos e muito bem feitos. Eu torço para que não aconteça outro filme da Liga da Justiça por um tempo porque eu estou animada para ver todos os filmes solo”, afirmou, fazendo questão de dizer que não é um nunca, na verdade.

Com orçamento de cerca de 300 milhões de dólares, ficando entre os maiores de todos os tempos, o primeiro longa da franquia só conseguiu arrecadar 657 milhões nas bilheterias, o que até pode parecer muito, mas se os custos de divulgação e publicidade forem inclusos, é possível dizer que o filme deu prejuízo aos seus produtores.

Cálculos matemáticos de gente da indústria costumam assegurar que, para um filme começar a render grana aos produtores e ao estúdio que investiu em sua produção, ele precisa arrecadar – somente na bilheteria – quase o triplo do valor investido. Abaixo disso, é prejuízo na certa.

Seria esse o motivo do adiamento infinito da continuação da produção? Muitas coisas já mudaram no Universo da DC Comics. Além da saída do próprio Snyder, Ben Affleck não encarna mais o Homem Morcego, papel que foi incorporado por Robert Pattinson – cujos primeiros passos foram vistos como animadores, em suas primeiras imagens.

Outra novidade, o novo Coringa faria parte desta nova saga? Estaria o Oscarizado Joaquin Phoenix disposto a reviver o papel do Palhaço do Crime em uma nova aventura? Chamariam Jaret Leto novamente? Ou teria que escolher outro ator para reviver o icônico vilão? São muitas as perguntas e absolutamente nenhuma resposta até agora.

Aves de Rapina, que congregou – mais uma vez – personagens de diversos núcleos da DC estreou e, apesar das inúmeras críticas positivas, elogios vindos tanto da imprensa especializada quanto de público amante dos quadrinhos, não apresentou a bilheteria sonhada pela empresa, para espanto de todos.

Até o título da obra foi alterado, estando o filme em cartaz, com o acréscimo do nome da personagem principal, se tornando “Arlequina em Aves de Rapina”, opção criticada por quase todo mundo. Um “não-sucesso” como esse (já que não se pode falar em fracasso) deve frear ainda mais a intenção de iniciar a produção da Liga.

O público, que ama os quadrinhos, anseia em ver a produção, mas realmente não há ainda nenhum indício de que ele venha a ser produzido, pelo menos nos próximos anos. O sucesso de Shazam e Aquaman ajudou a diminuir a saudade dos DC Lovers. Resta aguardar a estréia do novo Mulher Maravilha, o 1984, em junho deste ano.

O que vocês acham?

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Confira 8 sites e redes sociais que deixaram de existir em 2019

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Diversos aplicativos e redes sociais foram encerradas em 2019, aumentando o cemitério digital de serviços online. A empresa líder em cancelamentos foi a Google, tendo finalizado quatro dos seus serviços. Microsoft, Facebook e Apple também contribuem com a lista com, pelo menos, um produto encerrado cada.

Naturalmente, são diversas as razões que levam ao fim de uma rede social, site ou aplicativo. Como o tempo, é comum que estes serviços se tornem obsoletos e percam seu público, existindo também casos em que eles sequer conseguem engajar uma base expressiva de usuários.

Além disso, o fortalecimento de novos sites e redes sociais acaba resultando em um aumento de concorrência e, não raramente, na perda de influência de alguns desses aplicativos. Aqui, é possível citar o TikTok, aplicativo de mídia para criar e compartilhar vídeos curtos, e os melhores sites de apostas para quem joga no Brasil como exemplos de serviços que cresceram expressivamente nos últimos anos.

Mas como o assunto aqui são os serviços que chegaram ao fim, é possível conferir abaixo a lista com os 8 principais sites ou aplicativos que deixaram de existir em 2019.

iTunes

Após revolucionar a indústria da música, o iTunes chegou ao fim. O app de mídia foi substituído por aplicativos dedicados para TV, Música e Podcasts no sistema operacional de computadores da Apple. A proposta faz parte da estratégia da Apple em investir cada vez mais na criação de conteúdos, o que inclui séries e filmes para o seu canal de streaming, o Apple TV+, lançado no segundo semestre de 2019.

Google+

Outro aplicativo que chegou ao fim em 2019 foi o Google+. A decisão foi tomada com base nas sucessivas polêmicas envolvendo a exposição de dados de seus usuários. Criada em 2011, a rede social nunca conseguiu atrair um grande engajamento, mesmo possuindo uma base expressiva de membros. Dados da própria empresa mostram que 90% dos logins na plataforma não costumavam ultrapassar a marca de cinco segundos online.

Google Allo

O Google Allo foi anunciado em 2016 para competir com aplicativos como o WhatsApp, Facebook Messenger e Telegram. A aposta consistia em um app de chat com o Google Assistente embutido, mas nunca se popularizou entre os usuários, encontrando seu fim em 2019.

Google Inbox

A Google Inbox foi, talvez, a maior perda da gigante em tecnologia e comunicação em 2019. O aplicativo funcionava como uma espécie de laboratório de experimentos para funções de e-mail, com opções avançadas e visual mais minimalista que o Gmail. Após o fim do Inbox, inclusive, o principal serviço de webmail da Google recebeu uma atualização contendo diversas funções vindas do aplicativo cancelado, como as opções de adiar e fixar mensagens (estrela).

Google Trips

Sem dar muitas explicações sobre as razões que a levaram a isso, a Google encerrou o Trips, seu aplicativo voltado para facilitar viagens. Com ele, era possível que os usuários organizassem suas passagens, hotéis e ainda os ajudava a montar seus roteiros, com dicas de restaurantes e pontos turísticos. Algumas das funções do Google Trips ainda estão disponíveis no endereço google.com/travel.

Facebook Moments

O Facebook Moments, aplicativo de armazenamento de fotos similar ao Google Fotos, foi mais um dos serviços encerrados em 2019. Não foram dados maiores esclarecimentos sobre as razões que levaram ao cancelamento, mas especula-se que um dos motivos tenha sido as dificuldades encontradas pelos usuários em utilizar a plataforma.

Microsoft Health e Band Companion

A Microsoft Band, primeira pulseira inteligente lançado pela empresa, foi descontinuada em 2017. Em maio de 2019, foi a vez dos serviços relacionados à pulseira chegarem ao fim: o aplicativo Band Companion e a plataforma de saúde Microsoft Health. O produto não foi comercializado no Brasil.

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