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Documentário mostra o que há por trás do contrabando de cigarros

Cenas podem até parecer ficção, mas são reais. Com produção da Vice Brasil, “CIGARRO DO CRIME” apresenta um percurso bastante didático sobre a entrada do cigarro ilegal no Brasil.

Daiane de Mário

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O que está por trás de um “inofensivo” produto ilegal comprado a preços extremamente baixos?  O documentário nacional “Cigarro do Crime” irá mostrar tudo o que há por trás desta grande indústria do contrabando. Gravado no Brasil e no Paraguai, o documentário conta com depoimentos dos contrabandistas, perseguições policiais, conversas com os consumidores e muito mais. Alguma cenas são tão inacreditáveis que parecem até ficção.  

Para afugentar os policiais, os contrabandistas pilotam veículos a mais de 250 km/h em estradas inóspitas, soltam fumaça pela pista e pregos no asfalto. São os chamados “cavalos doidos”, alcunha conferida pela polícia para esses carros, cheios de chips e dispositivos que possibilitam toda esta velocidade. “É muito maluco, parece coisa de filme, de desenho animado”, diz Debora Lopes, jornalista que apresenta o documentário.  

Não é apenas nas estradas que os contrabandistas mostram sua ousadia e colocam em risco a vida da populção. O transporte dos cigarros do crime também é feito pelos rios, na alta madrugada, quando a polícia precisa usar óculos com visão noturna para identificar os barcos tunados que incansavelmente vão de margem a margem na fronteira hídrica entre o Brasil e o Paraguai. 

Muitas das pessoas que fazem parte dessa engrenagem criminosa se veem como meros comerciantes. “Cada carro que eu trazia com a carga dava uma grana boa. Tirava dois mil, dois mil reias e meio… Claro que não me sinto criminosa. Eu tô pagando [pela carga], não tô roubando de ninguém”, relata, com bastante tranquilidade, uma das atravessadoras. 

Após desvendar como se dá a travessia da carga ilegal, a jornalista percorre ainda universos que envolvem violência, prisões, mortes e lavagem de dinheiro. Tudo para entender cada etapa do contrabando de cigarros para o Brasil. Com gravações em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Foz do Iguaçu (PR), Assunción e Ciudad del Este (Paraguai), o roteiro faz uma viagem pelo ciclo do contrabando de cigarros.  

O filme, está disponível gratuitamente no site da Vice Brasil, e teve sua estreia no dia 14 de maio, conta com a direção de João Wainer, fotojornalista investigativo que mergulha fundo em temas complexos e que permeiam a sociedade brasileira. O documentário é uma produção da Vice Brasil para o Fórum Nacional Contra a Pirataria e Ilegalidade (FNCP) e, apresenta um percurso bastante didático sobre a entrada do cigarro ilegal no Brasil e como ele alimenta o crime organizado e faz com que todos nós sejamos impactados com essa prática.  

Cigarro do Crime está disponível no site da Vice Brasil.

professora de História, mãe em tempo integral e amante de tudo que envolve super heróis, desde chaveiros até filosofia! Fã incondicional da Mulher Maravilha e Sandman, mesmo sendo DcNauta criou um filho Marvete.

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Produtor da Liga da Justiça nega que acobertou abusos de Joss Whedon

O fotografo Jason Laboy também confirmou que Gal Gadot se recusou a gravar cena que Flash cai sobre ela.

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Mais cedo o ator Ray Fisher acusou no Twitter o diretor de Vingadores de comportamento abusivo no set da Liga da Justiça, e que os produtores Geoff JohnsJon Berg, permitiram os abusos do cineasta.

A revista Variety, Jon Berg, se defendeu da acusação de Fisher em um curto comunicado, afirmando que as palavras do ator são “Mentiras categóricas” ele também disse que Fisher ficou bravo com um dos pedidos feito a ele:

“Eu lembro que ele ficou bravo porque queríamos que ele dissesse ‘booyah’, um bordão conhecido do Cyborg nas animações”

Liga da Justiça também foi amplamente criticado por cenas controversas incluindo Gal Gadot, a interprete de Mulher-Maravilha aparece em uma cena mostrando suas nádegas, em uma delas, Ezra Miller (Flash) cai sobre ela, a cena foi gravada com uma duble, pois Gal se recusou a gravar, Joss para obrigar a dublê a filmar o momento teria fechado a porta do seu camarim. A informação foi confirmada pelo fotógrafo Jason Laboy.

Até agora apenas Fisher se manifestou sobre estes abusos supostamente cometidos, um rumor antigo dava conta que a diretora de Mulher-Maravilha, Patty Jenkins, não queria mais que Gal Gadot trabalhasse com a personagem nos filmes que o diretor poderia se envolver no futuro da DC, Joss Whedon também foi muito criticado quando o seu roteiro de Mulher-Maravilha vazou, ao qual foi classificado como e machista.

Afastado do filme por conta do suicídio da sua filha, Zack e sua esposa Deborah Snyder – que também produziu o longa – não chegaram a finalizar totalmente o projeto.  Joss Wheldon, diretor de Vingadores e Vingadores: Era de Ultron, foi chamado pela Warner para refilmar boa parte da produção, mudando assim acontecimentos previstos no roteiro original do filme, assim como refazer cenas importantes da trama. Snyder revelou recentemente que jamais viu a versão que saiu para o cinema, sempre dando a entender que gostaria de exibir ao público a sua visão dos heróis.

Liga da Justiça recebeu críticas mistas da mídia especializada na época de seu lançamento, com destaque positivo às atuações de Gadot (Mulher-Maravilha) e Ezra Miller (Flash), as sequências de ação e os efeitos visuais, enquanto que o enredo, a narrativa, o ritmo, o vilão e o excessivo uso de efeitos especiais foram recebidos de forma negativa. 

Arrecadando mais de US$ 657 milhões mundialmente, sendo assim o décimo quarto longa-metragem de maior bilheteria daquele ano, ficou abaixo das expectativas do estúdio (com perdas estimadas entre US$ 50 e US$ 100 milhões) e é o título de menor receita do então universo estendido da DC Comics no cinema.

Liga da Justiça: Snyder Cut estreia em 2021 na HBO Max.

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Ray Fisher denuncia comportamento “abusivo” de Joss Whedon

O ator disse que o diretor recebeu apoio dos produtores Geoff Johns e Jon Berg.

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O ator Ray Fisher da Liga da Justiça, que interpretou Cyborg, denuncia comportamento longe do profissional do diretor que finalizou o longa Liga da Justiça.

Sem entrar em detalhes o ator escreveu um tweet em que alega que o direto Joss Whedon dos Vingadores e Vingadores: Era de Ultron tratou com desrespeito o elenco e profissionais ligados ao filme.

O tratamento que Joss Wheadon deu ao elenco e a equipe da Liga da Justiça foi grosseiro, abusivo, pouco profissional e completamente inaceitável. Ele foi habilitado, de várias maneiras, por Geoff Johns e Jon Berg. Responsabilidade > Entretenimento

Até agora apenas Fisher se manifestou sobre estes abusos supostamente cometidos, um rumor antigo dava conta que a diretora de Mulher-Maravilha, Patty Jenkins, não queria mais que Gal Gadot trabalhasse com a personagem nos filmes que o diretor poderia se envolver no futuro da DC, Joss Whedon também foi muito criticado quando o seu roteiro de Mulher-Maravilha vazou, ao qual foi classificado como e machista.

Afastado do filme por conta do suicídio da sua filha, Zack e sua esposa Deborah Snyder – que também produziu o longa – não chegaram a finalizar totalmente o projeto.  Joss Wheldon, diretor de Vingadores e Vingadores: Era de Ultron, foi chamado pela Warner para refilmar boa parte da produção, mudando assim acontecimentos previstos no roteiro original do filme, assim como refazer cenas importantes da trama. Snyder revelou recentemente que jamais viu a versão que saiu para o cinema, sempre dando a entender que gostaria de exibir ao público a sua visão dos heróis.

Liga da Justiça recebeu críticas mistas da mídia especializada na época de seu lançamento, com destaque positivo às atuações de Gadot (Mulher-Maravilha) e Ezra Miller (Flash), as sequências de ação e os efeitos visuais, enquanto que o enredo, a narrativa, o ritmo, o vilão e o excessivo uso de efeitos especiais foram recebidos de forma negativa. 

Arrecadando mais de US$ 657 milhões mundialmente, sendo assim o décimo quarto longa-metragem de maior bilheteria daquele ano, ficou abaixo das expectativas do estúdio (com perdas estimadas entre US$ 50 e US$ 100 milhões) e é o título de menor receita do então universo estendido da DC Comics no cinema.

Liga da Justiça: Snyder Cut estreia em 2021 na HBO Max.

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Ray Fisher diz que se arrepende de elogiar Joss Whedon

O ator que fez Cyborg no filme, Ray Fisher disse no Twitter que se arrepende de dar dado apoio a Joss na Comic-Con 2017.

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O diretor de Vingadores e do péssimo Liga da Justiça (quando tomou para sí o filme que iria ser dirigido por Zack Snyder, mas se afastou por conta do suicídio da sua filha) acaba de gerar menos empatia que entre os fãs DC que já não gostavam muito do diretor.

O ator que fez Cyborg no filme, Ray Fisher disse no Twitter que se arrepende de dar dado apoio a Joss na Comic-Con 2017. Na situação, fizeram uma pergunta sobre saída de Snyder da direção e a entrada de Joss no leme da Liga da Justiça. Eis que o ator disse:

“Joss é um cara legal e Zack escolheu uma boa pessoa para vir limpar tudo e finalizar para ele.”

Eis que agora o ator disse no Twitter que se arrepende totalmente da declaração:

O ator não deu mais explicações, mas provavelmente tem haver com o tratamento dado ao personagem Cyborg no filme, enquanto Zack Snyder já havia declarado que o personagem negro seria o coração do longa, Joss Wheldon descartou toda a possibilidade dramática dele no filme, reduzindo toda a sua historia a simplesmente “nada”.

Afastado do filme por conta do suicídio da sua filha, Zack e sua esposa Deborah Snyder – que também produziu o longa – não chegaram a finalizar totalmente o projeto.  Joss Wheldon, diretor de Vingadores e Vingadores: Era de Ultron, foi chamado pela Warner para refilmar boa parte da produção, mudando assim acontecimentos previstos no roteiro original do filme, assim como refazer cenas importantes da trama. Snyder revelou recentemente que jamais viu a versão que saiu para o cinema, sempre dando a entender que gostaria de exibir ao público a sua visão dos heróis.

Liga da Justiça recebeu críticas mistas da mídia especializada na época de seu lançamento, com destaque positivo às atuações de Gadot (Mulher-Maravilha) e Ezra Miller (Flash), as sequências de ação e os efeitos visuais, enquanto que o enredo, a narrativa, o ritmo, o vilão e o excessivo uso de efeitos especiais foram recebidos de forma negativa. 

Arrecadando mais de US$ 657 milhões mundialmente, sendo assim o décimo quarto longa-metragem de maior bilheteria daquele ano, ficou abaixo das expectativas do estúdio (com perdas estimadas entre US$ 50 e US$ 100 milhões) e é o título de menor receita do então universo estendido da DC Comics no cinema.

Liga da Justiça: Snyder Cut estreia em 2021 na HBO

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